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	<title>Os Goliardos &#187; Branco</title>
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		<title>5ªfeira, 31 de Março, brancos do loire, Vouvray e Montlouis, de Chidaine</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 09:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,
 Ao longo destes anos de viagem pelo vinho, deliciamo-nos quando descobrimos um novo produtor que nos faz brilhar os olhos através dos seus vinhos, mas o que nos enche verdadeiramente a alma é a confirmação de um produtor, vindima após vindima. François Chidaine é um deles.

Faz parte dos produtores com que trabalhamos desde o início, e faz parte daqueles que nos continuam a surpreender pela precisão, pela exigência, pelo contributo na revelação de terroirs desconhecidos através de vinhos sempre excepcionais. Estivemos na Loire em Janeiro e viemos com a confirmação que Chidaine entra no círculo dos produtores que fazem arte.

Os seus vinhos acabam de chegar. Estamos em pulgas para vos dar a conhecer!

 Cumprimentos goliárdicos,

 Nadir e Sílvia
 
François Chidaine
 François Chidaine não oferece  (...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="1034">
<tbody>
<tr>
<td width="722" valign="top">Caros Goliardos, Ao longo destes anos de viagem pelo vinho, deliciamo-nos quando descobrimos um novo produtor que nos faz brilhar os olhos através dos seus vinhos, mas o que nos enche verdadeiramente a alma é a confirmação de um produtor, vindima após vindima. François Chidaine é um deles.</p>
<p>Faz parte dos produtores com que trabalhamos desde o início, e faz parte daqueles que nos continuam a surpreender pela precisão, pela exigência, pelo contributo na revelação de terroirs desconhecidos através de vinhos sempre excepcionais. Estivemos na Loire em Janeiro e viemos com a confirmação que Chidaine entra no círculo dos produtores que fazem arte.</p>
<p>Os seus vinhos acabam de chegar. Estamos em pulgas para vos dar a conhecer!</p>
<p> Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p> Nadir e Sílvia</td>
</tr>
<tr>
<td width="722" valign="top"><strong>François Chidaine</strong> François Chidaine não oferece sorrisos gratuitos. A última vez que o encontrámos foi num encontro de vinhos na Loire e numa primeira abordagem ficámos a pensar que não nos tinha reconhecido. Serviu-nos um copo, numa expressão séria e fria. Depois perguntou-nos se o encontro Vinho ao Vivo tinha corrido bem. Apercebemo-nos que sabia quem éramos. Pensámos então que não devia estar num dia muito feliz. A produtora catalã que nos acompanhava na viagem à Loire, Marta Rovira, repetiu incessantemente toda a noite: “ele está com algum problema, certamente!”.</p>
<p>No dia seguinte, voltámos a encontrá-lo. Quis saber quem eram os produtores espanhois, saber que vinhos faziam, convidou-os a visitar a quinta e ficarem em sua casa. O gelo quebrou-se e François esboçou um sorriso tímido, verdadeiro e tão surpreendente que nos sentimos calorosamente abraçados. A sequência magnífica dos vinhos que nos deu a provar derreteu toda a qualquer distância que ainda restava. A timidez que se mascarava de frieza tornara-se sedutora. A Marta Rovira, rendida aos vinhos e a quem os fez, concluiu que o problema que o devia verdairamente atormentar no dia anterior era como manter aquele patamar de qualidade nos seus vinhos daqui em diante.</p>
<p> Foi em 1989 que François Chidaine se lançou como viticultor independente, depois de ter apoiado durante 5 anos os seus pais e ter acompanhado as dificuldades económicas que sofriam apesar do trabalho extenuante que lhes dava a vinha. Decidiu então recuperar 3 ha da família e comprar 1,5 ha. Em 1998 tinha já 10 ha de vinhas em Montlouis e em 2002 alugou 10 ha de vinhas na vizinha Vouvray que sempre gozou de um prestígio maior. Hoje tem 35 ha: 20 ha (45 parcelas) em Montlouis, 10 ha em Vouvray e 5 ha na DOC Touraine onde vinifica um tinto, um rosé e um branco (Sauvignon blanc).</p>
<p>Criou juntamente com a sua mulher Manuela uma garrafeira em Montlouis para dar a conhecer os vinhos da Loire mas também de outras regiões e países.</p>
<p>É hoje um produtor (re)conhecido pelos vinhos e também pela sua capacidade de dinamizar a região, associar os seus produtores e apoiar jovens viticultores que se investem na realização de vinhos autênticos e reveladores das diferentes parcelas.</p>
<p>Para François Chidaine, o vinho implica uma paixão individual mas também um movimento colectivo local e global. É uma vida de dedicação e um trabalho sério ao longo do tempo.</p>
<p> <strong>Vouvray e Montlouis: a DOC aristocrática e a DOC camponesa</strong></p>
<p><strong> </strong>Estas sub-regiões vizinhas, apenas separadas pelo rio Loire, ambas dedicadas à produção de brancos com a <strong>casta dominante Chenin</strong>, começaram ter uma só referência: Vouvray.</p>
<p>Em 1936 era criada a Denominação de Origem Controlada Vouvray. Esta incluia as parcelas de Vouvray e igualmente as parcelas de Montlouis vizinhas a Vouvray, junto ao rio Loire, deixando de fora as restantes parcelas de Montlouis. Dois anos depois era criada a DOC Montlouis por reacção dos produtores desta zona à discriminação criada pela DOC Vouvray.</p>
<p>Em boa verdade, a rivalidade não começara nem termina aqui: Montlouis vivia na sombra de Vouvray, a aristocrática rival, até aparecerem 2 produtores: François Chidaine (nativo de Montlouis) e Jacky Blot (proveniente de Paris) dinamizaram esta DOC e arrastaram uma nova geração de produtores que fez com que os vinhos de Montlouis sejam hoje tão ou mais interessantes que os Vouvray.</p>
<p>Montlouis é situada na margem esquerda da Loire e o coração da DOC situa-se no planalto triangular delimitado pelas aldeias de Montlouis, Lussault e Saint-Martin le Beau, com um vinhedo exposto maioritariamente a Sul, em encostas suaves, viradas em direcção do rio Cher.</p>
<p>Bordada a Norte pela Loire, a Sul pelo Cher e a Este pela floresta de Amboise, Montlouis beneficia dum micro-clima ameno com influência atlântica que permite uma boa maturação das uvas da casta Chenin Blanc.</p>
<p>Chidaine qualifica a <strong>DOC Montlouis de mais feminina</strong> enquanto <strong>Vouvray seria mais qualificada pela potência e riqueza</strong>. Os vinhos provenientes do planalto de Montlouis são potentes e ricos, com uma trama ácida marcada e uma boa aptidão à guarda. Os vinhos provenientes das parcelas mais arenosas são finos e elegantes.</p>
<p> <strong>O ano 2008</strong></p>
<p>Um ano climatérico típico do Loire com temperaturas frescas durante o ciclo da vinha, um fim de verão e inicio de Outono solarengo e seco permitiram concentrar as uvas, dando um perfil maduro com uma boa acidez e vinhos para apreciadores de brancos aprimorados.</p>
<p> <strong>O ano 2009</strong></p>
<p>É um ano que alguns situam entre a riqueza e sobre maturação de 2003 e a frescura e profundidade de 2005. Ano que deu vinhos mais concentrados e redondos que o mais fresco e mais típico 2008.</p>
<p> <strong>Os Vinhos que iremos provar</strong></p>
<p> Montlouis Clos du Breuil: terra argilosa, com uma forte proporção de sílex grande, difícil de trabalhar, terroir ingrato e fresco, exposto a Noroeste.</p>
<p> Montlouis Choisilles: em geral este Montlouis, proveniente das parcelas Clos Renard e Epinais, com vinhas de 90 anos em solos argilosos e de silex, é produzido com esta etiqueta nos anos em que não é possível produzir um branco meio-seco ou doce.</p>
<p> Montlouis Bournais: Terroir virado pela Loire a dominante calcário, comprado há 10 anos pelo produtor, que dá vinhos duma grande profundidade e complexidade.</p>
<p> Vouvray Les Argiles: Vinhedo com 40 anos, o solo é composto de argilas profundas com um giz branco friável.</p>
<p> Vouvray Clos Baudoin: Foi esta parcela que levou o Chidaine a comprar vinhas na rival DOC Vouvray. Tem o mesmo tipo de solo que Les Argiles. Este “clos” é hoje considerado um potencial candidato para uma classificação Grand Cru no projecto de distinguir os sítios qualitativos de Vouvray. </td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Esta 5ªfeira, 29 de Abril, nas 1001 noites: pérolas brancas da Borgonha</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 17:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Esta semana é a oportunidade para os que faltaram ao Jackpot de Borgonha tinto: esta quinta-feira temos Borgonha branco  com vinhos mesmo a calhar na chegada de uma semana de calor.
Se os tintos da Borgonha podem fazer estranhar os apreciadores da potência dos tintos do Sul, quando tocamos em vinhos brancos é consensual termos a Borgonha como um oásis. Até temos vontade de nos tornarmos camelos e armazenarmos Borgonha nas bossas!
Vinhos frescos, vivos mas igualmente cremosos e aromáticos, com um potencial de envelhecimento elevado, apresentam diferenças claras consoante a sub-região.

Esta quinta-feira iremos provar vinhos de regiões e produtores diversos, alguns míticos, como Jean-Marc Roulot de Mersault, de Villaine de Cote Challonaise, Goisot de Chablis. 
Para variar, nós já estamos a salivar….


Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta semana é a oportunidade para os que faltaram ao Jackpot de Borgonha tinto: esta quinta-feira temos Borgonha branco  com vinhos mesmo a calhar na chegada de uma semana de calor.<br />
Se os tintos da Borgonha podem fazer estranhar os apreciadores da potência dos tintos do Sul, quando tocamos em vinhos brancos é consensual termos a Borgonha como um oásis. Até temos vontade de nos tornarmos camelos e armazenarmos Borgonha nas bossas!<br />
Vinhos frescos, vivos mas igualmente cremosos e aromáticos, com um potencial de envelhecimento elevado, apresentam diferenças claras consoante a sub-região.</p>
<p>Esta quinta-feira iremos provar vinhos de regiões e produtores diversos, alguns míticos, como Jean-Marc Roulot de Mersault, de Villaine de Cote Challonaise, Goisot de Chablis.<br />
Para variar, nós já estamos a salivar….</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>De Villaine<br />
Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram vinhas desde a Idade Média, esta quinta com 20ha, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu sobrinho Pierre De Benoist, igualmente co-proprietários da Romanée-Conti, dedica-se à produção de brancos e tintos puros, expressivos da Côte Chalonnaise. Todas as vinhas são plantadas nas encostas, com solo pobre e muito concentrado em calcário. A escolha de variedades pouco produtivas e o trabalho na vinha em agricultura biológica levam a ter rendimentos por hectare baixos. Jean-Marc Roulot falando dos De Villaine disse-nos : “Lá fazem pequenos milagres”</p>
<p>Jean-Marc Roulot</p>
<p>Jean-Marc Roulot é um dos &#8220;vignerons&#8221; borgonheses mais famosos no Mundo, mas o sucesso não lhe subiu à cabeça e permaneceu de uma simplicidade e humanidade que o seu percurso pode ajudar a explicar: aos vinte anos chocou o seu pai, camponês-produtor, quando largou a quinta e a Borgonha para entrar no Conservatório e aprender teatro em Paris. Só a morte precoce do seu pai o fez voltar para gerir a quinta familiar. Como produtor e como artista, é uma pessoa convicta mas extremamente tolerante e disponível. Os seus vinhos de Meursault são firmes, longe duma certa caricatura amanteigada, à procura da essência e da finura do solo que lhes dá vida.</p>
<p>Goisot<br />
Quinta com 27 hectares situada perto de Chablis numa zona de solos argilo-calcários, mais fria que o resto da Borgonha. Os vários membros da família esforçaram-se com um trabalho invulgar nas vinhas para tirar do anonimato esta DOC de Cotes d’Auxerre, que por ter as vinhas do outro lado do rio Serein não beneficia do famoso nome Chablis. As vinhas são amanhadas consoante os princípios da agricultura biológica, com uma densidade elevada de plantação de 10 000 vinhas por hectare, nível idêntico aos das mais famosas parcelas da região. O trabalho na adega é relativamente simples e dedica-se a revelar o máximo a especificidade e a qualidade das uvas, provenientes de vinhas velhas.</p>
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		<title>Domaine de Villaine, Les Clous 2007 (Branco, Borgonha)</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram de vinhas desde a Idade Média, esta quinta, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu neto Pierre De Benoist, aproveita solos calcários pobres que naturalmente restringem os rendimentos e asseguram a maturação das uvas. A quinta em agricultura biológica desde 1986 produz vinhos com bela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram de vinhas desde a Idade Média, esta quinta, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu neto Pierre De Benoist, aproveita solos calcários pobres que naturalmente restringem os rendimentos e asseguram a maturação das uvas. A quinta em agricultura biológica desde 1986 produz vinhos com bela acidez e capacidade de guarda. Este vinho provém duma parcela chamada Les Clous, exposta numa encosta a Sul, num lugar abrigado do vento frio do Norte. É um vinho de guarda proveniente de vinhas velhas, austero na juventude que se revela a partir de 5-7 anos numa finura e complexidade que recompensa os mais pacientes.</p>
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		<title>Bourgogne 2006, Domaine Maroslavac-Léger (Branco, Borgonha)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 18:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quinta dirigida desde 1975 por Roland Maroslavac, com 8 ha de vinhas dedicadas essencialmente à produção dos brancos, nas parcelas prestigiosas como Puligny-Montrachet, Chassagne-Montrachet, Meursault. Este produtor está agora na idade de fazer os vinhos que gosta plenamente, porque “já está na idade de curtir e de não se preocupar demais com a realidade do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta dirigida desde 1975 por Roland Maroslavac, com 8 ha de vinhas dedicadas essencialmente à produção dos brancos, nas parcelas prestigiosas como Puligny-Montrachet, Chassagne-Montrachet, Meursault. Este produtor está agora na idade de fazer os vinhos que gosta plenamente, porque “já está na idade de curtir e de não se preocupar demais com a realidade do mercado”. Este Borgonha provem de diferentes parcelas, de vinhas mais novas, vinificadas em madeira usada para dar um vinho mais imediato, revelando aromas discretos de pêra, uma boca cremosa e quente com a acidez a manter discretamente o equilíbrio.</p>
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		<title>Carqueijal 2007, Quinta Seara d’Ordens (Branco, Douro)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A quinta fica em Vila Nova de Poiares, a 9 kms de Peso da Régua, em altitude, numa encosta exposta a Sul, o que proporciona condições ideais para a maturação e a frescura das uvas. Três irmãos produzem os vinhos desta quinta. Este branco foi produzido a partir das castas Malvasia fina, Cercial e Fernão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A quinta fica em Vila Nova de Poiares, a 9 kms de Peso da Régua, em altitude, numa encosta exposta a Sul, o que proporciona condições ideais para a maturação e a frescura das uvas. Três irmãos produzem os vinhos desta quinta. Este branco foi produzido a partir das castas Malvasia fina, Cercial e Fernão Pires, dando um vinho seco, com fruta exótica e bom equilíbrio. Acompanhará bem uma garoupa no forno.</p>
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		<title>Petit Caus 2008, Can Rafols dels Caus (Branco, Catalunha)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:02:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Carlos Esteva vivia em Minorca uma vida de poeta na época beatnik, quando decidiu no final dos anos 1970 regressar à quinta do avô no Penedes para recuperar-la e revitalizar o cultivo da vinha. Amador de vinhos gastronómicos, plantou castas indígenas e francesas e criou uma gama completa de brancos, roses, tintos e espumantes (Cava). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Esteva vivia em Minorca uma vida de poeta na época beatnik, quando decidiu no final dos anos 1970 regressar à quinta do avô no Penedes para recuperar-la e revitalizar o cultivo da vinha. Amador de vinhos gastronómicos, plantou castas indígenas e francesas e criou uma gama completa de brancos, roses, tintos e espumantes (Cava). Num clima mediterrânico, com influência marítima, num solo pedregoso argilo-calcário, produz este branco a base de Xarel-lo e Parellada (50% e 25%), complementado com Chardonnay, Chenin blanc e Moscatel. Vinho frutado, redondo, com toques a ervas frescas, vinificado em cubas de inox. </p>
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		<title>Côtes du Jura 2006, Domaine Boisson (Branco, Jura)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:21:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jean-Yves Boisson lidera com o seu pai esta quinta artesanal em Toulouse le Château, perto da Suiça, num clima entre o da Borgonha e dos Alpes. Num solo argilo-calcário, produz este branco feito a partir das castas Savagnin e Chardonnay, vinificados durante 3 anos debaixo dum velo de leveduras chamado flor que aparece naturalmente quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jean-Yves Boisson lidera com o seu pai esta quinta artesanal em Toulouse le Château, perto da Suiça, num clima entre o da Borgonha e dos Alpes. Num solo argilo-calcário, produz este branco feito a partir das castas Savagnin e Chardonnay, vinificados durante 3 anos debaixo dum velo de leveduras chamado flor que aparece naturalmente quando as pipas não são atestadas de propósito. Desenvolve uma gama aromática complexa com nozes, cogumelos, caril, com uma boca fresca e tensa.</p>
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		<title>Coucou 2006, Elian Da Ros (Branco, Côtes du Marmandais)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:11:25 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Formado na Alsácia na quinta do produtor Zind-Humbrecht muito exigente, Elian Da Rós voltou às origens para trabalhar na terra natal de Cocumont, entre Bordeús e Cahors. Plantou 21 ha de vinhas com uma dominante de castas tintas mas também as castas brancas Sauvignon blanc, Sauvignon gris e Semillon que deram este vinho sensual com mel, frutos com caroço, uma boca sedosa e quase doce, apesar do vinho não ter nenhum açúcar residual, e uma textura sensual.</p>
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		<title>Riesling 2008, André Kleinknecht (Branco, Alsácia)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:45:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Situada no Alto-Reno, em Mittelbergheim, a quinta de André Kleinknecht produz Rieslings que chamaram a atenção, e o próprio reconhece que tem um carinho especial por esta casta, continuando no entanto a vinificar as outras castas tradicionais da zona (Pinot gris, Gewurtztraminer, Sylvaner, &#8230;). Este Riesling provém duma parcela granítica com vinhas de 35 anos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Situada no Alto-Reno, em Mittelbergheim, a quinta de André Kleinknecht produz Rieslings que chamaram a atenção, e o próprio reconhece que tem um carinho especial por esta casta, continuando no entanto a vinificar as outras castas tradicionais da zona (Pinot gris, Gewurtztraminer, Sylvaner, &#8230;). Este Riesling provém duma parcela granítica com vinhas de 35 anos. Foi vindimado a maturação frutada, o que quer dizer sem procurar a máxima potência mas um estilo mais ligeiro. Toques de citrinos, ainda firme, com a mineralidade típica da casta e para ganhar complexidade com o tempo.</p>
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		<title>Reserva 2008, Quinta do Monte Travesso (Branco, Douro)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:22:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Campeão nacional de vela, Bernardo Albuquerque está agora completamente empenhado na liderança deste quinta, familiar há 4 gerações. Situada em Tabuaço na margem esquerda do Rio Douro, no Cima Corgo, a localização confere aos vinhos mais acidez e austeridade na juventude. Este vinho provém de vinhas de Rabigato, Malvasia, Gouveio e Codega provenientes de Tabuaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Campeão nacional de vela, Bernardo Albuquerque está agora completamente empenhado na liderança deste quinta, familiar há 4 gerações. Situada em Tabuaço na margem esquerda do Rio Douro, no Cima Corgo, a localização confere aos vinhos mais acidez e austeridade na juventude. Este vinho provém de vinhas de Rabigato, Malvasia, Gouveio e Codega provenientes de Tabuaço e do Douro Superior. Nariz com fruta exuberante associado a toques de mato, a madeira nota-se discretamente, bela textura de boca com um bom desempenho aromático. </p>
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