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	<title>Os Goliardos &#187; Vinhos franceses</title>
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		<title>5ªfeira, 20 de Maio, nas 1001  noites: CHAMPAGNE!</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 23:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Champanhe]]></category>

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		<description><![CDATA[O terroir é o encontro de um solo que tem talento, por vezes genialidade, e garantidamente de carácter, com um produtor que tem talento, por vezes genialidade, e garantidamente de carácter. Bernard Pivot, jornalista Caros Goliardos, E é agora!! Prometemos que repetíamos e aqui vai: as 1001 noites sobre Champagne é nesta quinta. Já temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O terroir é o encontro de um solo que tem talento, por vezes genialidade, e garantidamente de carácter, com um produtor que tem talento, por vezes genialidade, e garantidamente de carácter.</p>
<p>Bernard Pivot, jornalista</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>E é agora!! Prometemos que repetíamos e aqui vai: as 1001 noites sobre Champagne é nesta quinta.<br />
Já temos bolhinhas na boca!<br />
Desta vez iremos provar Champagne de dois produtores de notoriedade: Larmandier-Bernier e Boulard.</p>
<p>E achámos que uma sessão sobre Champagne não era suficientemente interessante e por isso convidámos o Luís Louro para participar na sessão.</p>
<p>O Luís Louro já marcou presença nas 1001 noites como convidado várias vezes, ele diz que não gosta de falar em público mas quem lá esteve, não ficou com essa impressão! Anima e faz-nos aprender muito sobre o mundo do vinho. Mais um motivo para aparecerem!</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
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		<title>Esta 5ªfeira, 29 de Abril, nas 1001 noites: pérolas brancas da Borgonha</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 17:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Borgonha]]></category>
		<category><![CDATA[Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Esta semana é a oportunidade para os que faltaram ao Jackpot de Borgonha tinto: esta quinta-feira temos Borgonha branco  com vinhos mesmo a calhar na chegada de uma semana de calor.
Se os tintos da Borgonha podem fazer estranhar os apreciadores da potência dos tintos do Sul, quando tocamos em vinhos brancos é consensual termos a Borgonha como um oásis. Até temos vontade de nos tornarmos camelos e armazenarmos Borgonha nas bossas!
Vinhos frescos, vivos mas igualmente cremosos e aromáticos, com um potencial de envelhecimento elevado, apresentam diferenças claras consoante a sub-região.

Esta quinta-feira iremos provar vinhos de regiões e produtores diversos, alguns míticos, como Jean-Marc Roulot de Mersault, de Villaine de Cote Challonaise, Goisot de Chablis. 
Para variar, nós já estamos a salivar….


Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta semana é a oportunidade para os que faltaram ao Jackpot de Borgonha tinto: esta quinta-feira temos Borgonha branco  com vinhos mesmo a calhar na chegada de uma semana de calor.<br />
Se os tintos da Borgonha podem fazer estranhar os apreciadores da potência dos tintos do Sul, quando tocamos em vinhos brancos é consensual termos a Borgonha como um oásis. Até temos vontade de nos tornarmos camelos e armazenarmos Borgonha nas bossas!<br />
Vinhos frescos, vivos mas igualmente cremosos e aromáticos, com um potencial de envelhecimento elevado, apresentam diferenças claras consoante a sub-região.</p>
<p>Esta quinta-feira iremos provar vinhos de regiões e produtores diversos, alguns míticos, como Jean-Marc Roulot de Mersault, de Villaine de Cote Challonaise, Goisot de Chablis.<br />
Para variar, nós já estamos a salivar….</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>De Villaine<br />
Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram vinhas desde a Idade Média, esta quinta com 20ha, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu sobrinho Pierre De Benoist, igualmente co-proprietários da Romanée-Conti, dedica-se à produção de brancos e tintos puros, expressivos da Côte Chalonnaise. Todas as vinhas são plantadas nas encostas, com solo pobre e muito concentrado em calcário. A escolha de variedades pouco produtivas e o trabalho na vinha em agricultura biológica levam a ter rendimentos por hectare baixos. Jean-Marc Roulot falando dos De Villaine disse-nos : “Lá fazem pequenos milagres”</p>
<p>Jean-Marc Roulot</p>
<p>Jean-Marc Roulot é um dos &#8220;vignerons&#8221; borgonheses mais famosos no Mundo, mas o sucesso não lhe subiu à cabeça e permaneceu de uma simplicidade e humanidade que o seu percurso pode ajudar a explicar: aos vinte anos chocou o seu pai, camponês-produtor, quando largou a quinta e a Borgonha para entrar no Conservatório e aprender teatro em Paris. Só a morte precoce do seu pai o fez voltar para gerir a quinta familiar. Como produtor e como artista, é uma pessoa convicta mas extremamente tolerante e disponível. Os seus vinhos de Meursault são firmes, longe duma certa caricatura amanteigada, à procura da essência e da finura do solo que lhes dá vida.</p>
<p>Goisot<br />
Quinta com 27 hectares situada perto de Chablis numa zona de solos argilo-calcários, mais fria que o resto da Borgonha. Os vários membros da família esforçaram-se com um trabalho invulgar nas vinhas para tirar do anonimato esta DOC de Cotes d’Auxerre, que por ter as vinhas do outro lado do rio Serein não beneficia do famoso nome Chablis. As vinhas são amanhadas consoante os princípios da agricultura biológica, com uma densidade elevada de plantação de 10 000 vinhas por hectare, nível idêntico aos das mais famosas parcelas da região. O trabalho na adega é relativamente simples e dedica-se a revelar o máximo a especificidade e a qualidade das uvas, provenientes de vinhas velhas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>6ªfeira, 5 de Março, nas 1001 noites: Borgonha retinta</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/27/6%c2%aafeira-5-de-marco-nas-1001-noites-borgonha-retinta/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 18:06:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Borgonha]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nada faz mais parecer o futuro cor-de-rosa como de olha-lo através de um copo de Chambertin” Alexandre Dumas Caros Goliardos, Esta semana é Jackpot: Borgonha tinta acabada de chegar, com vinhos que farão lamber os beiços dos aficionados. Região de predilecção de muitos, (não vamos dizer de quem), a Borgonha apresenta vinhos elegantes, finos, leves, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Nada faz mais parecer o futuro cor-de-rosa como de olha-lo através de um copo de Chambertin”<br />
Alexandre Dumas</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta semana é Jackpot: Borgonha tinta acabada de chegar, com vinhos que farão lamber os beiços dos aficionados.<br />
Região de predilecção de muitos, (não vamos dizer de quem), a Borgonha apresenta vinhos elegantes, finos, leves, que poderão passar ao lado de quem se habituou a vinhos do Sul, potentes, concentrados, ditos encorpados, e que tratarão os vinhos da Borgonha brutalmente de diluídos. </p>
<p>Delicados e aéreos, os vinhos da Borgonha são vinhos de silêncio.</p>
<p>Esta sexta-feira iremos provar vinhos do produtor Taupenot-Merme, das sub-regiões Cote de Nuits et Cote de Beaune, todos tintos, incluindo as denominações míticas Morey St Denis et Gevrey-Chambertin.<br />
Tendo em conta o nível dos vinhos que iremos provar, a prova custará 20 euros por pessoa. Nós já estamos a salivar….</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>E para quem descobre completamente…</p>
<p>Região desenvolvida na Idade Média pelos monges cistercienses (séc. XI)<br />
Condições geográficas<br />
Clima continental fresco.<br />
Solos argilo-calcários, terras entre vales e encostas.<br />
Parcelas pequenas. Grande densidade de plantação.<br />
Castas<br />
Castas brancas: Chardonnay (e algum Aligoté)<br />
Castas tintas: Pinot noir (e algum Gamay)<br />
Tintos<br />
Subtis e profundos, de aparência não opaca, com aromas delicados e persistentes. Pouco alcoólicos e com acidez notável.<br />
Brancos<br />
Encorpados, aromáticos, elegantes, que exprimem a mineralidade com o tempo.</p>
<p>Denominações de origem<br />
Hoje em dia, a Borgonha tem 25 000 ha de vinhas.<br />
Os “grands crus” (32 melhores “terroirs” da Côte d’Or e 7 do Chablis) representam apenas 1,5% da produção total do vinhedo<br />
As denominações comunais e os 1ers crus contribuem para os 45% da produção total.<br />
As denominações regionais contribuem para 53,5% do total.</p>
<p>Sub-regiões</p>
<p>A denominação Borgonha contém 5 áreas distintas, das quais destacamos aqui 2:<br />
Côte de Nuits<br />
22 Km de comprimento,<br />
Quase essencialmente dedicada aos vinhos tintos<br />
Zona de predilecção da casta pinot noir, que dá vinhos complexos, cheios e finos.<br />
Os “grands crus” são expostos a Este no meio das encostas.</p>
<p>Côte de Beaune<br />
28 Km de comprimento<br />
Zona de predilecção dos brancos que produz vinhos tintos mais aromáticos e frutados que na Côte de Nuits, com uma capacidade de guarda normalmente inferior.</p>
<p>A noção de climat<br />
A noção de “climat” (sinónimo de terroir) é uma palavra borgonhesa quase mística, para descrever a unidade imutável, num sítio dado, do solo, da exposição e de todo o ambiente da vinha. É o “climat” que interpreta a casta pinot noir ou chardonnay, não o contrário.</p>
<p>Costuma definir-se o vinho de Borgonha como a procura duma complexidade óptima através da exaltação das riquezas de uma só casta ajudada pela diversidade dos “terroirs”.</p>
<p>Pinot noir<br />
casta tinta, cuja origem está mal conhecida, data do séc. IV, sensível às geadas tardias, precisa dum período vegetativo largo e equilibrado.<br />
Tem bagos compactos e pequenos, com uma pele fina.<br />
A Pinot noir exige muito, tanto do viticultor como do vinificador. O segredo consiste em extrair cor e aroma, mas não demasiados taninos, dessas uvas de pele relativamente delgada, embora alguns vinificadores conservem alguns engaços na cuba de fermentação em anos mais temperados, quando temem que os níveis de taninos sejam perigosamente baixos.</p>
<p>Os encantos da Pinot são decididamente mais sensuais e mais transparentes.<br />
Talvez as únicas características que se podem dizer serem partilhadas pelas Pinot noir de todo o mundo sejam uma determinada doçura do fruto e, em geral, níveis de taninos e pigmentos inferiores aos das outras “grandes” castas tintas. A Pinot pode saber a framboesa, morangos, cerejas, e a violetas quando jovem, e envelhecer com essências mais outonais ou de especiarias até adquirir um sabor de caça mais considerável ao fim de muitos anos em garrafa. A Pinot noir parece produzir a melhor qualidade de vinho em solos calcários e em climas relativamente frescos, onde esta videira de maturação precoce não corre apressadamente para a maturação, perdendo aroma e acidez. </p>
<p>A degustação dos tintos</p>
<p>Para o padre Arnoux, que descreveu a situação vinícola da Borgonha em 1728 na primeira carta vitivinícola, os vinhos da zona têm “vapores suaves” e “bebem-se de duas maneiras, pelo nariz e pela boca, ou ambas ou separadamente.”. O abade Arnoux distingue “a cor de fogo” do Pommard (Côte de Beaune) e o veludo escuro da Côte de Nuits.<br />
Nos vinhos feitos com pinot noir, a potência taninosa não deve ser analisada como num vinho de Bordeús ou da Bairrada ou Douro. Embora possa ser tão perceptível, exprime-se diferentemente. Pode-se falar de taninos subjacentes, escondidos no fundo do copo. Os seus grãos podem ser só fininhos que podem parecer ausentes para um provador habituado aos vinhos da Bairrada, do Piemonte italiano (casta nebbiolo) ou do Sudoeste da França. Revelam-se no final da boca, sublinhando uma estrutura, uma envergadura que podia não se notar no início da prova. Em geral, dão vinhos carnudos, macios e aveludados, com elegância e complexidade aromática.</p>
<p>Elementos climatéricos sobre 2007<br />
Não existe uma região onde as condições climatéricas sejam mais instáveis e influem tanto sobre a qualidade final e a expressão dos vinhos. As últimas semanas são decisivas sobre o estilo de cada colheita, sobretudo no caso do Pinot Noir, muito sensível às condições climatéricas.</p>
<p>2007 : Colheita difícil com um ano atípico : um Inverno excepcionalmente quente, uma primavera a imitar um verão até final de Maio, seguida por um verão fresco e húmido quase outonal até final de Agosto, o mês de Setembro é fresco, mas seco e com dias soalheiros. A precocidade excepcional da maturação durante a primavera permitiu vindimar os tintos, apesar do mau tempo estival, no principio de Setembro na Cotes de Beaune e uma semana depois na Cotes de Nuits. As condições climatéricas difíceis obrigaram a ter muita vigilância contra o desenvolvimento do Botrytis (podridão cinzenta). A maturação fenológica (pele e grainhas) é globalmente conseguida, mas houve uma grande heterogeneidade de maturação que obrigou à uma triagem severa na vinha e na mesa de selecção à entrada da adega. 2 factores fundamentais para conseguir a qualidade dos tintos nesta colheita :<br />
- selecção drástica das uvas<br />
- vinificação com extracção suave para preservar um frutado fresco, taninos sedosos dando vinhos mais gulosos e agradáveis que profundos.</p>
<p>Elementos sobre a quinta Taupenot-Merme</p>
<p>Situada em Morey Saint-Denis, esta quinta tem 13 ha de vinhas, plantadas em 20 Denominações de origem diferentes na Côte de Beaune e Côte de Nuits, com uma idade média de 35 anos. Todo o vinhedo é conduzido em agricultura biológica desde 2001. As vindimas são feitas manualmente e as uvas são vinificadas sem desengace, com uma maceração pré-fermentar a frio durante 10 dias para extrair cor e fruta. Romain Taupenot privilegia vinificações sem intervenção : não utiliza leveduras seleccionadas, enzimas ou qualquer aditivo. Os vinhos estagiam consoante as parcelas e os anos entre 12 e 15 meses em madeira de carvalho com uma percentagem de madeira nova entre 25 e 40%.</p>
<p>Quando?  6ªfeira,  5 de Março, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 20 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail para info@osgoliardos.com. com o </p>
<p>Nome<br />
mail<br />
telefone</p>
<p>Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Esta 6ªfeira, 19 de Fevereiro nas 1001 noites, vertical Bordéus Saint-Emilion</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/12/esta-6%c2%aafeira-19-de-fevereiro-nas-1001-noites-vertical-bordeus-saint-emilion/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/12/esta-6%c2%aafeira-19-de-fevereiro-nas-1001-noites-vertical-bordeus-saint-emilion/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 17:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Bordéus]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Os céus não nos têm permitido organizar 1001 noites.
Como a falta já é muita, em cima da hora, aqui vai já para amanhã uma sessão!

Iremos provar 5 vinhos de diferentes anos de um mesmo produtor de Bordéus-St Émilion que descobrimos em 2009 e ficar a conhecer o que foi cada ano nesta região, entre 2000 e 2006.

As inscrições estão abertas, basta enviar um e-mail. Todos os detalhes mais abaixo.


Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O universal é o local, menos as paredes<br />
Miguel Torga</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Os céus não nos têm permitido organizar 1001 noites.<br />
Como a falta já é muita, em cima da hora, aqui vai já para amanhã uma sessão!</p>
<p>Iremos provar 5 vinhos de diferentes anos de um mesmo produtor de Bordéus-St Émilion que descobrimos em 2009 e ficar a conhecer o que foi cada ano nesta região, entre 2000 e 2006.</p>
<p>As inscrições estão abertas, basta enviar um e-mail. Todos os detalhes mais abaixo.</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Elementos sobre a região de Bordeús e a sub-região de Lussac</p>
<p>Região situada no Golfo de Gasconha, exposta a um clima atlântico caprichoso, que constitui uma ameaça permanente à boa maturação das uvas. No entanto, quando o sol brilha o suficiente, esta zona temperada oferece condições ideais para a expressão fina e complexa das castas Cabernet-Sauvignon, Merlot, Cabernet-Franc, Petit Verdot nos vinhos tintos, como das castas brancas Sauvignon e Semillon.</p>
<p>Lussac Saint-Emilion é uma das 57 Denominações de origem controladas da área de Bordeús,  criada em 1936, situa-se na ponta setentrional do vinhedo de Saint-Emilion, na margem direita. Faz parte com as DOC Montagne Saint-Emilion, Puisseguin Saint-Emilion, Saint-Georges Saint-Emilion dos chamados « Satélites » da DOC prestigiosa Saint-Emilion. Em 2005, tinha 1.486 ha de vinhas para uma produção de cerca 70.000hl.</p>
<p>Três castas formam parte do lote dos vinhos :<br />
O Merlot, dominante (65%), que aprecia os solos frescos (argila), é uma casta de maturação precoce, onde amadurece bem e lentamente, dando uma cor intensa, uma suavidade redonda e aveludada, com uma boa capacidade de guarda.<br />
O Cabernet-Franc (25% das vinhas plantadas), mais plantado nos solos calcários e de textura mais quente (areia, cantos rodados) onde proporciona estrutura, aromas condimentados e uma finura ácida.<br />
O Cabernet-Sauvignon (10%), uma casta tardia que aprecia os solos quentes e secos (argilo-calcários expostos a Sul ou cantos rodados misturados com areia), que dá uma boa base taninosa, com aromas especiados.<br />
Duas outras castas fazem parte do decreto da denominação mas estão pouco presentes hoje : Malbec e Carménère.</p>
<p>Elementos sobre o produtor</p>
<p>André Chatenoud era produtor na zona de Genève na Suiça quando adquiriu esta quinta em 1971. Tem 12 ha de vinhas, essencialmente plantadas com Merlot (95%) complementado com o Cabernet-Franc (5%), em solos argilo-calcários com parcelas expostas norte-sul. As vinhas têm uma idade média de 40 anos. Desde 2002, os métodos culturais beneficiam da certificação da agricultura biológica. Na vinificação, faz um desengace total e utiliza as leveduras indígenas desde 2001. O vinho estagia em cubas e madeira (com uma proporção variável de madeira nova consoante os anos). </p>
<p>Elementos sobre os anos</p>
<p>2000 : ano de maturação ideal com uma floração homogénea no princípio de Maio, um verão muito solarengo, sobretudo em Agosto. Algumas chuvas no início de Setembro permitiram desbloquear as vinhas que sofriam dum pequeno stress hídrico. As vindimas foram feitas debaixo do sol a partir de meados de Setembro. Deu vinhos profundos, por vezes opulentos, com uma boa capacidade de guarda.</p>
<p>2001 : Ano muito interessante para a margem direita, menos quente que o 2000 mas com uma maturação mais suave, que deu vinhos equilibrados, menos opulentos, mais clássicos para a zona. Sofreu da comparação nos media com o hipermediatizado 2000.</p>
<p>2003 : ano de seca com temperaturas altas durante todo o verão, que provocou um stress hídrico em muitas vinhas, sobretudo as que são plantadas em solos arenosos ou muito quentes. As vinhas em solo argiloso conseguiram aguentar melhor por ter uma retenção de água superior. </p>
<p>2004 : A colheita de 2004 foi considerada razoável graças a um clima quente e seco em Setembro que compensou as dificuldades climatéricas durante o verão. Em reacção ao ano 2003 em que a vinha foi vítima da seca e produziu pouco, os rendimentos em 2004 foram abundantes. O mês de Agosto foi desastroso e só os produtores que controlaram de maneira severa a quantidade de uvas apanhadas e esperaram o mais tarde possível para vindimar conseguiram uma colheita boa.</p>
<p>2006 : Ano atípico e complicado com um mês de Julho muito quente, seguido por um Agosto muito fresco e chuvoso. Em Setembro, houve uma alternância de dias solarengos com precipitações súbitas, ciclo que deu ao final vinhos heterogéneos, com nível alcoólico mais alto que previsto, carga taninosa elevada, que criou o risco de extracção excessiva de taninos em alguns casos, podendo dar vinhos maciços, secos e no conjunto desequilibrados.</p>
<p>Quando?  6ªfeira, 19 de Fevereiro, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com.<br />
Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Domaine de Villaine, Les Clous 2007 (Branco, Borgonha)</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/01/18/domaine-de-villaine-les-clous-2007-branco-borgonha/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2010/01/18/domaine-de-villaine-les-clous-2007-branco-borgonha/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
		<category><![CDATA[Borgonha]]></category>
		<category><![CDATA[Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Goliardões]]></category>
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		<description><![CDATA[Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram de vinhas desde a Idade Média, esta quinta, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu neto Pierre De Benoist, aproveita solos calcários pobres que naturalmente restringem os rendimentos e asseguram a maturação das uvas. A quinta em agricultura biológica desde 1986 produz vinhos com bela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num pequeno vale que os monges de Cluny plantaram de vinhas desde a Idade Média, esta quinta, liderada pelo Aubert De Villaine e o seu neto Pierre De Benoist, aproveita solos calcários pobres que naturalmente restringem os rendimentos e asseguram a maturação das uvas. A quinta em agricultura biológica desde 1986 produz vinhos com bela acidez e capacidade de guarda. Este vinho provém duma parcela chamada Les Clous, exposta numa encosta a Sul, num lugar abrigado do vento frio do Norte. É um vinho de guarda proveniente de vinhas velhas, austero na juventude que se revela a partir de 5-7 anos numa finura e complexidade que recompensa os mais pacientes.</p>
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		<title>Bourgogne 2006, Domaine Maroslavac-Léger (Branco, Borgonha)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 18:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Borgonha]]></category>
		<category><![CDATA[Branco]]></category>
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		<description><![CDATA[Quinta dirigida desde 1975 por Roland Maroslavac, com 8 ha de vinhas dedicadas essencialmente à produção dos brancos, nas parcelas prestigiosas como Puligny-Montrachet, Chassagne-Montrachet, Meursault. Este produtor está agora na idade de fazer os vinhos que gosta plenamente, porque “já está na idade de curtir e de não se preocupar demais com a realidade do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta dirigida desde 1975 por Roland Maroslavac, com 8 ha de vinhas dedicadas essencialmente à produção dos brancos, nas parcelas prestigiosas como Puligny-Montrachet, Chassagne-Montrachet, Meursault. Este produtor está agora na idade de fazer os vinhos que gosta plenamente, porque “já está na idade de curtir e de não se preocupar demais com a realidade do mercado”. Este Borgonha provem de diferentes parcelas, de vinhas mais novas, vinificadas em madeira usada para dar um vinho mais imediato, revelando aromas discretos de pêra, uma boca cremosa e quente com a acidez a manter discretamente o equilíbrio.</p>
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		<title>Domaine des Savarines 2000 (Tinto, Cahors)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quinta com 4,5 ha de vinhas de castas tintas onde domina a casta Malbec (80%) acompanhada pela casta Merlot (20%). Estamos num planalto constituído duma base calcária e de pedras pequenas originárias de argila em decomposição. As vinhas são plantadas a 300m de altitude. Vinhedo cultivado em biodinâmica desde 1991, os rendimentos são naturalmente baixos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta com 4,5 ha de vinhas de castas tintas onde domina a casta Malbec (80%) acompanhada pela casta Merlot (20%). Estamos num planalto constituído duma base calcária e de pedras pequenas originárias de argila em decomposição. As vinhas são plantadas a 300m de altitude. Vinhedo cultivado em biodinâmica desde 1991, os rendimentos são naturalmente baixos (25 hl/ha). O vinho estagiou 10 meses em cuba de cimento e mais 10 meses em balseiros de madeira de 2ª utilização. Aromas a frutos vermelhos, canela, bosque, tem uma boca muito suave com taninos sedosos e leveza persistente.</p>
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		<title>Damanieu 2006, Château Fourton La Garenne (Tinto, Bordeús)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:23:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[região de Bordeús]]></category>
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		<description><![CDATA[Bernard Richard começou a trabalhar com o pai em 1974 na condição de poder converter uma parte da produção em agricultura biológica, proposta que foi aceite pelo pai. Cultiva agora com a sua filha Aude, que é responsável deste vinho feito exclusivamente com as castas Merlot num solo argiloso. Este vinho foi produzido em cubas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bernard Richard começou a trabalhar com o pai em 1974 na condição de poder converter uma parte da produção em agricultura biológica, proposta que foi aceite pelo pai. Cultiva agora com a sua filha Aude, que é responsável deste vinho feito exclusivamente com as castas Merlot num solo argiloso. Este vinho foi produzido em cubas, tem uma boa concentração, aromas de bosque vivos, boca aveludada , com um equilíbrio fresco. </p>
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		<title>Le Châlet 2007, Château Fourton La Garenne (Tinto, Bordéus)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:19:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pragmáticos]]></category>
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		<category><![CDATA[Le Châlet 2007]]></category>
		<category><![CDATA[região do Bordéus]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Bernard Richard voltou à quinta para trabalhar com o pai em 1974 na condição de poder converter uma parte da produção em agricultura biológica, proposta que foi aceite pelo pai. Cultiva agora com a sua filha Aude as castas Merlot, Cabernet-Sauvignon e Cabernet-Franc num solo argiloso. Este vinho foi produzido em cubas, tem uma cor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bernard Richard voltou à quinta para trabalhar com o pai em 1974 na condição de poder converter uma parte da produção em agricultura biológica, proposta que foi aceite pelo pai. Cultiva agora com a sua filha Aude as castas Merlot, Cabernet-Sauvignon e Cabernet-Franc num solo argiloso. Este vinho foi produzido em cubas, tem uma cor pouco acentuada, pouco concentrado, tem aromas frescos e de bosque, com um equilíbrio que procura a leveza.</p>
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		<title>Château Bellevue 2001, Lussac St-Emilion (Tinto, Bordeús)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:34:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Château Bellevue 2001]]></category>
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		<category><![CDATA[região de Bordeús]]></category>
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		<description><![CDATA[André Chatenoud vem da Savoie nos Alpes e cultiva em agricultura biológica 12 ha de vinhas de Merlot (95%) e Cabernet-franc (5%). Adepto de uma vinificação artesanal, onde único recurso tecnológico é o controlo das temperaturas, este vinho fermentou com as leveduras indígenas, estagiou 6 meses em barrica e 6 meses em cubas. Exprime uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>André Chatenoud vem da Savoie nos Alpes e  cultiva em agricultura biológica 12 ha de vinhas de Merlot (95%) e Cabernet-franc (5%). Adepto de uma vinificação artesanal, onde único recurso tecnológico é o controlo das temperaturas, este vinho fermentou com as leveduras indígenas, estagiou 6 meses em barrica e 6 meses em cubas. Exprime uma fruta intensa e fresca, com toques de bosque, tabaco, com uma bela densidade em boca e uma persistência fina. Este vinho confirma as pepitas que existem nas denominações de origem chamadas “satélites” de Bordeús. </p>
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