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	<title>Os Goliardos &#187; 1001 noites</title>
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		<title>5ªfeira, 20 de Maio, nas 1001  noites: CHAMPAGNE!</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 23:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Champanhe]]></category>

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		<description><![CDATA[O terroir é o encontro de um solo que tem talento, por vezes genialidade, e garantidamente de carácter, com um produtor que tem talento, por vezes genialidade, e garantidamente de carácter. Bernard Pivot, jornalista Caros Goliardos, E é agora!! Prometemos que repetíamos e aqui vai: as 1001 noites sobre Champagne é nesta quinta. Já temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O terroir é o encontro de um solo que tem talento, por vezes genialidade, e garantidamente de carácter, com um produtor que tem talento, por vezes genialidade, e garantidamente de carácter.</p>
<p>Bernard Pivot, jornalista</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>E é agora!! Prometemos que repetíamos e aqui vai: as 1001 noites sobre Champagne é nesta quinta.<br />
Já temos bolhinhas na boca!<br />
Desta vez iremos provar Champagne de dois produtores de notoriedade: Larmandier-Bernier e Boulard.</p>
<p>E achámos que uma sessão sobre Champagne não era suficientemente interessante e por isso convidámos o Luís Louro para participar na sessão.</p>
<p>O Luís Louro já marcou presença nas 1001 noites como convidado várias vezes, ele diz que não gosta de falar em público mas quem lá esteve, não ficou com essa impressão! Anima e faz-nos aprender muito sobre o mundo do vinho. Mais um motivo para aparecerem!</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
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		<title>6ªfeira, 7 de Maio, nas 1001 noites: Ouro do Douro 2007</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 16:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Douro]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

O Douro é sem dúvida uma região que faz brilhar os olhos de muita gente. Região com tradição de generosos, lançou-se como região de vinhos de mesa mais recentemente, com sucesso mas ainda um grande percurso por fazer no sentido de definir a sua identidade. Trata-se de uma região em plena descoberta e aquela em que mais voos promissores aparecem em Portugal.

Esta 6ªfeira iremos provar 5 vinhos tintos de produtores durienses de fazer salivar qualquer goliardo do ano de 2007. Uma forma de conhecer esta colheita ainda muito jovem e ver o seu potencial de envelhecimento.
Que vinhos vamos provar?? Nós achamos que vamos só provar bons!

Cá vos esperamos!


Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>O Douro é sem dúvida uma região que faz brilhar os olhos de muita gente. Região com tradição de generosos, lançou-se como região de vinhos de mesa mais recentemente, com sucesso mas ainda um grande percurso por fazer no sentido de definir a sua identidade. Trata-se de uma região em plena descoberta e aquela em que mais voos promissores aparecem em Portugal.</p>
<p>Esta 6ªfeira iremos provar 5 vinhos tintos de produtores durienses de fazer salivar qualquer goliardo do ano de 2007. Uma forma de conhecer esta colheita ainda muito jovem e ver o seu potencial de envelhecimento.<br />
Que vinhos vamos provar?? Nós achamos que vamos só provar bons!</p>
<p>Cá vos esperamos!</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Apesar de ser um ano não clássico, fresco e tárdio em relação ao habitual no Douro, esta Colheita está a ser muito elogiada pela imprensa internacional, especialmente no caso dos vinhos do Porto Vintage que obtiveram notas muito elevadas. Será que os vinhos de mesa estão ao nível dos Vintage?</p>
<p>O ano arrancou com um Inverno húmido, continuou com uma Primavera amena e foi seguida dum Verão bastante húmido e sem grande vaga de calor, que proporcionou uma maturação lenta e obrigou a estar muito atento nas vinhas para evitar a propagação do míldio, que espalhou-se mais no Douro Superior que no Baixo e Cima Corgo. Até no Douro superior, as temperaturas foram frescas até os princípios de Setembro, com variação de temperaturas entre dia e noite que deu uma bela complexidade aromática e preservou uma acidez equilibrada. Não é uma colheita que devia proporcionar vinhos potentes mas equilibrados e complexos. As vindimas começaram nos meados de Setembro para prolongar-se até meados de Outubro.<br />
Quando?  6ªfeira, 7 de Maio, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail para info@osgoliardos.com. com o </p>
<p>Nome<br />
mail<br />
telefone</p>
<p>Temos um número de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esta 5ªfeira, 29 de Abril, nas 1001 noites: pérolas brancas da Borgonha</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/04/26/esta-5%c2%aafeira-29-de-abril-nas-1001-noites-perolas-brancas-da-borgonha/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2010/04/26/esta-5%c2%aafeira-29-de-abril-nas-1001-noites-perolas-brancas-da-borgonha/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 17:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Borgonha]]></category>
		<category><![CDATA[Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Esta semana é a oportunidade para os que faltaram ao Jackpot de Borgonha tinto: esta quinta-feira temos Borgonha branco  com vinhos mesmo a calhar na chegada de uma semana de calor.
Se os tintos da Borgonha podem fazer estranhar os apreciadores da potência dos tintos do Sul, quando tocamos em vinhos brancos é consensual termos a Borgonha como um oásis. Até temos vontade de nos tornarmos camelos e armazenarmos Borgonha nas bossas!
Vinhos frescos, vivos mas igualmente cremosos e aromáticos, com um potencial de envelhecimento elevado, apresentam diferenças claras consoante a sub-região.

Esta quinta-feira iremos provar vinhos de regiões e produtores diversos, alguns míticos, como Jean-Marc Roulot de Mersault, de Villaine de Cote Challonaise, Goisot de Chablis. 
Para variar, nós já estamos a salivar….


Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta semana é a oportunidade para os que faltaram ao Jackpot de Borgonha tinto: esta quinta-feira temos Borgonha branco  com vinhos mesmo a calhar na chegada de uma semana de calor.<br />
Se os tintos da Borgonha podem fazer estranhar os apreciadores da potência dos tintos do Sul, quando tocamos em vinhos brancos é consensual termos a Borgonha como um oásis. Até temos vontade de nos tornarmos camelos e armazenarmos Borgonha nas bossas!<br />
Vinhos frescos, vivos mas igualmente cremosos e aromáticos, com um potencial de envelhecimento elevado, apresentam diferenças claras consoante a sub-região.</p>
<p>Esta quinta-feira iremos provar vinhos de regiões e produtores diversos, alguns míticos, como Jean-Marc Roulot de Mersault, de Villaine de Cote Challonaise, Goisot de Chablis.<br />
Para variar, nós já estamos a salivar….</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>De Villaine<br />
Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram vinhas desde a Idade Média, esta quinta com 20ha, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu sobrinho Pierre De Benoist, igualmente co-proprietários da Romanée-Conti, dedica-se à produção de brancos e tintos puros, expressivos da Côte Chalonnaise. Todas as vinhas são plantadas nas encostas, com solo pobre e muito concentrado em calcário. A escolha de variedades pouco produtivas e o trabalho na vinha em agricultura biológica levam a ter rendimentos por hectare baixos. Jean-Marc Roulot falando dos De Villaine disse-nos : “Lá fazem pequenos milagres”</p>
<p>Jean-Marc Roulot</p>
<p>Jean-Marc Roulot é um dos &#8220;vignerons&#8221; borgonheses mais famosos no Mundo, mas o sucesso não lhe subiu à cabeça e permaneceu de uma simplicidade e humanidade que o seu percurso pode ajudar a explicar: aos vinte anos chocou o seu pai, camponês-produtor, quando largou a quinta e a Borgonha para entrar no Conservatório e aprender teatro em Paris. Só a morte precoce do seu pai o fez voltar para gerir a quinta familiar. Como produtor e como artista, é uma pessoa convicta mas extremamente tolerante e disponível. Os seus vinhos de Meursault são firmes, longe duma certa caricatura amanteigada, à procura da essência e da finura do solo que lhes dá vida.</p>
<p>Goisot<br />
Quinta com 27 hectares situada perto de Chablis numa zona de solos argilo-calcários, mais fria que o resto da Borgonha. Os vários membros da família esforçaram-se com um trabalho invulgar nas vinhas para tirar do anonimato esta DOC de Cotes d’Auxerre, que por ter as vinhas do outro lado do rio Serein não beneficia do famoso nome Chablis. As vinhas são amanhadas consoante os princípios da agricultura biológica, com uma densidade elevada de plantação de 10 000 vinhas por hectare, nível idêntico aos das mais famosas parcelas da região. O trabalho na adega é relativamente simples e dedica-se a revelar o máximo a especificidade e a qualidade das uvas, provenientes de vinhas velhas.</p>
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		<title>6ªfeira, 16 de Abril, nas 1001 noites: Porto Vintage</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/04/10/6%c2%aafeira-16-de-abril-nas-1001-noites-porto-vintage/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 18:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos generosos e vindimas tardias]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes.&#8221; Fleming Caros Goliardos, Temos andado desaparecidos com a chegada da Primavera e dos novos rebentos. Como temos saudades das 1001 noites, aqui vai uma, já na sexta-feira. Uma sessão com um tema que já tivemos, para aqueles que ficaram de fora da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes.&#8221;<br />
Fleming</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Temos andado desaparecidos com a chegada da Primavera e dos novos rebentos.<br />
Como temos saudades das 1001 noites, aqui vai uma, já na sexta-feira.<br />
Uma sessão com um tema que já tivemos, para aqueles que ficaram de fora da última vez, mas com Portos diferentes, para aqueles que ficaram dentro e ficaram com Vintage na boca.</p>
<p>Esta 6ªfeira, convidamo-vos para uma sessão das 1001 noites com o tema Porto Vintage, considerado por muitos como o diamante do vinho do Porto, provavelmente o vinho português mais conhecido e procurado além mares.</p>
<p>É um vinho do Porto de uma só colheita, produzido num ano de excelente qualidade, declarado Vintage pelo produtor e aprovado pelo Instituto do Vinho do Porto, caso cumpra todas as características necessárias e suficientes para ostentar a designação “Vintage”.  Esta aprovação dá-se aos dois anos, durante os quais o vinho estagiou em grandes tonéis, com contacto com o ar reduzido. Após este tempo, o vinho será posto em garrafa, onde irá envelhecer. São por isto os Portos que mais rapidamente são postos na garrafa e no mercado, para evoluírem essencialmente em garrafa.<br />
Durante a juventude são vinhos intensos, potentes, de rara exuberância. Com o envelhecimento em garrafa, que poderá ir dos 10 até aos 50 anos, senão mais consoante o vinho, tornar-se-ão suaves e complexos.</p>
<p>Na 6ªfeira iremos dar a conhecer mais sobre esta pérola enquanto provamos Vintage de diferentes idades, diferentes quintas. Fonseca e Niepoort. Mmm. </p>
<p>Quando?  6ªfeira, 16 de Abril, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 20 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Porto Vintage, sessão animada e pedagógica o tema e petiscos a condizer. </p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>6ªfeira, 5 de Março, nas 1001 noites: Borgonha retinta</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/27/6%c2%aafeira-5-de-marco-nas-1001-noites-borgonha-retinta/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 18:06:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Borgonha]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nada faz mais parecer o futuro cor-de-rosa como de olha-lo através de um copo de Chambertin” Alexandre Dumas Caros Goliardos, Esta semana é Jackpot: Borgonha tinta acabada de chegar, com vinhos que farão lamber os beiços dos aficionados. Região de predilecção de muitos, (não vamos dizer de quem), a Borgonha apresenta vinhos elegantes, finos, leves, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Nada faz mais parecer o futuro cor-de-rosa como de olha-lo através de um copo de Chambertin”<br />
Alexandre Dumas</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta semana é Jackpot: Borgonha tinta acabada de chegar, com vinhos que farão lamber os beiços dos aficionados.<br />
Região de predilecção de muitos, (não vamos dizer de quem), a Borgonha apresenta vinhos elegantes, finos, leves, que poderão passar ao lado de quem se habituou a vinhos do Sul, potentes, concentrados, ditos encorpados, e que tratarão os vinhos da Borgonha brutalmente de diluídos. </p>
<p>Delicados e aéreos, os vinhos da Borgonha são vinhos de silêncio.</p>
<p>Esta sexta-feira iremos provar vinhos do produtor Taupenot-Merme, das sub-regiões Cote de Nuits et Cote de Beaune, todos tintos, incluindo as denominações míticas Morey St Denis et Gevrey-Chambertin.<br />
Tendo em conta o nível dos vinhos que iremos provar, a prova custará 20 euros por pessoa. Nós já estamos a salivar….</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>E para quem descobre completamente…</p>
<p>Região desenvolvida na Idade Média pelos monges cistercienses (séc. XI)<br />
Condições geográficas<br />
Clima continental fresco.<br />
Solos argilo-calcários, terras entre vales e encostas.<br />
Parcelas pequenas. Grande densidade de plantação.<br />
Castas<br />
Castas brancas: Chardonnay (e algum Aligoté)<br />
Castas tintas: Pinot noir (e algum Gamay)<br />
Tintos<br />
Subtis e profundos, de aparência não opaca, com aromas delicados e persistentes. Pouco alcoólicos e com acidez notável.<br />
Brancos<br />
Encorpados, aromáticos, elegantes, que exprimem a mineralidade com o tempo.</p>
<p>Denominações de origem<br />
Hoje em dia, a Borgonha tem 25 000 ha de vinhas.<br />
Os “grands crus” (32 melhores “terroirs” da Côte d’Or e 7 do Chablis) representam apenas 1,5% da produção total do vinhedo<br />
As denominações comunais e os 1ers crus contribuem para os 45% da produção total.<br />
As denominações regionais contribuem para 53,5% do total.</p>
<p>Sub-regiões</p>
<p>A denominação Borgonha contém 5 áreas distintas, das quais destacamos aqui 2:<br />
Côte de Nuits<br />
22 Km de comprimento,<br />
Quase essencialmente dedicada aos vinhos tintos<br />
Zona de predilecção da casta pinot noir, que dá vinhos complexos, cheios e finos.<br />
Os “grands crus” são expostos a Este no meio das encostas.</p>
<p>Côte de Beaune<br />
28 Km de comprimento<br />
Zona de predilecção dos brancos que produz vinhos tintos mais aromáticos e frutados que na Côte de Nuits, com uma capacidade de guarda normalmente inferior.</p>
<p>A noção de climat<br />
A noção de “climat” (sinónimo de terroir) é uma palavra borgonhesa quase mística, para descrever a unidade imutável, num sítio dado, do solo, da exposição e de todo o ambiente da vinha. É o “climat” que interpreta a casta pinot noir ou chardonnay, não o contrário.</p>
<p>Costuma definir-se o vinho de Borgonha como a procura duma complexidade óptima através da exaltação das riquezas de uma só casta ajudada pela diversidade dos “terroirs”.</p>
<p>Pinot noir<br />
casta tinta, cuja origem está mal conhecida, data do séc. IV, sensível às geadas tardias, precisa dum período vegetativo largo e equilibrado.<br />
Tem bagos compactos e pequenos, com uma pele fina.<br />
A Pinot noir exige muito, tanto do viticultor como do vinificador. O segredo consiste em extrair cor e aroma, mas não demasiados taninos, dessas uvas de pele relativamente delgada, embora alguns vinificadores conservem alguns engaços na cuba de fermentação em anos mais temperados, quando temem que os níveis de taninos sejam perigosamente baixos.</p>
<p>Os encantos da Pinot são decididamente mais sensuais e mais transparentes.<br />
Talvez as únicas características que se podem dizer serem partilhadas pelas Pinot noir de todo o mundo sejam uma determinada doçura do fruto e, em geral, níveis de taninos e pigmentos inferiores aos das outras “grandes” castas tintas. A Pinot pode saber a framboesa, morangos, cerejas, e a violetas quando jovem, e envelhecer com essências mais outonais ou de especiarias até adquirir um sabor de caça mais considerável ao fim de muitos anos em garrafa. A Pinot noir parece produzir a melhor qualidade de vinho em solos calcários e em climas relativamente frescos, onde esta videira de maturação precoce não corre apressadamente para a maturação, perdendo aroma e acidez. </p>
<p>A degustação dos tintos</p>
<p>Para o padre Arnoux, que descreveu a situação vinícola da Borgonha em 1728 na primeira carta vitivinícola, os vinhos da zona têm “vapores suaves” e “bebem-se de duas maneiras, pelo nariz e pela boca, ou ambas ou separadamente.”. O abade Arnoux distingue “a cor de fogo” do Pommard (Côte de Beaune) e o veludo escuro da Côte de Nuits.<br />
Nos vinhos feitos com pinot noir, a potência taninosa não deve ser analisada como num vinho de Bordeús ou da Bairrada ou Douro. Embora possa ser tão perceptível, exprime-se diferentemente. Pode-se falar de taninos subjacentes, escondidos no fundo do copo. Os seus grãos podem ser só fininhos que podem parecer ausentes para um provador habituado aos vinhos da Bairrada, do Piemonte italiano (casta nebbiolo) ou do Sudoeste da França. Revelam-se no final da boca, sublinhando uma estrutura, uma envergadura que podia não se notar no início da prova. Em geral, dão vinhos carnudos, macios e aveludados, com elegância e complexidade aromática.</p>
<p>Elementos climatéricos sobre 2007<br />
Não existe uma região onde as condições climatéricas sejam mais instáveis e influem tanto sobre a qualidade final e a expressão dos vinhos. As últimas semanas são decisivas sobre o estilo de cada colheita, sobretudo no caso do Pinot Noir, muito sensível às condições climatéricas.</p>
<p>2007 : Colheita difícil com um ano atípico : um Inverno excepcionalmente quente, uma primavera a imitar um verão até final de Maio, seguida por um verão fresco e húmido quase outonal até final de Agosto, o mês de Setembro é fresco, mas seco e com dias soalheiros. A precocidade excepcional da maturação durante a primavera permitiu vindimar os tintos, apesar do mau tempo estival, no principio de Setembro na Cotes de Beaune e uma semana depois na Cotes de Nuits. As condições climatéricas difíceis obrigaram a ter muita vigilância contra o desenvolvimento do Botrytis (podridão cinzenta). A maturação fenológica (pele e grainhas) é globalmente conseguida, mas houve uma grande heterogeneidade de maturação que obrigou à uma triagem severa na vinha e na mesa de selecção à entrada da adega. 2 factores fundamentais para conseguir a qualidade dos tintos nesta colheita :<br />
- selecção drástica das uvas<br />
- vinificação com extracção suave para preservar um frutado fresco, taninos sedosos dando vinhos mais gulosos e agradáveis que profundos.</p>
<p>Elementos sobre a quinta Taupenot-Merme</p>
<p>Situada em Morey Saint-Denis, esta quinta tem 13 ha de vinhas, plantadas em 20 Denominações de origem diferentes na Côte de Beaune e Côte de Nuits, com uma idade média de 35 anos. Todo o vinhedo é conduzido em agricultura biológica desde 2001. As vindimas são feitas manualmente e as uvas são vinificadas sem desengace, com uma maceração pré-fermentar a frio durante 10 dias para extrair cor e fruta. Romain Taupenot privilegia vinificações sem intervenção : não utiliza leveduras seleccionadas, enzimas ou qualquer aditivo. Os vinhos estagiam consoante as parcelas e os anos entre 12 e 15 meses em madeira de carvalho com uma percentagem de madeira nova entre 25 e 40%.</p>
<p>Quando?  6ªfeira,  5 de Março, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 20 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail para info@osgoliardos.com. com o </p>
<p>Nome<br />
mail<br />
telefone</p>
<p>Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
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		<title>Esta 6ªfeira, 26 de Fevereiro, nas 1001 noites: Manzanilla</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/20/esta-6%c2%aafeira-26-de-fevereiro-nas-1001-noites-manzanilla/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 18:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Jerez de la Frontera]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos espanhois]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1881</guid>
		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Esta semana propomos dar-vos a conhecer um vinho de tapas, a Manzanilla, proveniente do Sul de Espanha, na Andalucia, junto a Jerez de la Frontera, em Sanlucar de Barrameda.
São vinhos brancos, criados em barrica sob un véu de leveduras, e que revelam uma especificidade e frescura que têm a particularidade de se casarem com comidas diversas. Tapas, portanto.

Em Janeiro visitámos a região e aqui vem a nossa selecção!


Em baixo, data para o próximo B-A-BÁ.
Inscrições abertas, basta enviar um e-mail.

Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>La manzanilla de Sanlúcar y Los Puertos,<br />
alegra a los vivos<br />
y resucita a los muertos</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta semana propomos dar-vos a conhecer um vinho de tapas, a Manzanilla, proveniente do Sul de Espanha, na Andalucia, junto a Jerez de la Frontera, em Sanlucar de Barrameda.<br />
São vinhos brancos, criados em barrica sob un véu de leveduras, e que revelam uma especificidade e frescura que têm a particularidade de se casarem com comidas diversas. Tapas, portanto.</p>
<p>Em Janeiro visitámos a região e aqui vem a nossa selecção!</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Situação geográfica</p>
<p>A Manzanilla, vinho da família dos Jerez de Andalucia, é produzida em Sanlucar de Barrameda, a Norte de Cádiz, onde o rio Gualdaquivir desemboca no oceano, na atmosfera húmida das caves situadas a beira do mar. O vinho desenvolve as características especiais que resultam dum estágio debaixo dum véu de flor, que lhe dá aromas singulares de leveduras, amêndoa, iodo. De aspecto muito pálido, ligeiro, seco e com uma acidez refrescante, este vinho tem normalmente uma graduação alcoólica de 15 graus. É o vinho mais ligeiro dos vinhos de Jerez, que acompanha muito bem as tapas andaluzes, bebendo-se refrescado.</p>
<p>As melhores uvas da casta Palomino fino provêm de solos calcários de giz (chamados albarizas), que se concentram no triangulo de ouro : Jerez de la Frontera, Sanlúcar de Barrameda, El Puerto de Santa Maria. Este solo consegue acumular até um terço do seu volume em água, permitindo preservar recursos durante o verão quente, alimentando a vinha por capilaridade. </p>
<p>Método de produção</p>
<p>Produz-se inicialmente um branco seco. As uvas das melhores parcelas são reservadas para os finos e as manzanillas e passa pelas barricas americanas velhas.  O vinho vai ser fortificado com álcool etílico para chegar ao grau de 15-15,5% para os futuros finos e manzanillas, cujo estágio vai ser uma “crianza (estágio) biológica”. Quando o vinho alcança os 15% numa pipa não atestada completamente para deixar entrar oxigénio, ganha um véu de levedura na superfície, chamado flor. Esta flor vai proteger o vinho da oxidação negativa e lhe dar a sua tipicidade aromática.<br />
Em Sanlúcar, a humidade do mar permite ter uma flor mais homogénea que em Jerez onde o vinho equivalente tem o nome de fino. Resulta que a manzanilla de Sanlucar é ainda mais pálida que o fino de Jerez, com toques aromáticos de iodo que o do Jerez um pouco mais potente não tem.</p>
<p>História</p>
<p>Este vinho é um dos poucos que não tem o nome do seu lugar de origem. Existem várias explicações que convivem sobre o nome, sendo a mais aceite o facto de o vinho desenvolver um aroma similar ao da flor de camomila (manzanilla em castelhano). </p>
<p>As primeiras referencias escritas ao nome Manzanilla aparecem no final do século XVIII numas obras do Juan Ignacio Gonzalez del Castillo. Prosper Mérimée menciona o nome Manzanilla no livro Cármen em 1845. Na opera do mesmo nome criada por Georges Bizet, volta a referir-se ao nome de Manzanilla falando do caldo de Sanlucar. </p>
<p>Dentro da literatura popular andaluz, há canções e provérbios referindo-se ao famoso vinho :<br />
“De Roma se va por bulas<br />
Por tabaco a Gibraltar,<br />
Por manzanilla a Sanlúcar,<br />
Y a Cádiz se va por sal.<br />
De Rota ; la tintilla ; de Sanlúcar ; la manzanilla.<br />
De Rota la tintilla; de Sanlúcar la manzanilla ; y de Jerez, el que rey de los vinos es<br />
La manzanilla de Sanlúcar y Los Puertos, alegra a los vivos y resucita a los muertos »</p>
<p>Quando?  6ªfeira, 26 de Fevereiro, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esta 6ªfeira, 19 de Fevereiro nas 1001 noites, vertical Bordéus Saint-Emilion</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/12/esta-6%c2%aafeira-19-de-fevereiro-nas-1001-noites-vertical-bordeus-saint-emilion/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/12/esta-6%c2%aafeira-19-de-fevereiro-nas-1001-noites-vertical-bordeus-saint-emilion/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 17:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Bordéus]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Os céus não nos têm permitido organizar 1001 noites.
Como a falta já é muita, em cima da hora, aqui vai já para amanhã uma sessão!

Iremos provar 5 vinhos de diferentes anos de um mesmo produtor de Bordéus-St Émilion que descobrimos em 2009 e ficar a conhecer o que foi cada ano nesta região, entre 2000 e 2006.

As inscrições estão abertas, basta enviar um e-mail. Todos os detalhes mais abaixo.


Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O universal é o local, menos as paredes<br />
Miguel Torga</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Os céus não nos têm permitido organizar 1001 noites.<br />
Como a falta já é muita, em cima da hora, aqui vai já para amanhã uma sessão!</p>
<p>Iremos provar 5 vinhos de diferentes anos de um mesmo produtor de Bordéus-St Émilion que descobrimos em 2009 e ficar a conhecer o que foi cada ano nesta região, entre 2000 e 2006.</p>
<p>As inscrições estão abertas, basta enviar um e-mail. Todos os detalhes mais abaixo.</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Elementos sobre a região de Bordeús e a sub-região de Lussac</p>
<p>Região situada no Golfo de Gasconha, exposta a um clima atlântico caprichoso, que constitui uma ameaça permanente à boa maturação das uvas. No entanto, quando o sol brilha o suficiente, esta zona temperada oferece condições ideais para a expressão fina e complexa das castas Cabernet-Sauvignon, Merlot, Cabernet-Franc, Petit Verdot nos vinhos tintos, como das castas brancas Sauvignon e Semillon.</p>
<p>Lussac Saint-Emilion é uma das 57 Denominações de origem controladas da área de Bordeús,  criada em 1936, situa-se na ponta setentrional do vinhedo de Saint-Emilion, na margem direita. Faz parte com as DOC Montagne Saint-Emilion, Puisseguin Saint-Emilion, Saint-Georges Saint-Emilion dos chamados « Satélites » da DOC prestigiosa Saint-Emilion. Em 2005, tinha 1.486 ha de vinhas para uma produção de cerca 70.000hl.</p>
<p>Três castas formam parte do lote dos vinhos :<br />
O Merlot, dominante (65%), que aprecia os solos frescos (argila), é uma casta de maturação precoce, onde amadurece bem e lentamente, dando uma cor intensa, uma suavidade redonda e aveludada, com uma boa capacidade de guarda.<br />
O Cabernet-Franc (25% das vinhas plantadas), mais plantado nos solos calcários e de textura mais quente (areia, cantos rodados) onde proporciona estrutura, aromas condimentados e uma finura ácida.<br />
O Cabernet-Sauvignon (10%), uma casta tardia que aprecia os solos quentes e secos (argilo-calcários expostos a Sul ou cantos rodados misturados com areia), que dá uma boa base taninosa, com aromas especiados.<br />
Duas outras castas fazem parte do decreto da denominação mas estão pouco presentes hoje : Malbec e Carménère.</p>
<p>Elementos sobre o produtor</p>
<p>André Chatenoud era produtor na zona de Genève na Suiça quando adquiriu esta quinta em 1971. Tem 12 ha de vinhas, essencialmente plantadas com Merlot (95%) complementado com o Cabernet-Franc (5%), em solos argilo-calcários com parcelas expostas norte-sul. As vinhas têm uma idade média de 40 anos. Desde 2002, os métodos culturais beneficiam da certificação da agricultura biológica. Na vinificação, faz um desengace total e utiliza as leveduras indígenas desde 2001. O vinho estagia em cubas e madeira (com uma proporção variável de madeira nova consoante os anos). </p>
<p>Elementos sobre os anos</p>
<p>2000 : ano de maturação ideal com uma floração homogénea no princípio de Maio, um verão muito solarengo, sobretudo em Agosto. Algumas chuvas no início de Setembro permitiram desbloquear as vinhas que sofriam dum pequeno stress hídrico. As vindimas foram feitas debaixo do sol a partir de meados de Setembro. Deu vinhos profundos, por vezes opulentos, com uma boa capacidade de guarda.</p>
<p>2001 : Ano muito interessante para a margem direita, menos quente que o 2000 mas com uma maturação mais suave, que deu vinhos equilibrados, menos opulentos, mais clássicos para a zona. Sofreu da comparação nos media com o hipermediatizado 2000.</p>
<p>2003 : ano de seca com temperaturas altas durante todo o verão, que provocou um stress hídrico em muitas vinhas, sobretudo as que são plantadas em solos arenosos ou muito quentes. As vinhas em solo argiloso conseguiram aguentar melhor por ter uma retenção de água superior. </p>
<p>2004 : A colheita de 2004 foi considerada razoável graças a um clima quente e seco em Setembro que compensou as dificuldades climatéricas durante o verão. Em reacção ao ano 2003 em que a vinha foi vítima da seca e produziu pouco, os rendimentos em 2004 foram abundantes. O mês de Agosto foi desastroso e só os produtores que controlaram de maneira severa a quantidade de uvas apanhadas e esperaram o mais tarde possível para vindimar conseguiram uma colheita boa.</p>
<p>2006 : Ano atípico e complicado com um mês de Julho muito quente, seguido por um Agosto muito fresco e chuvoso. Em Setembro, houve uma alternância de dias solarengos com precipitações súbitas, ciclo que deu ao final vinhos heterogéneos, com nível alcoólico mais alto que previsto, carga taninosa elevada, que criou o risco de extracção excessiva de taninos em alguns casos, podendo dar vinhos maciços, secos e no conjunto desequilibrados.</p>
<p>Quando?  6ªfeira, 19 de Fevereiro, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com.<br />
Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>6ªfeira,11 de Dezembro, NOITE DE CHAMPANHE</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/12/02/6%c2%aafeira11-de-dezembro-noite-de-champanhe/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 10:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Champanhe]]></category>
		<category><![CDATA[Festas Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Na 6ªfeira, dia 11, haverá uma sessão das 1001 noites para descobrir o Champanhe Que se prolongará pela noite fora como NOITE DE CHAMPANHE com Champanhe e espumantes a copo Só bolhinhas!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na 6ªfeira, dia 11, haverá uma sessão das 1001 noites para descobrir o Champanhe</p>
<p>Que se prolongará pela noite fora como</p>
<p>NOITE DE CHAMPANHE<br />
com Champanhe e espumantes a copo</p>
<p>Só bolhinhas!!!!</p>
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		<item>
		<title>6ªfeira, 4 de Dez, nas 1001 noites, Vinho da Madeira com a enóloga convidada Ana Rosas, da Ramos Pinto</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/12/01/6%c2%aafeira-4-de-dez-nas-1001-noites-vinho-da-madeira-com-a-enologa-convidada-ana-rosas-da-ramos-pinto/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 10:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho da Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos generosos e vindimas tardias]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1271</guid>
		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Andava há muito prometida uma sessão sobre Madeiras. Temos que confessar que somos Madeira-addicted, e já temos água na boca de pensar nas delícias.
Para provar maravilhas com expertise, convidámos a Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto para vinho do Porto, que vai com certeza animar a sessão de uma forma descontraída e desbocada.

Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir

Quando?  6ªfeira, 4 de Dezembro, das 19h30 às 21h30
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer. 

Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!

Convidado da sessão: 
Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto

Quem nasce numa família de vinho do Porto, tem dificuldade em escapar ao seu destino de vir a trabalhar no vinho. Não podemos dizer que é um triste fado. Ana Rosas é um bom exemplo: da família Ramos Pinto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Andava há muito prometida uma sessão sobre Madeiras. Temos que confessar que somos Madeira-addicted, e já temos água na boca de pensar nas delícias.<br />
Para provar maravilhas com expertise, convidámos a Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto para vinho do Porto, que vai com certeza animar a sessão de uma forma descontraída e desbocada.</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Quando?  6ªfeira, 4 de Dezembro, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
<p>Convidado da sessão:<br />
Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto</p>
<p>Quem nasce numa família de vinho do Porto, tem dificuldade em escapar ao seu destino de vir a trabalhar no vinho. Não podemos dizer que é um triste fado. Ana Rosas é um bom exemplo: da família Ramos Pinto, trabalha para a Ramos Pinto, enquanto enóloga de Portos. Mostrou-nos o que é a arte de um lote e ficámos rendidos à ideia de que é uma arte única no mundo, geração após geração, com uma concorrência saudável entre casas, cada uma no seu estilo, com uma troca de conhecimento (e também de matrimónios).<br />
O vinho da Madeira e o vinho do Porto têm muito em comum, e por isso considerámos que a Ana Rosas seria uma óptima pessoa para provar connosco Madeiras, não sendo da Madeira.<br />
À descoberta dos vinhos da Madeira</p>
<p>O vinho da Madeira é um vinho fortificado, tal como o vinho do Porto, ou seja foi-lhe adicionado álcool durante a fermentação, produzindo um vinho com um teor de álcool mais elevado. O Madeira de qualidade é feito a partir de uvas brancas, com uma acidez muito elevada, equilibrando a doçura existente. Tem um envelhecimento oxidativo sob temperaturas elevadas, simulando o calor que os primeiros vinhos sofriam quando eram transportados em barco até à Índia e voltavam.<br />
Os bons Madeira têm uma longevidade absolutamente única.</p>
<p>História: Os vinhos Torna-Viagem</p>
<p>A vinha foi plantada desde a chegada dos portugueses, e foi estimulada a partir do séc. XVII pela necessidade de abastecer os navios para a rota do Atlântico e do Índico.<br />
Dizem uns que esses vinhos iam até à Índia para serem vendidos, mas que por vezes tal não acontecia e voltavam. Torna-Viagem, como lhes chamam. Dizem outros que os vinhos iam no porão para equilibrar os barcos.<br />
Independentemente do motivo, rapidamente se constatou que os vinhos da Madeira embarcados nos porões dos navios, à mercê das altas temperaturas dos trópicos, regressavam claramente melhorados.<br />
As condições de calor a que eram submetidos os vinhos passaram então a ser criadas a partir do séc. XVIII através da técnica de estufagem.<br />
O vinho representa ainda hoje o produto de maior importância de exportação da ilha da Madeira.</p>
<p>Vinhas: pequenas parcelas bem escondidas no meio do jardim<br />
Não é fácil descobrir as vinhas na Madeira. É preciso saber onde estão e algumas estão tão inacessíveis que só andando meia hora a pé, em caminhos de cabras, se consegue chegar até elas. A produção da uva é feita em pequenas parcelas pertencentes a pequenos produtores que vendem as uvas às casas de Vinho da Madeira. Mais uma semelhança com o vinho do Porto.</p>
<p>A extensão da Região Vitícola é de cerca de 400 hectares. Trata-se de uma paisagem caracterizada por declives muito acentuados, que regra geral se encontram sob a forma de socalcos, designados por poios. As condições particulares do solo de origem vulcânica, na sua maioria basálticos, e a proximidade ao mar, associadas às condições climatéricas, em que os verões são quentes e húmidos e os Invernos amenos, conferem ao vinho características singulares.</p>
<p>O sistema de condução mais tradicional é o da “latada” (pérgola), no qual as vinhas são conduzidas horizontalmente. O século XX trouxe a introdução do sistema de condução em espaldeira, que, no entanto, só pode ser utilizado em terrenos com declives menos acentuados.</p>
<p>Castas: Vinhos monocasta que definem o nível de doçura<br />
O vinho da Madeira é tradicionalmente um monovarietal.<br />
A casta tinta Negra Mole representa 90% da produção, sendo destinada aos Madeiras de entrada de gama.<br />
Os vinhos da Madeira de qualidade elevada utilizam castas brancas, em geral destinados ao envelhecimento em canteiro, e a cada casta corresponde um nível de doçura.<br />
Sercial:    Seco<br />
Também conhecida por Esgana-cão no continente, casta extremamente ácida, produzida essencialmente no Norte da Ilha (mais frio) ou em Câmara de Lobos, na costa Sul, em altitudes que podem atingir os 600 metros.<br />
Verdelho: Meio seco<br />
Cultivada a 400 metros, dá vinhos menos ácidos e mais encorpados que os feitos com Sercial.<br />
Boal ( ou Bual):       Meio doce<br />
Produzida em altitudes que variam entre os 100 e 300 metros.<br />
Malvasia: Doce<br />
Primeira casta a ser introduzida na Madeira por ordem do Infante D-Henrique e proveniente de Creta. Plantada entre os 150 e 200 metros de altitude, dá cachos grandes, e produz um nível alto de doçura e untuosidade.</p>
<p>Existe ainda a casta Terrantez, menos conhecida, que produz vinhos com um nível de doçura entre o Verdelho e o Boal. </p>
<p>Vinificação: fortificação e envelhecimento sob calor</p>
<p>O processo de fortificação consiste na paragem da fermentação com a adição de álcool vínico a 96% vol. A escolha do momento da interrupção da fermentação faz-se de acordo com o grau de doçura pretendido para o vinho, podendo-se, com este procedimento, obter quatro tipos de vinho: o seco, o meio-seco, o meio-doce e o doce.<br />
De seguida, o vinho é submetido a um envelhecimento sob temperaturas elevadas, com 2 processos possíveis: Estufagem  ou Canteiro.</p>
<p>Estufagem<br />
Utilizado para 90% dos vinhos, no geral vinhos correntes. O vinho é colocado em estufas de aço inox, aquecidas por um sistema de serpentina, por onde circula água quente, por um período nunca inferior a 3 meses, a uma temperatura entre os 45 e 50 graus Celsius. Concluída a «estufagem», o vinho é sujeito a um período de «estágio» de pelo menos 90 dias à temperatura ambiente.</p>
<p>Canteiro<br />
Os vinhos seleccionados para estágio em «Canteiro» (esta denominação provém do facto de se colocar as pipas sob suportes de traves de madeira, denominadas de canteiros) são envelhecidos em cascos, normalmente nos pisos mais elevados dos armazéns onde as temperaturas são mais elevadas, pelo período mínimo de 2 anos. Trata-se de um envelhecimento oxidativo em casco, desenvolvendo os vinhos, características únicas de aromas intensos e complexos. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>6ªfeira, 13 de Nov, nas 1001 noites: Vallee du Rhone, com o enólogo convidado Rui Cunha</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/11/08/1252/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2009/11/08/1252/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 10:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Ródano]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1252</guid>
		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Esta 6ªfeira, temos uma sessão das 1001 noites com vinhos acabadinhos de chegar da Côte du Rhône, essencialmente de um produtor que descobrimos recentemente e que nos conquistou: Eric Texier.
Para provar estes vinhos connosco teremos a presença de Rui Cunha, enólogo, que opinará livremente, tal como qualquer um dos presentes, e contribuirá para aquecer o debate e o nosso conhecimento.

À descoberta da Região do Ródano

O vinhedo do Vale do Ródano setentrional está situado entre as cidades de Vienne e Valence, numa latitude meridional mas num clima ainda continental, com verões quentes e invernos frios. As vinhas são plantadas em encostas íngremes de granito, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta 6ªfeira, temos uma sessão das 1001 noites com vinhos acabadinhos de chegar da Côte du Rhône, essencialmente de um produtor que descobrimos recentemente e que nos conquistou: Eric Texier.<br />
Para provar estes vinhos connosco teremos a presença de Rui Cunha, enólogo, que opinará livremente, tal como qualquer um dos presentes, e contribuirá para aquecer o debate e o nosso conhecimento.</p>
<p>Amanhã é São Martinho e na próxima quinta-feira há Beaujolais Nouveau.<br />
Promete.  Ficamos à vossa espera!</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,<br />
Sílvia e Nadir<br />
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<p>Convidado da sessão:<br />
Rui Cunha, enólogo</p>
<p>Diplomado em Enologia pela Universidade de Trás os Montes e Alto Douro, Rui Cunha tem de seguida um trajecto repleto de experiências diversas. Fez 5 vindimas entre 1988 e 1992 na Ramos Pinto, vindimou na Alemanha em 1993 na quinta do famoso Georg Breuer no Rheingau.<br />
Actualmente desenvolve vários trabalhos. É o Enólogo das seguintes quintas:<br />
- no Minho, Quinta da Covela, a trabalhar em biodinâmica<br />
- no Douro, na Quinta da Carvalhosa, vinhos Campo Ardosa e Ardosino<br />
- em Tras os Montes, vinho Valle Pradinhos<br />
- e Alentejo. </p>
<p>Desenvolveu igualmente com Gonçalo Sousa Lopes o próprio projecto Secret Spot wines no Douro. </p>
<p>De carácter discreto e bom ouvinte, Rui Cunha é uma pessoa viajada, enólogo aberto a diferentes viticultura e vinificações (biodinâmica em Covela, vinificações pouco intervencionistas na Carvalhosa, &#8230;), vive o vinho intensamente e sem preconceitos.<br />
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<p>À descoberta da Região do Ródano</p>
<p>O vinhedo do Vale do Ródano setentrional está situado entre as cidades de Vienne e Valence, numa latitude meridional mas num clima ainda continental, com verões quentes e invernos frios. As vinhas são plantadas em encostas íngremes de granito, na margem direita do rio Ródano.<br />
Vinhos tintos do Ródano</p>
<p>Estas condições climatéricas e geológicas fazem com que só a casta Syrah seja cultivada para produzir os tintos. Os Romanos apreciam esta casta com um bago pequeno (que faz chama-la Petite Syrah), de cor preta, violácea, rica em taninos, floral e frutada. Frequentemente, desenvolve nesta zona toques de violeta, frutos do bosque do tipo cassis, mirtilio e toques de carne. Os aromas a pimenta distinguem a syrah setentrional.<br />
A expressão fina da Syrah setentrional ilustra a teoria segundo a qual as castas oferecem as melhores expressões quando plantadas no limite norte da sua cultura.</p>
<p>A 37 km a Sul de Lyon, o vinhedo da Côte Rôtie é implantado nas encostas abruptas que dominam a margem direita do Ródano. Divide-se em dois sectores chamados Côte Blonde et Côte Brune. O vinho do Éric Texier provem só da parte dita Côte Brune, onde o solo é uma mistura de micaxistos e de gneiss. Os vinhos da Côte Brune têm geralmente fama de envelhecer mais facilmente que os da Côte Blonde.<br />
No principio dos anos 1990, Éric Texier descobriu uma região vinhateira desconhecida do Ródano norte : Brézème. Explorando a região, notou uma parcela de vinhas velhas em encostas expostas a este. Estas vinhas sempre foram amanhadas consoante os principios duma viticultura artesanal sem pesticidas nem intervenções fito-sanitárias. Este vinho provém de 0.6 ha desta parcela. Os solos são calcários sedimentares.<br />
Vinhos brancos do Ródano</p>
<p>Nos brancos, entram as castas Marsanne e Roussane e Viognier, que dão vinhos cremosos, de acidez baixa, com aromas de frutos brancos de tipo alperce, pêssego, marmelo, e de mel e frutos secos com um final de boca ligeiramente amargo a amêndoa, noz ou avelã.</p>
<p>A cerca de 40 km a sul de Lyon e a 3 km de Ampuis (capital da Côte Rôtie), o vinhedo de Condrieu (cujo nome significa recanto do pequeno rio porque o Ródano vira completamente de repente neste local), oferece um vinhedo maravilhosamente orientado a Sul e Sudeste. O solo arenoso, chamado « arzelle », distingue o Condrieu. São encostas graníticas muito abruptas cobertas de areias calcarias finas chamadas loess.<br />
Casta rainha do famoso vinhedo de Condrieu, o Viognier é cultivado em numerosas regiões do mundo onde dá frequentemente vinhos pesados e potentes, afastados do modelo mais aromático e elegante que existiu sempre no Ródano. No entanto, o Viognier plantado num bom terroir dá vinhos aromáticos e suaves. O branco Viognier das Côtes du Rhône produzido pelo Eric Texier provem de solos xistosos do sul da margem direita do Ródano, na zona entre Ardèche e o Gard. As condições climáticas são mais frias que o normal nesta região e conseguem evitar os excessos de maturação e um estilo compotado.</p>
<p>Que vinhos vamos provar na 6ª?</p>
<p>Na 6ªfeira, a sessão inclui vinhos brancos e tintos, essencialmente do produtor Eric Texier, que descobrimos no início de Junho, elaborados de modo tradicional, procurando realçar os “terroirs”  de origem e destinados a goliardos autênticos.<br />
Quando?  6ªfeira, 13 de Novembro, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
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