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	<title>Os Goliardos &#187; Vinhos espanhois</title>
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		<title>Vinhos Bernabeleva, Madrid</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 17:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos espanhois]]></category>

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		<description><![CDATA[Juan Diez Bulnes decidiu recentemente fazer vinhos honestos e de qualidade com as vinhas que o seu avô, Vincente Alvarez-Villamil, um médico visionário plantou quando comprou a quinta em 1923. Estamos ao pé da Serra de Gredos, em San Martin de Valdeiglesias, no Sudoeste de Madrid, uma região vitícola por desvendar. Marc Isart é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://osgoliardos.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/54-Medium.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2219" title="Bernabeleva" src="http://osgoliardos.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/54-Medium-300x200.jpg" alt="Foto tirada em 2011, por Sílvia Bastos" width="300" height="200" /></a>Juan Diez Bulnes decidiu recentemente fazer vinhos honestos e de qualidade com as vinhas que o seu avô, Vincente Alvarez-Villamil, um médico visionário plantou quando comprou a quinta em 1923. Estamos ao pé da Serra de Gredos, em San Martin de Valdeiglesias, no Sudoeste de Madrid, uma região vitícola por desvendar. Marc Isart é o enólogo responsável e, com o apoio de Raul Perez, cultiva os 35 ha de vinhas velhas de castas Garnacha, Albillo, Moscatel de Grano Menudo e Tinta Morenillo. A viticultura respeita o terroir e procura realçar as expressões de cada parcela, com práticas ecológicas e biodinâmicas. Os vinhos Navaherreros e Cantocuerdas são vinhos de lote e 3 parcelas são escolhidas para elaborar vinhos tintos de “finca” : Arroyo del Tórtolas, parcela de solo granítico exposta a Norte com uma idade média de 65 anos e uma altitude de 800 metros, “Carril del Rey”, uma vinha de 80 anos exposta a Sul no solo granítico um pouco mais profundo e “Viña Bonita” uma parcela de 80 anos situada na parte acima da encosta num solo granítico mais compacto que os precedentes numa altitude de 700 metros. Marc Isart explora com paixão e exigência o potencial desta zona, viaja noutros vinhedos para progredir e entender ainda melhor o seu vinhedo. Transmite sonho e consistência, numa abordagem franca e estimulante, num projecto pioneiro que merece toda a nossa atenção.</p>
<p><strong>Navaherreros tinto 2009, </strong>Tinto</p>
<p>Para Marc Isart, este vinho representa a essência de San martin de Valdeiglesias, por ser um vinho de lote de diferentes parcelas, com solos e microclimas variados. As vinhas de Garnacha têm entre 40 e 80 anos. Nariz a frutos vermelhos macerados, toques de ervas secas, boca rica, mas onde o álcool consegue não dominar, bela complexidade aromática e sensação de vinho forte e aéreo ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>Arroyo del Tórtolas 2009, </strong>Tinto</p>
<p>Nome duma vinha que se situa numa encosta exposta a Norte, com uma idade média de 65 anos num solo granítico. Esta vinha é uma das 1ªs a amadurecer, dando um vinho amplo com sensação delicada e prolongada.</p>
<p><strong>Cantocuerdas blanco 2009, </strong>Branco</p>
<p>Feito com casta Albillo, típica da Serra de Gredos. Naturalmente quando bem madura, dá uma textura espessa ao vinho e com aromas secos. Vinificado em madeira. Aconselhamos este branco com pratos mais densos e espessos, no fim do verão.</p>
<p><strong>Navaherreros blanco 2009, </strong>Branco</p>
<p>Branco feito com as castas autóctones Albillo e Macabeu, fermentadas em barricas de 500 e 600 litros de forma a oxigenar o vinho sem o marcar excessivamente pela madeira. Nariz a ervas secas, infusão de ervas, maçã e ginja, tem uma boca gorda, sensação calorosa mas sem peso, num conjunto rico, equilibrado e com mineralidade.</p>
<p>Os Vinhos de Bernabeleva são importados e comercializados pelos Goliardos. Os preços encontram-se disponíveis na nossa página Os Vinhos do site. Qualquer questão, basta enviar um mail para <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a></p>
<p><span><span><span id="_marker"> </span></span></span></p>
<p><span><span> </span></span></p>
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		<title>2 de Junho, 5ªfeira, nas 1001 noites: Vinho tinto da Galiza, atlântico inconfundível</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2011/05/31/2-de-junho-5%c2%aafeira-nas-1001-noites-vinho-tinto-da-galiza-atlantico-inconfundivel/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 10:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Galiza]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos espanhois]]></category>

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		<description><![CDATA[A sessão das 1001 noites de brancos galegos que fizemos em Março deixou a certeza que vinhos especiais se fazem por cima das nossas cabeças. Ficou prometida uma prova de tintos da Galícia, pois aqui vai ela!
Numa região essencialmente dedicada a brancos, alguns produtores procuram fazer tintos ousados, diferentes de tudo o que alguma vez provámos. Vinhos atlânticos, muito frescos e vivos. Perfeitos para o verão. Vamos provar 3 produtores excepcionais e dar-vos a conhecer uma região excepcional bastante à margem.

Quando?  5ªfeira, dia 2 de Junho, das 19h30 às 21h00
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa
Quanto? 20 euros por participante
Como fazer a minha reserva? Basta enviar um e-mail com o nome dos interessados. Os lugares são contados pelo que a corrida está lançada!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sessão das 1001 noites de brancos galegos que fizemos em Março deixou a certeza que vinhos especiais se fazem por cima das nossas cabeças. Ficou prometida uma prova de tintos da Galícia, pois aqui vai ela!</p>
<p>Numa região essencialmente dedicada a brancos, alguns produtores procuram fazer tintos ousados, diferentes de tudo o que alguma vez provámos. Vinhos atlânticos, muito frescos e vivos. Perfeitos para o verão. Vamos provar 3 produtores excepcionais e dar-vos a conhecer uma região excepcional bastante à margem.</p>
<p><strong><em>Quando?</em></strong><strong><em> </em></strong> 5ªfeira, dia 2 de Junho, das 19h30 às 21h00</p>
<p><strong><em>Onde?</em></strong><strong><em> </em></strong> Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa</p>
<p><strong><em>Quanto?</em></strong><strong><em> </em></strong>20 euros por participante</p>
<p><strong><em>Como fazer a minha reserva?</em></strong><strong> </strong>Basta enviar um e-mail com o nome dos interessados. Os lugares são contados pelo que a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>5ªfeira, 2 de Dez, nas 1001 noites: vinhos tipicamente ATIPICOS</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/11/29/5%c2%aafeira-2-de-dez-nas-1001-noites-vinhos-tipicamente-atipicos/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 15:52:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Jerez de la Frontera]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos espanhois]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos italianos]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

 Esta semana faremos uma prova há muito ambicionada: Vinhos Atípicos.

 Vinhos que resultam de experiências ou enganos que fizeram história e que agora são típicos de determinadas regiões.
Vinhos estapafúrdios, extravagâncias maravilhosas, aberrantemente divinos.
Freaks do vinho.
Verdadeiras curiosidades.
Enganos que deram origem a néctares divinos.
Defeitos por muitos evitados e que aqui são levados ao rubro.
Vinhos únicos, que os Goliardos foram encontrar nas suas expedições e que importam directamente de produtores malucos.
Vinhos que casam com pratos que se achavam condenados à solidão.

Comida que finalmente encontra a sua alma gémea.
Vinhos do outro mundo.
Vinhos estranhos que se entranham.
 

Uma verdadeira Overdose de loucura vínica!!!!!!!

 A prova será feita com os queijos excepcionais que acabaram de chegar, importados pelos Goliardos, de pequenos artesãos queijeiros.

 Caso não possam vir à prova, os vinhos ficarão à prova a copo nessa noite.

 Cumprimentos goliárdicos,

 Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="617" valign="top">“Da sensibilidade, da personalidade distinta que ela determina, nasce a arte per o que se chama a inspiração – o segredo que ninguém falou, o sésamo dito por acaso, o eco em nós do encantamento distante.”<strong>Fernando Pessoa, Atenas, 1924</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="617" valign="top">Caros Goliardos, Esta semana faremos uma prova há muito ambicionada: Vinhos Atípicos.</p>
<p> Vinhos que resultam de experiências ou enganos que fizeram história e que agora são típicos de determinadas regiões.</p>
<p>Vinhos estapafúrdios, extravagâncias maravilhosas, aberrantemente divinos.</p>
<p>Freaks do vinho.</p>
<p>Verdadeiras curiosidades.</p>
<p>Enganos que deram origem a néctares divinos.</p>
<p>Defeitos por muitos evitados e que aqui são levados ao rubro.</p>
<p>Vinhos únicos, que os Goliardos foram encontrar nas suas expedições e que importam directamente de produtores malucos.</p>
<p>Vinhos que casam com pratos que se achavam condenados à solidão.</p>
<p>Comida que finalmente encontra a sua alma gémea.</p>
<p>Vinhos do outro mundo.</p>
<p>Vinhos estranhos que se entranham.</p>
<p><strong>Uma verdadeira Overdose de loucura vínica!!!!!!!</strong></p>
<p> A prova será feita com os queijos excepcionais que acabaram de chegar, importados pelos Goliardos, de pequenos artesãos queijeiros.</p>
<p> Caso não possam vir à prova, os vinhos ficarão à prova a copo nessa noite.</p>
<p> Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p> Sílvia e Nadir</td>
</tr>
<tr>
<td width="617" valign="top"><strong><em>Vin Jaune:</em></strong> branco típico da região de Jura (França) feito com a casta Savagnin, 6 anos de estágio debaixo de um véu de flor com oxidação lenta.<strong><em>La Stoppa Ageno:</em></strong> um branco de Emilia Romagna, em Itália, com maceração de 60 dias e envelhecimento em tonéis.</p>
<p><strong><em>Manzanilla:</em></strong> um branco típico da Andaluzia, Sanlucar de Barameda, feito com a casta palomino fino, feito com estágio debaixo de um véu de flor em sistema de solera durante 6 anos e ligeiramente fortificado.</p>
<p><strong><em>Espumante Tinto</em></strong> típico da Emilia-Romagna feito segundo o método Charmat</p>
<p><strong><em>Tinto Amarone:</em></strong> um vinho típico da região italiana de Valpolicella, perto de Verona, feito com uvas que são secas em tabuleiros, pisadas e maceradas durante 60 dias.</p>
<p><strong><em>Os vinhos que irão ser provados são importados pelos Goliardos directamente de produtores por nós visitados e seleccionados. Só podem ser encontrados à venda em Portugal na garrafeira dos Goliardos</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em> </em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="617" valign="top"><strong><em>Quando?</em></strong><strong><em> </em></strong> 5ªfeira, dia 2 de Dezembro, das 19h30 às 21h30<strong><em>Onde? </em></strong> Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa</p>
<p><strong><em>Quanto?</em></strong><strong><em> </em></strong>20 euros por pessoa</p>
<p><strong><em>O que inclui? </em></strong>Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos às cegas e petiscos a condizer para não se engolir em seco!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>Como faço a minha reserva?</em></strong><strong> </strong>Basta enviar um e-mail para <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a> com nomes dos interessados em participar. Temos um número limite de lugares por isso a corrida está lançada!</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>3 de Setembro, 6ªfeira, nas 1001 noites: descoberta dos Vinhos da Catalunha Espanhola e Francesa</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/09/01/3-de-setembro-6%c2%aafeira-nas-1001-noites-descoberta-dos-vinhos-da-catalunha-espanhola-e-francesa/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2010/09/01/3-de-setembro-6%c2%aafeira-nas-1001-noites-descoberta-dos-vinhos-da-catalunha-espanhola-e-francesa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 10:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Catalunha]]></category>
		<category><![CDATA[Languedoc-Roussillon]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos espanhois]]></category>

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		<description><![CDATA[A zona fronteira mediterrânica entre Espanha e França tem revelado vinhos muito interessantes, com o cariz estruturado e potente mas igualmente fresco.

Uma nova geração de produtores proveniente de outras regiões veio instalar-se no Norte da Catalunha, procurando desvendar um terroir até aqui apenas explorado para vinhos fortificados, para produzir agora vinhos tintos, com base nas castas Carignan e Grenache.

Alguns Goliardos mais assíduos com certeza já provaram alguns destes nomes: Gauby, Tribouley, Mas Estela…

 

Esta sexta-feira iremos provar só tintos da Catalunha espanhola e francesa e (talvez) concluir que o vinho tem regiões mas não tem fronteiras J

 

 
 
Para vir na sexta, que tenho que fazer?

 

 

Quando?  6ªfeira, 3 de Setembro, das 19h30 às 21h30

Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa

Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.

O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.

Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.

 
 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="576" valign="top"><strong><em> </em></strong>A zona fronteira mediterrânica entre Espanha e França tem revelado vinhos muito interessantes, com o cariz estruturado e potente mas igualmente fresco.</p>
<p>Uma nova geração de produtores proveniente de outras regiões veio instalar-se no Norte da Catalunha, procurando desvendar um terroir até aqui apenas explorado para vinhos fortificados, para produzir agora vinhos tintos, com base nas castas Carignan e Grenache.</p>
<p>Alguns Goliardos mais assíduos com certeza já provaram alguns destes nomes: Gauby, Tribouley, Mas Estela…</p>
<p>Esta sexta-feira iremos provar só tintos da Catalunha espanhola e francesa e (talvez) concluir que o vinho tem regiões mas não tem fronteiras J</p>
<p><strong><em> </em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="576" valign="top"><strong><em>Para vir na sexta, que tenho que fazer?</em></strong><strong><em> </em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Quando?</em></strong><strong><em> </em></strong> 6ªfeira, 3 de Setembro, das 19h30 às 21h30</p>
<p><strong><em>Onde?</em></strong><strong><em> </em></strong> Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa</p>
<p><strong><em>Quanto?</em></strong><strong><em> </em></strong>15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.</p>
<p><strong><em>O que inclui?</em></strong><strong><em> </em></strong>Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.</p>
<p><strong><em>Como funciona? </em></strong>Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.<strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>Como fazer a minha reserva?</strong><strong> </strong>Basta enviar um mail com o nome dos interessados para <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a>.</p>
<p>Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!<strong></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>Esta 6ªfeira, 26 de Fevereiro, nas 1001 noites: Manzanilla</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/20/esta-6%c2%aafeira-26-de-fevereiro-nas-1001-noites-manzanilla/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/20/esta-6%c2%aafeira-26-de-fevereiro-nas-1001-noites-manzanilla/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 18:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Jerez de la Frontera]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos espanhois]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Esta semana propomos dar-vos a conhecer um vinho de tapas, a Manzanilla, proveniente do Sul de Espanha, na Andalucia, junto a Jerez de la Frontera, em Sanlucar de Barrameda.
São vinhos brancos, criados em barrica sob un véu de leveduras, e que revelam uma especificidade e frescura que têm a particularidade de se casarem com comidas diversas. Tapas, portanto.

Em Janeiro visitámos a região e aqui vem a nossa selecção!


Em baixo, data para o próximo B-A-BÁ.
Inscrições abertas, basta enviar um e-mail.

Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>La manzanilla de Sanlúcar y Los Puertos,<br />
alegra a los vivos<br />
y resucita a los muertos</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta semana propomos dar-vos a conhecer um vinho de tapas, a Manzanilla, proveniente do Sul de Espanha, na Andalucia, junto a Jerez de la Frontera, em Sanlucar de Barrameda.<br />
São vinhos brancos, criados em barrica sob un véu de leveduras, e que revelam uma especificidade e frescura que têm a particularidade de se casarem com comidas diversas. Tapas, portanto.</p>
<p>Em Janeiro visitámos a região e aqui vem a nossa selecção!</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Situação geográfica</p>
<p>A Manzanilla, vinho da família dos Jerez de Andalucia, é produzida em Sanlucar de Barrameda, a Norte de Cádiz, onde o rio Gualdaquivir desemboca no oceano, na atmosfera húmida das caves situadas a beira do mar. O vinho desenvolve as características especiais que resultam dum estágio debaixo dum véu de flor, que lhe dá aromas singulares de leveduras, amêndoa, iodo. De aspecto muito pálido, ligeiro, seco e com uma acidez refrescante, este vinho tem normalmente uma graduação alcoólica de 15 graus. É o vinho mais ligeiro dos vinhos de Jerez, que acompanha muito bem as tapas andaluzes, bebendo-se refrescado.</p>
<p>As melhores uvas da casta Palomino fino provêm de solos calcários de giz (chamados albarizas), que se concentram no triangulo de ouro : Jerez de la Frontera, Sanlúcar de Barrameda, El Puerto de Santa Maria. Este solo consegue acumular até um terço do seu volume em água, permitindo preservar recursos durante o verão quente, alimentando a vinha por capilaridade. </p>
<p>Método de produção</p>
<p>Produz-se inicialmente um branco seco. As uvas das melhores parcelas são reservadas para os finos e as manzanillas e passa pelas barricas americanas velhas.  O vinho vai ser fortificado com álcool etílico para chegar ao grau de 15-15,5% para os futuros finos e manzanillas, cujo estágio vai ser uma “crianza (estágio) biológica”. Quando o vinho alcança os 15% numa pipa não atestada completamente para deixar entrar oxigénio, ganha um véu de levedura na superfície, chamado flor. Esta flor vai proteger o vinho da oxidação negativa e lhe dar a sua tipicidade aromática.<br />
Em Sanlúcar, a humidade do mar permite ter uma flor mais homogénea que em Jerez onde o vinho equivalente tem o nome de fino. Resulta que a manzanilla de Sanlucar é ainda mais pálida que o fino de Jerez, com toques aromáticos de iodo que o do Jerez um pouco mais potente não tem.</p>
<p>História</p>
<p>Este vinho é um dos poucos que não tem o nome do seu lugar de origem. Existem várias explicações que convivem sobre o nome, sendo a mais aceite o facto de o vinho desenvolver um aroma similar ao da flor de camomila (manzanilla em castelhano). </p>
<p>As primeiras referencias escritas ao nome Manzanilla aparecem no final do século XVIII numas obras do Juan Ignacio Gonzalez del Castillo. Prosper Mérimée menciona o nome Manzanilla no livro Cármen em 1845. Na opera do mesmo nome criada por Georges Bizet, volta a referir-se ao nome de Manzanilla falando do caldo de Sanlucar. </p>
<p>Dentro da literatura popular andaluz, há canções e provérbios referindo-se ao famoso vinho :<br />
“De Roma se va por bulas<br />
Por tabaco a Gibraltar,<br />
Por manzanilla a Sanlúcar,<br />
Y a Cádiz se va por sal.<br />
De Rota ; la tintilla ; de Sanlúcar ; la manzanilla.<br />
De Rota la tintilla; de Sanlúcar la manzanilla ; y de Jerez, el que rey de los vinos es<br />
La manzanilla de Sanlúcar y Los Puertos, alegra a los vivos y resucita a los muertos »</p>
<p>Quando?  6ªfeira, 26 de Fevereiro, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/20/esta-6%c2%aafeira-26-de-fevereiro-nas-1001-noites-manzanilla/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
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		<title>Joven 2008, Bodega Artadi (Tinto, Rioja)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 18:49:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Rioja / Navarra]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Juan Carlos López de Lacalle criou a bodega Artadi em Laguardia no coração da Rioja em 1985, com o conceito que os grandes vinhos são intimamente ligados à terra e às pessoas que a lavram. Este vinho reflecte a tradição riojana de produzir vinhos “cosecheros”, de lavradores, que costumam beber-se no ano, na expressão frutada, provenientes duma maceração carbónica (vinificação sem esmagar os bagos numa cuba saturada em dióxido carbónico) das uvas Tempranillo e Viura (casta branca) das vinhas mais novas.</p>
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		<title>El Seque 2006, Bodega Artadi (Tinto, Alicante)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:27:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Juan Carlos López de Lacalle criou a bodega Artadi em Laguardia no coração da Rioja em 1985, com o conceito de que os grandes vinhos estão intimamente ligados à terra e às pessoas que a lavram. Em 1999 adquiriu esta quinta no Levante espanhol, que pertence à denominação de origem Alicante. Nesta zona é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juan Carlos López de Lacalle criou a bodega Artadi em Laguardia no coração da Rioja em 1985, com o conceito de que os grandes vinhos estão intimamente ligados à terra e às pessoas que a lavram. Em 1999 adquiriu esta quinta no Levante espanhol, que pertence à denominação de origem Alicante. Nesta zona é a casta Monastrell (80%) que domina os lotes, acompanhada pelo Cabernet-Sauvignon e pela Syrah. El Seque é um vinho com maturação elevada, refrescado pelos aromas balsâmicos e de plantas aromáticas mediterrânicas, produzido a partir de vinhas velhas de Monastrell.</p>
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		<title>Petit Caus Negre 2008, Can Rafols dels Caus (Tinto, Catalunha)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:06:08 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Este tinto é um lote Cabernet-Franc, Merlot, Syrah, Ull de llebre (Aragonez ou Tinta Roriz em Portugal), Cabernet-sauvignon. Vinho com aromas de mato, uma fruta concentrada com frescura, vinificado em cubas de inox. </p>
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		<title>Petit Caus 2008, Can Rafols dels Caus (Branco, Catalunha)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:02:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Carlos Esteva vivia em Minorca uma vida de poeta na época beatnik, quando decidiu no final dos anos 1970 regressar à quinta do avô no Penedes para recuperar-la e revitalizar o cultivo da vinha. Amador de vinhos gastronómicos, plantou castas indígenas e francesas e criou uma gama completa de brancos, roses, tintos e espumantes (Cava). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Esteva vivia em Minorca uma vida de poeta na época beatnik, quando decidiu no final dos anos 1970 regressar à quinta do avô no Penedes para recuperar-la e revitalizar o cultivo da vinha. Amador de vinhos gastronómicos, plantou castas indígenas e francesas e criou uma gama completa de brancos, roses, tintos e espumantes (Cava). Num clima mediterrânico, com influência marítima, num solo pedregoso argilo-calcário, produz este branco a base de Xarel-lo e Parellada (50% e 25%), complementado com Chardonnay, Chenin blanc e Moscatel. Vinho frutado, redondo, com toques a ervas frescas, vinificado em cubas de inox. </p>
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		<title>Gran Caus 2002, Can Rafols dels Caus (Tinto, Catalunha)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:38:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Esteva vivia em Minorca uma vida de poeta na época beatnik, quando decidiu no final dos anos 1970 regressar à quinta do avô no Penedes para recupera-la e revitalizar o cultivo da vinha. Amador de vinhos gastronómicos, plantou castas indígenas e francesas e criou uma gama completa de brancos, rosés, tintos e espumantes (Cava). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Esteva vivia em Minorca uma vida de poeta na época beatnik, quando decidiu no final dos anos 1970 regressar à quinta do avô no Penedes para recupera-la e revitalizar o cultivo da vinha. Amador de vinhos gastronómicos, plantou castas indígenas e francesas e criou uma gama completa de brancos, rosés, tintos e espumantes (Cava). Num clima mediterrânico, com influência marítima, num solo pedregoso argilo-calcário, produz este tinto que estagiou na madeira, a partir dum lote de Cabernet-Franc, Merlot e Cabernet-sauvignon. Vinho com aromas maduros e terciários, toques frescos de mato, uma boca complexa com sabores frutados e de ervas. </p>
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