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	<title>Os Goliardos &#187; Vinhos franceses</title>
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		<title>Vinhos do Domaine de La Pépière, Muscadet, Loire</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Loire]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Marc Ollivier é um produtor que cultiva na zona mais ocidental do Loire, o Muscadet, 20 ha de vinhas da casta Melon de Bourgogne (branco) e Cabermet-Franc e Côt (ou Malbec) para os tintos. Os vinhos provêm de solos graníticos ou de gneiss e o clima é fresco, húmido e temperado, semelhante ao do Minho. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://osgoliardos.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/42-Medium.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2214" title="Domaine La Pépière" src="http://osgoliardos.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/42-Medium-300x200.jpg" alt="Foto tirada por Sílvia Bastos" width="300" height="200" /></a>Marc Ollivier é um produtor que cultiva na zona mais ocidental do Loire, o Muscadet, 20 ha de vinhas da casta Melon de Bourgogne (branco) e Cabermet-Franc e Côt (ou Malbec) para os tintos. Os vinhos provêm de solos graníticos ou de gneiss e o clima é fresco, húmido e temperado, semelhante ao do Minho.</p>
<p><strong>Muscadet 2009, branco</strong></p>
<p>Perfil fresco e floral no nariz, em boca surge o ano quente com um perfil menos tenso que o habitual na região, toques de pedra, de ervas aromáticas e fruta carnuda num estilo globalmente directo e sedutor<strong>.</strong></p>
<p><strong>La Pépière Clos des Briords 2009, </strong>Branco</p>
<p>Feito com a casta Melon de Bourgogne plantada num solo granítico, este vinho precisa sempre de mais tempo que os outros da gama do produtor para se revelar completamente. Nariz a citrinos e ervas frescas, em boca é recto e salino, com uma sensação mineral de lamber pedras, num perfil marino e seco, que acompanha bem os mariscos e os seus sabores a iodo.</p>
<p><strong>les Gras Moutons 2009, </strong>Branco</p>
<p>Les Gras Moutons 2009 provém de parcelas de vinhas entre 50 e 80 anos, num solo de gneiss. O vinho estagia sobre as lias sem madeira. Apresenta um nariz a citrinos e flores, tem uma boa amplitude em boca, com a vivacidade que prolonga os aromas e mantém a ligeireza típica da região.</p>
<p><strong>Cuvée Granit 2009, </strong>Tinto</p>
<p>Este vinho provém duma base de Cabernet-Franc com um complemento de Côt, Merlot e Cabernet-Sauvignon. Nota-se no nariz o efeito dum ano quente com uma fruta concentrada, toques de pedra fumada, na boca é franco e simples, com a frescura típica da zona e uns aromas rústicos com um pouco de amargura.</p>
<p>Os vinhos do Domaine de La Pépière são importados e comercializados exclusivamente pelos Goliardos. Os preços dos mesmos encontram-se disponíveis na página Os Vinhos do site.</p>
<p>Qualquer questão, basta entrar em contacto connosco a partir do e-mail <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a></p>
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		<title>Vinhos do Eric Texier, Rhone / Ródano</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ródano]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Eric Texier não é um produtor tradicional que cultiva só as próprias vinhas. A procura dos melhores sítios e de vinhas com grande potencial, decidiu criar uma actividade de produtor-voador, vinificando em 3 regiões : Ródano Norte, Ródano Sul e Borgonha Sul sempre parcelas amanhadas sem produtos químicos nem herbicidas e uvas vinificadas com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://osgoliardos.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/38-Medium.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2208" title="Eric Texier" src="http://osgoliardos.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/38-Medium-300x200.jpg" alt="Foto em Outubro 2010, tirada por Sílvia Bastos" width="300" height="200" /></a>Eric Texier não é um produtor tradicional que cultiva só as próprias vinhas. A procura dos melhores sítios e de vinhas com grande potencial, decidiu criar uma actividade de produtor-voador, vinificando em 3 regiões : Ródano Norte, Ródano Sul e Borgonha Sul sempre parcelas amanhadas sem produtos químicos nem herbicidas e uvas vinificadas com o mínimo de intervenções correctivas. A sua paixão fez com que revelasse o terroir esquecido de Brézème como escolheu as melhores parcelas de Cotes du Rhône para criar cuvées singulares. Os seus vinhos são como a personagem : directa, jovial e dinâmica com leveza e complexidade aromática.</p>
<p><strong>Cotes du Rhone 2010</strong>, branco</p>
<p>Produzido na zona de Vaison la Romaine a 300 m de altitude com uma base de Grenache blanc, Clairette e Roussanne. Apesar de estarmos no Sul do Ródano, esta zona é bastante ventilada e exposta a Este, o que dá um vinho com aromas a alperce e pêssego, com uma boca cremosa e aromática que acaba com uma fina acidez e levanta o vinho.</p>
<p><strong>Brézème Roussanne 2009, </strong>branco</p>
<p>Vinho proveniente do vinhedo chamado Brézème, situado na margem esquerda do Ródano como o famoso vinhedo de Hermitage mais a Norte. A Casta Roussanne, com a Marsanne e o Viognier é uma das 3 castas brancas do Norte do Ródano. Dá vinhos aromáticos, florais, com riqueza em boca e sensação carnuda. Este vinho provém de vinhas com 25 anos, plantadas numa encosta suave exposta Sudoeste num solo de cantos rodados. Estagiou em barricas usadas. Toques de mel, flores brancas no nariz, que evoluem com o tempo em notas minerais e mentoladas.</p>
<p><strong>Brézème 2008, </strong>tinto</p>
<p>No principio dos anos 1990, Éric Texier descobriu uma região vinhateira desconhecida do Ródano norte : <strong>Brézème</strong>. Explorando a região, notou uma parcela de vinhas velhas em encostas expostas a este. Estas vinhas sempre foram amanhadas consoante os principios duma viticultura artesanal sem pesticidos nem intervenções fito-sanitárias. Este vinho provém de 0.6 ha desta parcela. Os solos são calcários sedimentares. Vinhedo mais meridional do Vale do Ródano norte, a Syrah cultivada neste solo de sedimentos calcários dá vinhos com toques florais (cassis) e mediterrânicos (azeitonas). Selvagem e rústico na juventude, evolui com notas de caça. Menos maduro que as Syrah meridionais, tem um balanço entre vivacidade e estrutura.</p>
<p><strong>Viognier 2008, </strong>branco</p>
<p>Vinho proveniente duma zona fresca e xistosa na margem direita do Ródano, vinificado em cubas de cimento. Adepto de vinhos leves, contraria a tendência do Viognier a dar vinhos potentes e muitas vezes enjoativos, para exprimir essencialmente os caracteres florais e frutados (alperce, pêra).</p>
<p><strong>Cotes du Rhône Séguret 2009, </strong>Tinto</p>
<p>Vinhedo da casta Grenache plantada ao pé da montanha “Dentelles de Montmirail” a 30 km a Norte de Avignon, num clima mediterrânico quente e ventoso (mistral que sopra do Norte) com forte amplitude térmica dia e noite. As vinhas são plantadas num solo argilo-calcário e tem entre 50 e 80 anos. O vinho apresenta aromas de morango, frutos vermelhos, típicos da casta com aromas mediterrânicos de orégão e cominhos, com uma boca carnuda e suave.</p>
<p><strong>Cotes du Rhône 2009, </strong>Tinto</p>
<p>Vinho com uma base de Grenache (50%), acompanhado pelas castas tintas Cinsault e Carignan, mas também uma percentagem de 15% de castas brancas, como habitual no Ródano. Vinho que mistura aromas de frutos vermelhos, flores e mato, vinificado para ser franco e fácil, sem excesso de taninos para tornar a boca mais rapidamente suave.</p>
<p><strong>Saint-Julien en Saint-Alban Vieille serine 2009, </strong>Tinto</p>
<p>Novo vinho produzido pelo Texier a partir de vinhas com 70 anos cultivadas sem qualquer químico, nem cobre, num solo argilo-calcários e de grés. Com rendimento baixo, nariz a carne crua e flores de tipo violeta, boca com uma entrada volumosa que acaba mais delicada com taninos sedosos e sensação fresca no final. A beber com uma bela mão de borrego.</p>
<p>Todos os vinhos do Eric Texier são importados em exclusivo, comercializados e distribuídos pelos Goliardos. Os preços encontram-se disponíveis na página Vinhos do nosso site.</p>
<p>Qualquer questão, basta contactar-nos através do mal <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a></p>
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		<title>Os Goliardos associam-se à Festa do Cinema Francês</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2011/10/05/os-goliardos-associam-se-a-festa-do-cinema-frances/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2011/10/05/os-goliardos-associam-se-a-festa-do-cinema-frances/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 11:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=2173</guid>
		<description><![CDATA[Caros Goliardos,
 
Esta 5ªfeira tem início a 12ª edição da Festa do Cinema Francês que passará por Lisboa de 6 a 16 de Outubro, com sessões no cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa e um programa de qualidade fora de série. A acompanhar esta viagem pela Sétima Arte, os Goliardos e o Bar Intra-Muros (restaurante AdLib) propõem uma viagem pela Oitava Arte: cada noite será dedicada a uma região de vinhos de França,  e depois de um belo filme fica a proposta de um bom copo para descobrir 11 regiões, algumas de renome e outras pouco conhecidas e igualmente fascinantes. São vinhos escolhidos pelos Goliardos através das suas viagens a regiões de França, de pequenos produtores apaixonados que fazem vinhos distintos e autênticos. Aqui vai uma bela ocasião de juntar duas artes!
 
Nós já estamos em pulgas de pensar na maratona de festa que se avizinha, de cinema e vinho!
Cumprimentos goliárdicos,
Sílvia e Nadir 

Vinhos seleccionados pelos Goliardos, uma descoberta de produtores ousados e exigentes, vinhos distintos que revelam a sua origem.

Haverá vinho a copo e igualmente queijos artesanais de pequenos produtores.

 

 

6/10, 5ª: Champagne, nos Goliardos e no AdLib

7/10, 6ª: Bourgogne, nos Goliardos e no AdLib

8/10, Sab : Languedoc, nos Goliardos e no AdLib

9/10, Dom: Loire, no AdLib

10/10, 2ª: Savoie, no AdLib

11/10, 3ª : Rhône, no AdLib

12/10, 4ª : Bordeaux, no AdLib

13/10, 5ª : Jura, nos Goliardos e no AdLib

14/10, 6ª : Alsace, nos Goliardos e no AdLib

15/10, Sab : Sud-Ouest, nos Goliardos e no AdLib

16/10, Dom : Roussillon, no AdLib

 

Horários :

Goliardos : 5ª, 6ª e Sábados, das 19h00 às 2h00

Bar Intra-Muros, AdLib, todos os dias, das 17h00 à 1h00
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://osgoliardos.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/Anuncio_Festa-do-Vinho-Francês.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2174" title="Anuncio_Festa do Vinho Francês" src="http://osgoliardos.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/Anuncio_Festa-do-Vinho-Francês-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p>Caros Goliardos,<br />
 <br />
Esta 5ªfeira tem início a 12ª edição da Festa do Cinema Francês que passará por Lisboa de 6 a 16 de Outubro, com sessões no cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa e um programa de qualidade fora de série. A acompanhar esta viagem pela Sétima Arte, os Goliardos e o Bar Intra-Muros (restaurante AdLib) propõem uma viagem pela Oitava Arte: cada noite será dedicada a uma região de vinhos de França,  e depois de um belo filme fica a proposta de um bom copo para descobrir 11 regiões, algumas de renome e outras pouco conhecidas e igualmente fascinantes. São vinhos escolhidos pelos Goliardos através das suas viagens a regiões de França, de pequenos produtores apaixonados que fazem vinhos distintos e autênticos. Aqui vai uma bela ocasião de juntar duas artes!<br />
 <br />
Nós já estamos em pulgas de pensar na maratona de festa que se avizinha, de cinema e vinho!<br />
Cumprimentos goliárdicos,<br />
Sílvia e Nadir </p>
<p>Vinhos seleccionados pelos Goliardos, uma descoberta de produtores ousados e exigentes, vinhos distintos que revelam a sua origem.</p>
<p>Haverá vinho a copo e igualmente queijos artesanais de pequenos produtores.</p>
<p>6/10, 5ª: <strong>Champagne</strong>, nos Goliardos e no AdLib</p>
<p>7/10, 6ª: <strong>Bourgogne</strong>, nos Goliardos e no AdLib</p>
<p>8/10, Sab : <strong>Languedoc</strong>, nos Goliardos e no AdLib</p>
<p>9/10, Dom: <strong>Loire</strong>, no AdLib</p>
<p>10/10, 2ª: <strong>Savoie</strong>, no AdLib</p>
<p>11/10, 3ª : <strong>Rhône</strong>, no AdLib</p>
<p>12/10, 4ª : <strong>Bordeaux</strong>, no AdLib</p>
<p>13/10, 5ª : <strong>Jura</strong>, nos Goliardos e no AdLib</p>
<p>14/10, 6ª : <strong>Alsace</strong>, nos Goliardos e no AdLib</p>
<p>15/10, Sab : <strong>Sud-Ouest</strong>, nos Goliardos e no AdLib</p>
<p>16/10, Dom : <strong>Roussillon</strong>, no AdLib</p>
<p>Horários :</p>
<p>Goliardos : 5ª, 6ª e Sábados, das 19h00 às 2h00</p>
<p>Bar Intra-Muros, AdLib, todos os dias, das 17h00 à 1h00</p>
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		<title>5ªfeira, 16/06, nas 1001 noites, tintos do Loire</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2011/06/14/5%c2%aafeira-1606-nas-1001-noites-tintos-do-loire/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2011/06/14/5%c2%aafeira-1606-nas-1001-noites-tintos-do-loire/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 07:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Loire]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=2148</guid>
		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Com o verão, vamos a tintos perfeitos para o calor. Aqui vai uma prova há muito prometida: tintos da Loire!

Esta 5ªfeira vamos dar-vos a conhecer a região da Loire através de tintos, feitos a partir da casta Cabernet-Franc, caracterizados por serem leves, frescos, secos, extremamente minerais e com grande capacidade de guarda. Iremos provar tanto da doc Chinon como Bourgueil, de produtores seleccionados a partir das nossas visitas e que fazem vinhos incríveis. Com menos reconhecimento que Bordéus e Borgonha, a Loire é uma região com muita tradição mas igualmente com muita criatividade e dinamismo, permitindo o aparecimento de uma nova geração que revela terroirs de uma forma autêntica e exigente. Fazem claramente parte das nossas paixões.

Na prova iremos provar vinhos novos mas também vinhos de 1995. (Era um remate final se ainda tinham dúvidas)

Não percam...conselho de Goliardo!!!

 

Quando?  5ªfeira, dia 16 de Junho, às 19h30

Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa

Quanto?[ ....]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Com o verão, vamos a tintos perfeitos para o calor. Aqui vai uma prova há muito prometida: <strong>tintos da Loire!</strong></p>
<p>Esta 5ªfeira vamos dar-vos a conhecer a região da Loire através de tintos, feitos a partir da casta Cabernet-Franc, caracterizados por serem leves, frescos, secos, extremamente minerais e com grande capacidade de guarda. Iremos provar tanto da doc <strong>Chinon</strong> como <strong>Bourgueil</strong>, de produtores seleccionados a partir das nossas visitas e que fazem vinhos incríveis. Com menos reconhecimento que Bordéus e Borgonha, a Loire é uma região com muita tradição mas igualmente com muita criatividade e dinamismo, permitindo o aparecimento de uma nova geração que revela terroirs de uma forma autêntica e exigente. Fazem claramente parte das nossas paixões.</p>
<p>Na prova iremos provar vinhos novos mas também vinhos de 1995. (Era um remate final se ainda tinham dúvidas)</p>
<p>Não percam&#8230;conselho de Goliardo!!!</p>
<p><strong><em>Quando?</em></strong><strong><em> </em></strong> 5ªfeira, dia 16 de Junho, às 19h30</p>
<p><strong><em>Onde?</em></strong><strong><em> </em></strong> Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa</p>
<p><strong><em>Quanto?</em></strong><strong><em> </em></strong>20 euros por participante</p>
<p><strong><em>O que inclui? </em></strong>5 vinhos tintos da Loire, petiscos à acompanhar, e uma sessão pedagógica e animada sobre a região da Loire</p>
<p><strong><em>Como fazer a minha reserva?</em> </strong>Basta enviar um e-mail com o nome dos interessados para <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a>. Os lugares são limitados, por isso a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>5ªfeira, 31 de Março, brancos do loire, Vouvray e Montlouis, de Chidaine</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2011/03/28/5%c2%aafeira-31-de-marco-brancos-do-loire-vouvray-e-montlouis-de-chidaine/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2011/03/28/5%c2%aafeira-31-de-marco-brancos-do-loire-vouvray-e-montlouis-de-chidaine/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 09:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Loire]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=2107</guid>
		<description><![CDATA[Caros Goliardos,
 Ao longo destes anos de viagem pelo vinho, deliciamo-nos quando descobrimos um novo produtor que nos faz brilhar os olhos através dos seus vinhos, mas o que nos enche verdadeiramente a alma é a confirmação de um produtor, vindima após vindima. François Chidaine é um deles.

Faz parte dos produtores com que trabalhamos desde o início, e faz parte daqueles que nos continuam a surpreender pela precisão, pela exigência, pelo contributo na revelação de terroirs desconhecidos através de vinhos sempre excepcionais. Estivemos na Loire em Janeiro e viemos com a confirmação que Chidaine entra no círculo dos produtores que fazem arte.

Os seus vinhos acabam de chegar. Estamos em pulgas para vos dar a conhecer!

 Cumprimentos goliárdicos,

 Nadir e Sílvia
 
François Chidaine
 François Chidaine não oferece  (...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="1034">
<tbody>
<tr>
<td width="722" valign="top">Caros Goliardos, Ao longo destes anos de viagem pelo vinho, deliciamo-nos quando descobrimos um novo produtor que nos faz brilhar os olhos através dos seus vinhos, mas o que nos enche verdadeiramente a alma é a confirmação de um produtor, vindima após vindima. François Chidaine é um deles.</p>
<p>Faz parte dos produtores com que trabalhamos desde o início, e faz parte daqueles que nos continuam a surpreender pela precisão, pela exigência, pelo contributo na revelação de terroirs desconhecidos através de vinhos sempre excepcionais. Estivemos na Loire em Janeiro e viemos com a confirmação que Chidaine entra no círculo dos produtores que fazem arte.</p>
<p>Os seus vinhos acabam de chegar. Estamos em pulgas para vos dar a conhecer!</p>
<p> Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p> Nadir e Sílvia</td>
</tr>
<tr>
<td width="722" valign="top"><strong>François Chidaine</strong> François Chidaine não oferece sorrisos gratuitos. A última vez que o encontrámos foi num encontro de vinhos na Loire e numa primeira abordagem ficámos a pensar que não nos tinha reconhecido. Serviu-nos um copo, numa expressão séria e fria. Depois perguntou-nos se o encontro Vinho ao Vivo tinha corrido bem. Apercebemo-nos que sabia quem éramos. Pensámos então que não devia estar num dia muito feliz. A produtora catalã que nos acompanhava na viagem à Loire, Marta Rovira, repetiu incessantemente toda a noite: “ele está com algum problema, certamente!”.</p>
<p>No dia seguinte, voltámos a encontrá-lo. Quis saber quem eram os produtores espanhois, saber que vinhos faziam, convidou-os a visitar a quinta e ficarem em sua casa. O gelo quebrou-se e François esboçou um sorriso tímido, verdadeiro e tão surpreendente que nos sentimos calorosamente abraçados. A sequência magnífica dos vinhos que nos deu a provar derreteu toda a qualquer distância que ainda restava. A timidez que se mascarava de frieza tornara-se sedutora. A Marta Rovira, rendida aos vinhos e a quem os fez, concluiu que o problema que o devia verdairamente atormentar no dia anterior era como manter aquele patamar de qualidade nos seus vinhos daqui em diante.</p>
<p> Foi em 1989 que François Chidaine se lançou como viticultor independente, depois de ter apoiado durante 5 anos os seus pais e ter acompanhado as dificuldades económicas que sofriam apesar do trabalho extenuante que lhes dava a vinha. Decidiu então recuperar 3 ha da família e comprar 1,5 ha. Em 1998 tinha já 10 ha de vinhas em Montlouis e em 2002 alugou 10 ha de vinhas na vizinha Vouvray que sempre gozou de um prestígio maior. Hoje tem 35 ha: 20 ha (45 parcelas) em Montlouis, 10 ha em Vouvray e 5 ha na DOC Touraine onde vinifica um tinto, um rosé e um branco (Sauvignon blanc).</p>
<p>Criou juntamente com a sua mulher Manuela uma garrafeira em Montlouis para dar a conhecer os vinhos da Loire mas também de outras regiões e países.</p>
<p>É hoje um produtor (re)conhecido pelos vinhos e também pela sua capacidade de dinamizar a região, associar os seus produtores e apoiar jovens viticultores que se investem na realização de vinhos autênticos e reveladores das diferentes parcelas.</p>
<p>Para François Chidaine, o vinho implica uma paixão individual mas também um movimento colectivo local e global. É uma vida de dedicação e um trabalho sério ao longo do tempo.</p>
<p> <strong>Vouvray e Montlouis: a DOC aristocrática e a DOC camponesa</strong></p>
<p><strong> </strong>Estas sub-regiões vizinhas, apenas separadas pelo rio Loire, ambas dedicadas à produção de brancos com a <strong>casta dominante Chenin</strong>, começaram ter uma só referência: Vouvray.</p>
<p>Em 1936 era criada a Denominação de Origem Controlada Vouvray. Esta incluia as parcelas de Vouvray e igualmente as parcelas de Montlouis vizinhas a Vouvray, junto ao rio Loire, deixando de fora as restantes parcelas de Montlouis. Dois anos depois era criada a DOC Montlouis por reacção dos produtores desta zona à discriminação criada pela DOC Vouvray.</p>
<p>Em boa verdade, a rivalidade não começara nem termina aqui: Montlouis vivia na sombra de Vouvray, a aristocrática rival, até aparecerem 2 produtores: François Chidaine (nativo de Montlouis) e Jacky Blot (proveniente de Paris) dinamizaram esta DOC e arrastaram uma nova geração de produtores que fez com que os vinhos de Montlouis sejam hoje tão ou mais interessantes que os Vouvray.</p>
<p>Montlouis é situada na margem esquerda da Loire e o coração da DOC situa-se no planalto triangular delimitado pelas aldeias de Montlouis, Lussault e Saint-Martin le Beau, com um vinhedo exposto maioritariamente a Sul, em encostas suaves, viradas em direcção do rio Cher.</p>
<p>Bordada a Norte pela Loire, a Sul pelo Cher e a Este pela floresta de Amboise, Montlouis beneficia dum micro-clima ameno com influência atlântica que permite uma boa maturação das uvas da casta Chenin Blanc.</p>
<p>Chidaine qualifica a <strong>DOC Montlouis de mais feminina</strong> enquanto <strong>Vouvray seria mais qualificada pela potência e riqueza</strong>. Os vinhos provenientes do planalto de Montlouis são potentes e ricos, com uma trama ácida marcada e uma boa aptidão à guarda. Os vinhos provenientes das parcelas mais arenosas são finos e elegantes.</p>
<p> <strong>O ano 2008</strong></p>
<p>Um ano climatérico típico do Loire com temperaturas frescas durante o ciclo da vinha, um fim de verão e inicio de Outono solarengo e seco permitiram concentrar as uvas, dando um perfil maduro com uma boa acidez e vinhos para apreciadores de brancos aprimorados.</p>
<p> <strong>O ano 2009</strong></p>
<p>É um ano que alguns situam entre a riqueza e sobre maturação de 2003 e a frescura e profundidade de 2005. Ano que deu vinhos mais concentrados e redondos que o mais fresco e mais típico 2008.</p>
<p> <strong>Os Vinhos que iremos provar</strong></p>
<p> Montlouis Clos du Breuil: terra argilosa, com uma forte proporção de sílex grande, difícil de trabalhar, terroir ingrato e fresco, exposto a Noroeste.</p>
<p> Montlouis Choisilles: em geral este Montlouis, proveniente das parcelas Clos Renard e Epinais, com vinhas de 90 anos em solos argilosos e de silex, é produzido com esta etiqueta nos anos em que não é possível produzir um branco meio-seco ou doce.</p>
<p> Montlouis Bournais: Terroir virado pela Loire a dominante calcário, comprado há 10 anos pelo produtor, que dá vinhos duma grande profundidade e complexidade.</p>
<p> Vouvray Les Argiles: Vinhedo com 40 anos, o solo é composto de argilas profundas com um giz branco friável.</p>
<p> Vouvray Clos Baudoin: Foi esta parcela que levou o Chidaine a comprar vinhas na rival DOC Vouvray. Tem o mesmo tipo de solo que Les Argiles. Este “clos” é hoje considerado um potencial candidato para uma classificação Grand Cru no projecto de distinguir os sítios qualitativos de Vouvray. </td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Champanhe Larmandier-Bernier</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/12/06/champanhe-larmandier-bernier/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 18:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas compras]]></category>
		<category><![CDATA[Champanhe]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Larmandier-Bernier Situado na Côte de Blancs, o vinhedo de Pierre e Sophie Larmandier tem 15 hectares, com vinhas com uma média de 33 anos, dos quais Vertus é classificado Premier Cru e os restantes estão classificados como Grands Cru (Cramant, Chouilly, Oger, Avize).Procuram acima de tudo que os seus vinhos exprimam de forma autêntica o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Larmandier-Bernier</em></strong></p>
<p>Situado na Côte de Blancs, o vinhedo de Pierre e Sophie Larmandier tem 15 hectares, com vinhas com uma média de 33 anos, dos quais Vertus é classificado Premier Cru e os restantes estão classificados como Grands Cru (Cramant, Chouilly, Oger, Avize).Procuram acima de tudo que os seus vinhos exprimam de forma autêntica o terroir, sem artifícios, e para tal trabalham uma viticultura natural, com práticas bio-dinâmicas e dosagens mínimas. Este trabalho foi a consequência de uma reflexão para exprimir da melhor maneira os terroirs prestigiosos que cultivam (todos em 1º crus e Grand crus) no produto final. Os vinhos estagiam entre três e oito anos nas caves de giz e a adição de licor de expedição é sempre moderada (5 g máximo para os Extra-Bruto) para deixar exprimir a singularidade do vinho. Os seus Champagnes caracterizam-se pela pureza, intensidade e originalidade.</p>
<p><strong><em>Blanc de Blancs 1er cru Extra-Brut             34€ :</em></strong></p>
<p>Puro Chardonnay proveniente de vinhas em Vertus, Avize, Oger e Cramant, da colheita 2007 com 40% de vinhos de reserva (anos anteriores misturados). Estagiou 3 anos antes de ser engarrafado. A dosagem é de 4 g/l. Champanhe que privilegia a finura aromática típica da Côte des Blancs, com muita pureza e uma boca carnuda que torna-o muito apetecível.</p>
<p><strong><em>Terre de Vertus Brut Nature 1º cru            39€</em></strong></p>
<p>Vinho não proveniente de lotes, mas de duas parcelas (Les Barillers e Les Faucherets) de meia encosta em Vertus, do mesmo ano 2006. Estagiou 4 anos em balseiros e cubas de inox antes de ser engarrafado sem nenhuma adição de açúcar. Champagne que acompanha bem o início de jantar (ostras, salmão, ) com a sua finura e mineralidade.</p>
<p><strong><em>Vieille Vigne de Cramant Grand Cru Extra-Brut 2004        53€</em></strong></p>
<p>Provém de vinhas com uma média superior a 50 anos, plantadas nas parcelas Grand Cru da aldeia de Cramant, expostas a Sudeste. Fermentou em madeira e em cubas durante o Inverno antes de passar 3 a 4 anos em garrafa. Dosagem ínfimo de 2g/l. Champagne com estrutura e capacidade de guarda, cuja potencia permite servi-lo com pratos do mar ou carnes brancas com molho cremoso.<span id="_marker"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0pt 0pt 0pt 57.6pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em><span style="font-family: Verdana; color: #cc0099; font-size: 10pt; mso-ansi-language: FR;" lang="FR">Blanc de Blancs 1er cru Extra-Brut <span style="mso-spacerun: yes;">            </span>34€ :</span></em></strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: 8pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA;">Puro Chardonnay proveniente de vinhas em Vertus, Avize, Oger e Cramant, da colheita 2007 com 40% de vinhos de reserva (anos anteriores misturados). Estagiou 3 anos antes de ser engarrafado. A dosagem é de 4 g/l. Champanhe que privilegia a finura aromática típica da Côte des Blancs, com muita pureza e uma boca carnuda que torna-o muito apetecível. </span></p>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: 8pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: 8pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0pt 0pt 0pt 57.6pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em><span style="font-family: Verdana; color: #cc0099; font-size: 10pt; mso-ansi-language: FR;" lang="FR">Terre de Vertus Brut Nature 1º cru <span style="mso-spacerun: yes;">           </span>39€</span></em></strong><span style="font-family: Verdana; font-size: 8pt; mso-ansi-language: FR;" lang="FR"> </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: 8pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA;">Vinho não proveniente de lotes, mas de duas parcelas (Les Barillers e Les Faucherets) de meia encosta em Vertus, do mesmo ano 2006. Estagiou 4 anos em balseiros e cubas de inox antes de ser engarrafado sem nenhuma adição de açúcar. Champagne que acompanha bem o início de jantar (ostras, salmão, ) com a sua finura e mineralidade.</span></p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0pt 0pt 0pt 57.6pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em><span style="font-family: Verdana; color: #cc0099; font-size: 10pt; mso-ansi-language: FR;" lang="FR">Vieille Vigne de Cramant Grand Cru Extra-Brut 2004<span style="mso-spacerun: yes;">        </span>53€</span></em></strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: 8pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA;">Provém de vinhas com uma média superior a 50 anos, plantadas nas parcelas Grand Cru da aldeia de Cramant, expostas a Sudeste. Fermentou em madeira e em cubas durante o Inverno antes de passar 3 a 4 anos em garrafa. Dosagem ínfimo de 2g/l. Champagne com estrutura e capacidade de guarda, cuja potencia permite servi-lo com pratos do mar ou carnes brancas com molho cremoso.</span></p>
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		<title>Champanhe Clergeot Père &amp; fils Côte des Bar (Les Riceys)</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 18:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas compras]]></category>
		<category><![CDATA[Champanhe]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Champagne proveniente duma sub-zona menos conhecida chamada Côte des Bar, a Sul da Côte des Blancs, onde existe uma forte tradição de cultivo do Pinot noir, na versão Champagne mas também de vinho tranquilo, sob o nome rosé des Riceys ou Côteaux Champenois, que ganhou fama no âmbito dos vinhos de mesa. Esta família com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Champagne proveniente duma sub-zona menos conhecida chamada Côte des Bar, a Sul da Côte des Blancs, onde existe uma forte tradição de cultivo do Pinot noir, na versão Champagne mas também de vinho tranquilo, sob o nome rosé des Riceys ou Côteaux Champenois, que ganhou fama no âmbito dos vinhos de mesa. Esta família com 5 ha de vinhas no sitio Les Riceys cultiva as vinhas há 4 gerações e engarrafa desde 1976. As vinhas são lavradas e trabalhadas de forma a exprimir o melhor possível a tipicidade deste solo. O Pinot noir é a base dos champagnes produzidos (mais de 90% da área).</p>
<p><strong><em>Réserve Brut 21,5€</em></strong></p>
<p>Lote feito a partir de Pinot Noir essencialemente (90%) e Chardonnay. Champagne vinoso, potente, onde o Chardonnay que estagiou em tonéis vem dar mais finura e frescura.</p>
<p><strong><em>Grande Cuvée Brut 24€</em></strong></p>
<p>Lote proveniente de vinhas com rendimentos inferiores, que dá mais presença ao Chardonnay (30%) para completar o Pinot Noir. Estagiou 7 meses em cubas e 2 anos em garrafa. Champagne carnudo em boca com uma estrutura fina e fresca.</p>
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		<title>Champanhe Raymond Boulard</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 18:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas compras]]></category>
		<category><![CDATA[Champanhe]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Francis Boulard é um apaixonado de vinhos em geral antes de ser um produtor de Champagne. Esta curiosidade por tudo o que acontece fora da sua zona permitiu-lhe trazer ideias inovadoras para uma região em geral clássica e ortodoxa. Até 2009, trabalhava com os 2 irmãos na quinta familiar, em 2010 começou uma nova aventura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Francis Boulard é um apaixonado de vinhos em geral antes de ser um produtor de Champagne. Esta curiosidade por tudo o que acontece fora da sua zona permitiu-lhe trazer ideias inovadoras para uma região em geral clássica e ortodoxa. Até 2009, trabalhava com os 2 irmãos na quinta familiar, em 2010 começou uma nova aventura com a sua filha Delphine, para poder cumprir completamente a sua filosofia de Champagnes vistos como vinhos de terroir, feitos a partir de vinhas lavradas, cultivadas em agricultura biológica. Com 10,25 hectares repartidos entre a Vallée de la Marne, Vallée de la Vesle e Montagne de Reims, o vinhedo inclui 7 Crus e 1 Grand Cru, num total de 21 terroirs diferentes, com plantação de Pinot Meunier, Pinot Noir e Chardonnay. Vinificação em pequenos volumes com passagem por barrica. Procuram com o mosaico de terroirs que possuem fazer vinhos de lote que revelam cada ano a sua especificidade.</p>
<p><strong><em>Boulard Brut Nature Réserve                               27€</em></strong></p>
<p>Lote de Pinot Meunier (70%) e Pinot Noir (30%), a base é a colheita de 2007 com 30% de vinhos de reserva de 2006 e 2005. As vinhas estão na Vallée de la Marne, num solo argilo-calcário e uma idade de 30 anos. Vinho sem adição de açúcar.</p>
<p><strong><em>Boulard Grand Cru Mailly Champagne               29€</em></strong></p>
<p>Lote de Pinot Noir (90%) e Chardonnay (10%) da vindima 2006 com 30% de vinhos de reserva de 2004 e 2005. Todas as vinhas, de 20 anos, são plantadas em Grand Cru em Mailly. 50% do vinho foi vinificado em pipas de madeira. Dosagem de 5g/l.<span id="_marker"> </span></p>
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		<title>5ªfeira, 2 de Dez, nas 1001 noites: vinhos tipicamente ATIPICOS</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/11/29/5%c2%aafeira-2-de-dez-nas-1001-noites-vinhos-tipicamente-atipicos/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 15:52:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Jerez de la Frontera]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos espanhois]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos italianos]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

 Esta semana faremos uma prova há muito ambicionada: Vinhos Atípicos.

 Vinhos que resultam de experiências ou enganos que fizeram história e que agora são típicos de determinadas regiões.
Vinhos estapafúrdios, extravagâncias maravilhosas, aberrantemente divinos.
Freaks do vinho.
Verdadeiras curiosidades.
Enganos que deram origem a néctares divinos.
Defeitos por muitos evitados e que aqui são levados ao rubro.
Vinhos únicos, que os Goliardos foram encontrar nas suas expedições e que importam directamente de produtores malucos.
Vinhos que casam com pratos que se achavam condenados à solidão.

Comida que finalmente encontra a sua alma gémea.
Vinhos do outro mundo.
Vinhos estranhos que se entranham.
 

Uma verdadeira Overdose de loucura vínica!!!!!!!

 A prova será feita com os queijos excepcionais que acabaram de chegar, importados pelos Goliardos, de pequenos artesãos queijeiros.

 Caso não possam vir à prova, os vinhos ficarão à prova a copo nessa noite.

 Cumprimentos goliárdicos,

 Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="617" valign="top">“Da sensibilidade, da personalidade distinta que ela determina, nasce a arte per o que se chama a inspiração – o segredo que ninguém falou, o sésamo dito por acaso, o eco em nós do encantamento distante.”<strong>Fernando Pessoa, Atenas, 1924</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="617" valign="top">Caros Goliardos, Esta semana faremos uma prova há muito ambicionada: Vinhos Atípicos.</p>
<p> Vinhos que resultam de experiências ou enganos que fizeram história e que agora são típicos de determinadas regiões.</p>
<p>Vinhos estapafúrdios, extravagâncias maravilhosas, aberrantemente divinos.</p>
<p>Freaks do vinho.</p>
<p>Verdadeiras curiosidades.</p>
<p>Enganos que deram origem a néctares divinos.</p>
<p>Defeitos por muitos evitados e que aqui são levados ao rubro.</p>
<p>Vinhos únicos, que os Goliardos foram encontrar nas suas expedições e que importam directamente de produtores malucos.</p>
<p>Vinhos que casam com pratos que se achavam condenados à solidão.</p>
<p>Comida que finalmente encontra a sua alma gémea.</p>
<p>Vinhos do outro mundo.</p>
<p>Vinhos estranhos que se entranham.</p>
<p><strong>Uma verdadeira Overdose de loucura vínica!!!!!!!</strong></p>
<p> A prova será feita com os queijos excepcionais que acabaram de chegar, importados pelos Goliardos, de pequenos artesãos queijeiros.</p>
<p> Caso não possam vir à prova, os vinhos ficarão à prova a copo nessa noite.</p>
<p> Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p> Sílvia e Nadir</td>
</tr>
<tr>
<td width="617" valign="top"><strong><em>Vin Jaune:</em></strong> branco típico da região de Jura (França) feito com a casta Savagnin, 6 anos de estágio debaixo de um véu de flor com oxidação lenta.<strong><em>La Stoppa Ageno:</em></strong> um branco de Emilia Romagna, em Itália, com maceração de 60 dias e envelhecimento em tonéis.</p>
<p><strong><em>Manzanilla:</em></strong> um branco típico da Andaluzia, Sanlucar de Barameda, feito com a casta palomino fino, feito com estágio debaixo de um véu de flor em sistema de solera durante 6 anos e ligeiramente fortificado.</p>
<p><strong><em>Espumante Tinto</em></strong> típico da Emilia-Romagna feito segundo o método Charmat</p>
<p><strong><em>Tinto Amarone:</em></strong> um vinho típico da região italiana de Valpolicella, perto de Verona, feito com uvas que são secas em tabuleiros, pisadas e maceradas durante 60 dias.</p>
<p><strong><em>Os vinhos que irão ser provados são importados pelos Goliardos directamente de produtores por nós visitados e seleccionados. Só podem ser encontrados à venda em Portugal na garrafeira dos Goliardos</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em> </em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="617" valign="top"><strong><em>Quando?</em></strong><strong><em> </em></strong> 5ªfeira, dia 2 de Dezembro, das 19h30 às 21h30<strong><em>Onde? </em></strong> Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa</p>
<p><strong><em>Quanto?</em></strong><strong><em> </em></strong>20 euros por pessoa</p>
<p><strong><em>O que inclui? </em></strong>Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos às cegas e petiscos a condizer para não se engolir em seco!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>Como faço a minha reserva?</em></strong><strong> </strong>Basta enviar um e-mail para <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a> com nomes dos interessados em participar. Temos um número limite de lugares por isso a corrida está lançada!</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2010/11/29/5%c2%aafeira-2-de-dez-nas-1001-noites-vinhos-tipicamente-atipicos/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Festa do Beaujolais nouveau, 5ªfeira, 18 de Novembro, nos Goliardos</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/11/11/festa-do-beaujolais-nouveau-5%c2%aafeira-18-de-novembro-nos-goliardos/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 15:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Borgonha]]></category>
		<category><![CDATA[Festas Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1998</guid>
		<description><![CDATA[Todos os anos, no mesmo dia, sai no mundo inteiro o vinho Beaujolais Nouveau. É o vinho do ano, ainda acabado de entrar e de sair das cubas. Nem teve tempo de se secar com uma toalha. Vem da região de Beaujolais no Este de França. Um vinho para celebrar o fim das vindimas, para festejar e beber em tom de grande festa do vinho. 50 milhões de garrafas em mais de 150 países, que abrem no mesmo dia o Beaujolais Nouveau. O Mundo inteiro a brindar com o vinho da mesma região ao mesmo tempo.

E a grande festa do Beaujolais Nouveau em Lisboa é nos Goliardos. Como já tem sido em anos anteriores. Casa cheia a transbordar. Copos cheios! Brindes com amigos e desconhecidos. Goliardos e goliardas. Pequenos e graúdos. Fazem-se amigos. Fazem-se namorados. Castanhas numa mão, vinho na outra!

Venham, tragam os amigos, os pais, os avós, os cães vadios, os gatos fedorentos, o amante, o cozinheiro, o ladrão e a mulher deste!
Ficamos à espera dos amantes do vinho e dos cépticos do Beaujolais. Os do ano passado saíram convencidos. 2010 vai convencer ainda mais.
Apareçam!


Quando? 5ª feira, 18 de Novembro, das 19h30 às 2 da matina
Onde? Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, Rua da Mãe d'Água, nº9, junto à praça da Alegria
Quanto? Entrada livre. O Beaujolais Nouveau estará a venda a copo e à garrafa e as castanhas às dúzias.

Não precisa de inscrição…só de sede!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos, no mesmo dia, sai no mundo inteiro o vinho Beaujolais Nouveau. É o vinho do ano, ainda acabado de entrar e de sair das cubas. Nem teve tempo de se secar com uma toalha. Vem da região de Beaujolais no Este de França. Um vinho para celebrar o fim das vindimas, para festejar e beber em tom de grande festa do vinho. 50 milhões de garrafas em mais de 150 países, que abrem no mesmo dia o Beaujolais Nouveau. O Mundo inteiro a brindar com o vinho da mesma região ao mesmo tempo.</p>
<p>E a grande festa do Beaujolais Nouveau em Lisboa é nos Goliardos. Como já tem sido em anos anteriores. Casa cheia a transbordar. Copos cheios! Brindes com amigos e desconhecidos. Goliardos e goliardas. Pequenos e graúdos. Fazem-se amigos. Fazem-se namorados. Castanhas numa mão, vinho na outra!</p>
<p>Venham, tragam os amigos, os pais, os avós, os cães vadios, os gatos fedorentos, o amante, o cozinheiro, o ladrão e a mulher deste!<br />
Ficamos à espera dos amantes do vinho e dos cépticos do Beaujolais. Os do ano passado saíram convencidos. 2010 vai convencer ainda mais.<br />
Apareçam!</p>
<p>Quando? 5ª feira, 18 de Novembro, das 19h30 às 2 da matina<br />
Onde? Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, Rua da Mãe d&#8217;Água, nº9, junto à praça da Alegria<br />
Quanto? Entrada livre. O Beaujolais Nouveau estará a venda a copo e à garrafa e as castanhas às dúzias.</p>
<p>Não precisa de inscrição…só de sede!</p>
<p>um pouco de história, enquanto estão lúcidos: </p>
<p>Em 1951 foi estipulado pelo Journal Officiel que os vinhos franceses de origem controlada só poderiam ser comercializados a partir de 15 de Dezembro do ano da vindima. Em todas as leis há uma excepção&#8230;.portanto, esta lei tem como excepção a denominação &#8220;Beaujolais nouveau&#8221;. mmmm&#8230;.uma exclusividade que fez história.</p>
<p>Durante 15 anos a data era variável. A partir de 1967 fixou-se o lançamento do Beaujolais Nouveau no dia 15 de Novembro, e finalmente foi a partir de 1985 que foi estipulado que a festa do vinho novo se faria na terceira quinta-feira do mês de Novembro. A quinta-feira é aquele dia óptimo para se começar antecipadamente o fim-de-semana..</p>
<p>Inicialmente a celebração do Beaujolais estava claramente associada às comunidades francófonas. Desde os anos 80 que se assiste a uma internacionalização desta prática, primeiramente com os países europeus, depois tornando-se uma prática na Austrália e na Ásia em geral. Actualmente, o Japão lidera o ranking de consumo de Beaujolais Noveau, no mercado internacional.</p>
<p>Hoje em dia são despachadas em apenas algumas horas mais de 50 milhões de garrafas para mais de 150 países, que abrem no mesmo dia o Beaujolais Nouveau. Das pequenas aldeias da região de Beaujolais onde se celebrava todos os anos esta tradição lançou-se uma tradição para a aldeia global.</p>
<p>Quais as características do Beaujolais Nouveau?</p>
<p>O Beaujolais é um vinho realizado a partir da casta Gamay, uma variedade precoce que amadurece rapidamente e produz uvas pequenas extremamente frutadas. O gamay foi praticamente extinto na Bourgonha para dar primazia ao Pinot Noir, mas para ser bebido como vinho acabado de sair das cubas fica óptimo.<br />
Uma vinificação tradicional denominada maceração carbónica, com o objectivo de sobressair o perfume da fruta: os cachos são colocados inteiros dentro das cubas e seguidamente é injectado dióxido de carbono que faz sair todo o oxigénio. Com o bago fechado e intacto, a fermentação é feita intracelular dando habitualmente aromas de banana e rebuçado.<br />
Considerado um vinho de brincadeira pelos aficionados, o Beaujolais é um vinho efectivamente sem pretensões para ser guardado ou para ganhar 100 pontos Parker. É um vinho para festejar e dar as boas-vindas ao vinho 2010. Não é para passar 2 horas a cheirá-lo e a anotar com ar sizudo as suas características.<br />
É para brindar e beber!!!!</p>
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