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	<title>Os Goliardos &#187; Borgonha</title>
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		<title>Esta 5ªfeira, 29 de Abril, nas 1001 noites: pérolas brancas da Borgonha</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 17:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Esta semana é a oportunidade para os que faltaram ao Jackpot de Borgonha tinto: esta quinta-feira temos Borgonha branco  com vinhos mesmo a calhar na chegada de uma semana de calor.
Se os tintos da Borgonha podem fazer estranhar os apreciadores da potência dos tintos do Sul, quando tocamos em vinhos brancos é consensual termos a Borgonha como um oásis. Até temos vontade de nos tornarmos camelos e armazenarmos Borgonha nas bossas!
Vinhos frescos, vivos mas igualmente cremosos e aromáticos, com um potencial de envelhecimento elevado, apresentam diferenças claras consoante a sub-região.

Esta quinta-feira iremos provar vinhos de regiões e produtores diversos, alguns míticos, como Jean-Marc Roulot de Mersault, de Villaine de Cote Challonaise, Goisot de Chablis. 
Para variar, nós já estamos a salivar….


Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta semana é a oportunidade para os que faltaram ao Jackpot de Borgonha tinto: esta quinta-feira temos Borgonha branco  com vinhos mesmo a calhar na chegada de uma semana de calor.<br />
Se os tintos da Borgonha podem fazer estranhar os apreciadores da potência dos tintos do Sul, quando tocamos em vinhos brancos é consensual termos a Borgonha como um oásis. Até temos vontade de nos tornarmos camelos e armazenarmos Borgonha nas bossas!<br />
Vinhos frescos, vivos mas igualmente cremosos e aromáticos, com um potencial de envelhecimento elevado, apresentam diferenças claras consoante a sub-região.</p>
<p>Esta quinta-feira iremos provar vinhos de regiões e produtores diversos, alguns míticos, como Jean-Marc Roulot de Mersault, de Villaine de Cote Challonaise, Goisot de Chablis.<br />
Para variar, nós já estamos a salivar….</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>De Villaine<br />
Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram vinhas desde a Idade Média, esta quinta com 20ha, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu sobrinho Pierre De Benoist, igualmente co-proprietários da Romanée-Conti, dedica-se à produção de brancos e tintos puros, expressivos da Côte Chalonnaise. Todas as vinhas são plantadas nas encostas, com solo pobre e muito concentrado em calcário. A escolha de variedades pouco produtivas e o trabalho na vinha em agricultura biológica levam a ter rendimentos por hectare baixos. Jean-Marc Roulot falando dos De Villaine disse-nos : “Lá fazem pequenos milagres”</p>
<p>Jean-Marc Roulot</p>
<p>Jean-Marc Roulot é um dos &#8220;vignerons&#8221; borgonheses mais famosos no Mundo, mas o sucesso não lhe subiu à cabeça e permaneceu de uma simplicidade e humanidade que o seu percurso pode ajudar a explicar: aos vinte anos chocou o seu pai, camponês-produtor, quando largou a quinta e a Borgonha para entrar no Conservatório e aprender teatro em Paris. Só a morte precoce do seu pai o fez voltar para gerir a quinta familiar. Como produtor e como artista, é uma pessoa convicta mas extremamente tolerante e disponível. Os seus vinhos de Meursault são firmes, longe duma certa caricatura amanteigada, à procura da essência e da finura do solo que lhes dá vida.</p>
<p>Goisot<br />
Quinta com 27 hectares situada perto de Chablis numa zona de solos argilo-calcários, mais fria que o resto da Borgonha. Os vários membros da família esforçaram-se com um trabalho invulgar nas vinhas para tirar do anonimato esta DOC de Cotes d’Auxerre, que por ter as vinhas do outro lado do rio Serein não beneficia do famoso nome Chablis. As vinhas são amanhadas consoante os princípios da agricultura biológica, com uma densidade elevada de plantação de 10 000 vinhas por hectare, nível idêntico aos das mais famosas parcelas da região. O trabalho na adega é relativamente simples e dedica-se a revelar o máximo a especificidade e a qualidade das uvas, provenientes de vinhas velhas.</p>
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		<title>6ªfeira, 5 de Março, nas 1001 noites: Borgonha retinta</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 18:06:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
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		<description><![CDATA[“Nada faz mais parecer o futuro cor-de-rosa como de olha-lo através de um copo de Chambertin” Alexandre Dumas Caros Goliardos, Esta semana é Jackpot: Borgonha tinta acabada de chegar, com vinhos que farão lamber os beiços dos aficionados. Região de predilecção de muitos, (não vamos dizer de quem), a Borgonha apresenta vinhos elegantes, finos, leves, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Nada faz mais parecer o futuro cor-de-rosa como de olha-lo através de um copo de Chambertin”<br />
Alexandre Dumas</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta semana é Jackpot: Borgonha tinta acabada de chegar, com vinhos que farão lamber os beiços dos aficionados.<br />
Região de predilecção de muitos, (não vamos dizer de quem), a Borgonha apresenta vinhos elegantes, finos, leves, que poderão passar ao lado de quem se habituou a vinhos do Sul, potentes, concentrados, ditos encorpados, e que tratarão os vinhos da Borgonha brutalmente de diluídos. </p>
<p>Delicados e aéreos, os vinhos da Borgonha são vinhos de silêncio.</p>
<p>Esta sexta-feira iremos provar vinhos do produtor Taupenot-Merme, das sub-regiões Cote de Nuits et Cote de Beaune, todos tintos, incluindo as denominações míticas Morey St Denis et Gevrey-Chambertin.<br />
Tendo em conta o nível dos vinhos que iremos provar, a prova custará 20 euros por pessoa. Nós já estamos a salivar….</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>E para quem descobre completamente…</p>
<p>Região desenvolvida na Idade Média pelos monges cistercienses (séc. XI)<br />
Condições geográficas<br />
Clima continental fresco.<br />
Solos argilo-calcários, terras entre vales e encostas.<br />
Parcelas pequenas. Grande densidade de plantação.<br />
Castas<br />
Castas brancas: Chardonnay (e algum Aligoté)<br />
Castas tintas: Pinot noir (e algum Gamay)<br />
Tintos<br />
Subtis e profundos, de aparência não opaca, com aromas delicados e persistentes. Pouco alcoólicos e com acidez notável.<br />
Brancos<br />
Encorpados, aromáticos, elegantes, que exprimem a mineralidade com o tempo.</p>
<p>Denominações de origem<br />
Hoje em dia, a Borgonha tem 25 000 ha de vinhas.<br />
Os “grands crus” (32 melhores “terroirs” da Côte d’Or e 7 do Chablis) representam apenas 1,5% da produção total do vinhedo<br />
As denominações comunais e os 1ers crus contribuem para os 45% da produção total.<br />
As denominações regionais contribuem para 53,5% do total.</p>
<p>Sub-regiões</p>
<p>A denominação Borgonha contém 5 áreas distintas, das quais destacamos aqui 2:<br />
Côte de Nuits<br />
22 Km de comprimento,<br />
Quase essencialmente dedicada aos vinhos tintos<br />
Zona de predilecção da casta pinot noir, que dá vinhos complexos, cheios e finos.<br />
Os “grands crus” são expostos a Este no meio das encostas.</p>
<p>Côte de Beaune<br />
28 Km de comprimento<br />
Zona de predilecção dos brancos que produz vinhos tintos mais aromáticos e frutados que na Côte de Nuits, com uma capacidade de guarda normalmente inferior.</p>
<p>A noção de climat<br />
A noção de “climat” (sinónimo de terroir) é uma palavra borgonhesa quase mística, para descrever a unidade imutável, num sítio dado, do solo, da exposição e de todo o ambiente da vinha. É o “climat” que interpreta a casta pinot noir ou chardonnay, não o contrário.</p>
<p>Costuma definir-se o vinho de Borgonha como a procura duma complexidade óptima através da exaltação das riquezas de uma só casta ajudada pela diversidade dos “terroirs”.</p>
<p>Pinot noir<br />
casta tinta, cuja origem está mal conhecida, data do séc. IV, sensível às geadas tardias, precisa dum período vegetativo largo e equilibrado.<br />
Tem bagos compactos e pequenos, com uma pele fina.<br />
A Pinot noir exige muito, tanto do viticultor como do vinificador. O segredo consiste em extrair cor e aroma, mas não demasiados taninos, dessas uvas de pele relativamente delgada, embora alguns vinificadores conservem alguns engaços na cuba de fermentação em anos mais temperados, quando temem que os níveis de taninos sejam perigosamente baixos.</p>
<p>Os encantos da Pinot são decididamente mais sensuais e mais transparentes.<br />
Talvez as únicas características que se podem dizer serem partilhadas pelas Pinot noir de todo o mundo sejam uma determinada doçura do fruto e, em geral, níveis de taninos e pigmentos inferiores aos das outras “grandes” castas tintas. A Pinot pode saber a framboesa, morangos, cerejas, e a violetas quando jovem, e envelhecer com essências mais outonais ou de especiarias até adquirir um sabor de caça mais considerável ao fim de muitos anos em garrafa. A Pinot noir parece produzir a melhor qualidade de vinho em solos calcários e em climas relativamente frescos, onde esta videira de maturação precoce não corre apressadamente para a maturação, perdendo aroma e acidez. </p>
<p>A degustação dos tintos</p>
<p>Para o padre Arnoux, que descreveu a situação vinícola da Borgonha em 1728 na primeira carta vitivinícola, os vinhos da zona têm “vapores suaves” e “bebem-se de duas maneiras, pelo nariz e pela boca, ou ambas ou separadamente.”. O abade Arnoux distingue “a cor de fogo” do Pommard (Côte de Beaune) e o veludo escuro da Côte de Nuits.<br />
Nos vinhos feitos com pinot noir, a potência taninosa não deve ser analisada como num vinho de Bordeús ou da Bairrada ou Douro. Embora possa ser tão perceptível, exprime-se diferentemente. Pode-se falar de taninos subjacentes, escondidos no fundo do copo. Os seus grãos podem ser só fininhos que podem parecer ausentes para um provador habituado aos vinhos da Bairrada, do Piemonte italiano (casta nebbiolo) ou do Sudoeste da França. Revelam-se no final da boca, sublinhando uma estrutura, uma envergadura que podia não se notar no início da prova. Em geral, dão vinhos carnudos, macios e aveludados, com elegância e complexidade aromática.</p>
<p>Elementos climatéricos sobre 2007<br />
Não existe uma região onde as condições climatéricas sejam mais instáveis e influem tanto sobre a qualidade final e a expressão dos vinhos. As últimas semanas são decisivas sobre o estilo de cada colheita, sobretudo no caso do Pinot Noir, muito sensível às condições climatéricas.</p>
<p>2007 : Colheita difícil com um ano atípico : um Inverno excepcionalmente quente, uma primavera a imitar um verão até final de Maio, seguida por um verão fresco e húmido quase outonal até final de Agosto, o mês de Setembro é fresco, mas seco e com dias soalheiros. A precocidade excepcional da maturação durante a primavera permitiu vindimar os tintos, apesar do mau tempo estival, no principio de Setembro na Cotes de Beaune e uma semana depois na Cotes de Nuits. As condições climatéricas difíceis obrigaram a ter muita vigilância contra o desenvolvimento do Botrytis (podridão cinzenta). A maturação fenológica (pele e grainhas) é globalmente conseguida, mas houve uma grande heterogeneidade de maturação que obrigou à uma triagem severa na vinha e na mesa de selecção à entrada da adega. 2 factores fundamentais para conseguir a qualidade dos tintos nesta colheita :<br />
- selecção drástica das uvas<br />
- vinificação com extracção suave para preservar um frutado fresco, taninos sedosos dando vinhos mais gulosos e agradáveis que profundos.</p>
<p>Elementos sobre a quinta Taupenot-Merme</p>
<p>Situada em Morey Saint-Denis, esta quinta tem 13 ha de vinhas, plantadas em 20 Denominações de origem diferentes na Côte de Beaune e Côte de Nuits, com uma idade média de 35 anos. Todo o vinhedo é conduzido em agricultura biológica desde 2001. As vindimas são feitas manualmente e as uvas são vinificadas sem desengace, com uma maceração pré-fermentar a frio durante 10 dias para extrair cor e fruta. Romain Taupenot privilegia vinificações sem intervenção : não utiliza leveduras seleccionadas, enzimas ou qualquer aditivo. Os vinhos estagiam consoante as parcelas e os anos entre 12 e 15 meses em madeira de carvalho com uma percentagem de madeira nova entre 25 e 40%.</p>
<p>Quando?  6ªfeira,  5 de Março, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 20 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail para info@osgoliardos.com. com o </p>
<p>Nome<br />
mail<br />
telefone</p>
<p>Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
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		<title>Domaine de Villaine, Les Clous 2007 (Branco, Borgonha)</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
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		<description><![CDATA[Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram de vinhas desde a Idade Média, esta quinta, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu neto Pierre De Benoist, aproveita solos calcários pobres que naturalmente restringem os rendimentos e asseguram a maturação das uvas. A quinta em agricultura biológica desde 1986 produz vinhos com bela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram de vinhas desde a Idade Média, esta quinta, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu neto Pierre De Benoist, aproveita solos calcários pobres que naturalmente restringem os rendimentos e asseguram a maturação das uvas. A quinta em agricultura biológica desde 1986 produz vinhos com bela acidez e capacidade de guarda. Este vinho provém duma parcela chamada Les Clous, exposta numa encosta a Sul, num lugar abrigado do vento frio do Norte. É um vinho de guarda proveniente de vinhas velhas, austero na juventude que se revela a partir de 5-7 anos numa finura e complexidade que recompensa os mais pacientes.</p>
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		<title>Bourgogne 2006, Domaine Maroslavac-Léger (Branco, Borgonha)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 18:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
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		<category><![CDATA[Impulsivos]]></category>
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		<category><![CDATA[Bourgogne 2006]]></category>
		<category><![CDATA[Domaine Maroslavac-Léger]]></category>
		<category><![CDATA[região da Borgonha]]></category>
		<category><![CDATA[vinho branco]]></category>

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		<description><![CDATA[Quinta dirigida desde 1975 por Roland Maroslavac, com 8 ha de vinhas dedicadas essencialmente à produção dos brancos, nas parcelas prestigiosas como Puligny-Montrachet, Chassagne-Montrachet, Meursault. Este produtor está agora na idade de fazer os vinhos que gosta plenamente, porque “já está na idade de curtir e de não se preocupar demais com a realidade do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta dirigida desde 1975 por Roland Maroslavac, com 8 ha de vinhas dedicadas essencialmente à produção dos brancos, nas parcelas prestigiosas como Puligny-Montrachet, Chassagne-Montrachet, Meursault. Este produtor está agora na idade de fazer os vinhos que gosta plenamente, porque “já está na idade de curtir e de não se preocupar demais com a realidade do mercado”. Este Borgonha provem de diferentes parcelas, de vinhas mais novas, vinificadas em madeira usada para dar um vinho mais imediato, revelando aromas discretos de pêra, uma boca cremosa e quente com a acidez a manter discretamente o equilíbrio.</p>
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		<title>Esta 5ªfeira, 19 de Nov, Beaujolais Nouveau, Festa do Vinho Novo</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 14:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Borgonha]]></category>
		<category><![CDATA[Festas Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os anos, no mesmo dia, sai no mundo inteiro o vinho Beaujolais Nouveau. É o vinho do ano, ainda acabado de entrar e de sair das cubas. Nem teve tempo de se secar com uma toalha. Vem da região de Beaujolais no Este de França. Um vinho para celebrar o fim das vindimas, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos, no mesmo dia, sai no mundo inteiro o vinho Beaujolais Nouveau. É o vinho do ano, ainda acabado de entrar e de sair das cubas. Nem teve tempo de se secar com uma toalha. Vem da região de Beaujolais no Este de França. Um vinho para celebrar o fim das vindimas, para festejar e beber em tom de grande festa do vinho. 50 milhões de garrafas em mais de 150 países, que abrem no mesmo dia o Beaujolais Nouveau. O Mundo inteiro a brindar com o vinho da mesma região durante 24h!</p>
<p>E a grande festa do Beaujolais Nouveau em Lisboa é nos Goliardos. Como já tem sido em anos anteriores. Casa cheia a transbordar. Copos cheios! Brindes com amigos e desconhecidos. Goliardos e goliardas. Pequenos e graúdos. Fazem-se amigos. Fazem-se namorados. Castanhas numa mão, vinho na outra!</p>
<p>Venham, tragam os amigos, os pais, os avós, os cães vadios, os gatos fedorentos, o amante, o cozinheiro, o ladrão e a mulher deste!<br />
Ficamos à espera dos amantes do vinho e dos cépticos do Beaujolais. Os do ano passado saíram convencidos. 2009 vai convencer ainda mais.<br />
Apareçam!</p>
<p>Quando? 5ª feira, 19 de Novembro, das 19h30 às 2 da matina<br />
Onde? Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, Rua da Mãe d&#8217;Água, nº9, junto à praça da Alegria<br />
Quanto? Entrada livre. O Beaujolais Nouveau estará a venda a copo e à garrafa e as castanhas às dúzias.</p>
<p>Não precisa de inscrição…só de sede!</p>
<p>um pouco de história, enquanto estão lúcidos: </p>
<p>Em 1951 foi estipulado pelo Journal Officiel que os vinhos franceses de origem controlada só poderiam ser comercializados a partir de 15 de Dezembro do ano da vindima. Em todas as leis há uma excepção&#8230;.portanto, esta lei tem como excepção a denominação &#8220;Beaujolais nouveau&#8221;. mmmm&#8230;. uma exclusividade que fez história.</p>
<p>Durante 15 anos a data era variável. A partir de 1967 fixou-se o lançamento do Beaujolais Nouveau no dia 15 de Novembro, e finalmente foi a partir de 1985 que foi estipulado que a festa do vinho novo se faria na terceira quinta-feira do mês de Novembro. A quinta-feira é aquele dia óptimo para se começar antecipadamente o fim-de-semana..</p>
<p>Inicialmente a celebração do Beaujolais estava claramente associada às comunidades francófonas. Desde os anos 80 que se assiste a uma internacionalização desta prática, primeiramente com os países europeus, depois tornando-se uma prática na Austrália e na Ásia em geral.Actualmente, o Japão lidera o ranking de consumo de Beaujolais Noveau, no mercado internacional.</p>
<p>Hoje em dia são despachadas em apenas algumas horas mais de 50 milhões de garrafas para mais de 150 países, que abrem no mesmo dia o Beaujolais Nouveau. Das pequenas aldeias da região de Beaujolais onde se celebrava todos os anos esta tradição lançou-se uma tradição para a aldeia global.</p>
<p>Quais as características do Beaujolais Nouveau?</p>
<p>O Beaujolais é um vinho realizado a partir da casta Gamay, uma variedade precoce que amadurece rapidamente e produz uvas pequenas extremamente frutadas. O gamay foi praticamente extinto na Bourgonha para dar primazia ao Pinot Noir, mas para ser bebido como vinho acabado de sair das cubas fica óptimo.<br />
Uma vinificação tradicional denominada maceração carbónica, com o objectivo de sobressair o perfume da fruta: os cachos são colocados inteiros dentro das cubas e seguidamente é injectado dióxido de carbono que faz sair todo o oxigénio. Com o bago fechado e intacto, a  fermentação é feita intracelular dando habitualmente aromas de banana e rebuçado.<br />
Considerado um vinho de brincadeira pelos aficcionados, o Beaujolais é um vinho efectivamente sem pretensões para ser guardado ou para ganhar 100 pontos Parker. É um vinho para festejar e dar as boas-vindas ao vinho 2009. Não é para passar 2 horas a cheirá-lo e a anotar com ar sizudo as suas características.<br />
É para brindar e beber!!!!</p>
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		<title>Mercurey 2007, De Villaine (Tinto, Borgonha)</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/11/02/mercurey-2007-de-villaine-tinto-borgonha/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
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		<description><![CDATA[Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram vinhas desde a Idade Média, esta quinta, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu neto Pierre De Benoist, aproveita solos calcários pobres que naturalmente restringem os rendimentos e asseguram a maturação das uvas. Quinta em agricultura biológica desde 1986 no objectivo de realçar o terroir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram vinhas desde a Idade Média, esta quinta, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu neto Pierre De Benoist, aproveita solos calcários pobres que naturalmente restringem os rendimentos e asseguram a maturação das uvas. Quinta em agricultura biológica desde 1986 no objectivo de realçar o terroir de Bouzeron e obter um equilíbrio natural das uvas. Este vinho provém dum ano com um rendimento baixo. Le Mercurey é um vinho viril, com taninos potentes e ainda a amaciar, e aromas a frutos vermelhos intensos</p>
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		<title>Corps de garde 2006, Domaine Goisot (Branco, Borgonha)</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 16:07:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quinta com 27 hectares situada perto de Chablis numa zona de solos argilo-calcários, mais fria que o resto da Borgonha. As vinhas são amanhadas consoante os princípios da agricultura biológica, com uma densidade elevada de plantação de 10 000 vinhas por hectare, nível idêntico aos das mais famosas parcelas da região. O trabalho na adega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta com 27 hectares situada perto de Chablis numa zona de solos argilo-calcários, mais fria que o resto da Borgonha. As vinhas são amanhadas consoante os princípios da agricultura biológica, com uma densidade elevada de plantação de 10 000 vinhas por hectare, nível idêntico aos das mais famosas parcelas da região. O trabalho na adega é relativamente simples e dedica-se a revelar o máximo a especificidade e a qualidade das uvas. Este branco Corps de garde é produzido a partir de vinhas velhas de Chardonnay com mais de 30 anos, numa parcela de 2,5ha. A maceração maloláctica ocorre com o estégio em pipas de carvalho. </p>
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		<title>Saint-Bris Moury 2007, Domaine Goisot (Borgonha)</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 20:39:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este vinho produzido a partir da casta Sauvignon gris que tinha desaparecido da zona depois do Filoxera, foi reanimado pela família Goisot que valoriza a expressividade floral e os aromas exuberantes que combinam bem com pratos asiáticos como textura untuosas, seja dum Foie-Gras ou de vieiras. Um vinho raro para goliardões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vinho produzido a partir da casta Sauvignon gris que tinha desaparecido da zona depois do Filoxera, foi reanimado pela família Goisot que valoriza a expressividade floral e os aromas exuberantes que combinam bem com pratos asiáticos como textura untuosas, seja dum Foie-Gras ou de vieiras. Um vinho raro para goliardões.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Corps de garde 2006, Domaine Goisot (Tinto, Borgonha)</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 20:30:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quinta com 27 hectares situada perto de Chablis numa zona de solos argilo-calcários, mais fria que o resto da Borgonha. As vinhas são amanhadas de acordo com os princípios da agricultura biológica, com uma densidade elevada de plantação de 10 000 vinhas por hectare, ao nível das mais famosas parcelas da região. O trabalho na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta com 27 hectares situada perto de Chablis numa zona de solos argilo-calcários, mais fria que o resto da Borgonha. As vinhas são amanhadas de acordo com os princípios da agricultura biológica, com uma densidade elevada de plantação de 10 000 vinhas por hectare, ao nível das mais famosas parcelas da região. O trabalho na adega é relativamente simples e dedica-se a revelar o máximo a especificidade e a qualidade das uvas. Este Corps de garde é produzido a partir de vinhas velhas com mais de 30 anos, numa parcela de 2,5ha. Um vinho com fruta acidulada e carnuda, que parece leve na entrada mas se mantém em boca com taninos finos com uma persistência aérea.</p>
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		<title>Rully 2007, De Villaine (Branco, Borgonha)</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 20:11:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este vinho de De Villaine provem duma vinha situada no sítio chamado “Les Saint-Jacques”, ao pé duma encosta exposta à Este, mesmo debaixo do “Clos Saint-Jacques”, um dos 1º cru de Rully mais famoso. Plantada em 1990, a vinha é uma selecção de Chardonnay de rendimento baixo proveniente da Côte des Blancs mais a Norte. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vinho de De Villaine provem duma vinha situada no sítio chamado “Les Saint-Jacques”, ao pé duma encosta exposta à Este, mesmo debaixo do “Clos Saint-Jacques”, um dos 1º cru de Rully mais famoso. Plantada em 1990, a vinha é uma selecção de Chardonnay de rendimento baixo proveniente da Côte des Blancs mais a Norte. O vinho seduz mais pela finura e subtileza dos aromas que pela sua potência. A beber entre 2 e 6 anos de idade.</p>
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