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	<title>Os Goliardos &#187; Loire</title>
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		<title>Cuvée Eden Vieilles vignes 2006, La Pépière (Branco, Loire)</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:37:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido de estar o mais ligado à terra possível. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido de estar o mais ligado à terra possível. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron se exprime, numa zona de solos graníticos que lembra o Minho. Feito com a casta Melon de Bourgogne, este vinho será a última edição com este nome. Produzido num solo de gneiss argiloso, estagiou 13 meses em cubas com as lias para amaciar a acidez natural do vinho, feito para envelhecer.</p>
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		<title>Cabernet Franc 2008, Domaine La Pépière (Tinto, Loire)</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 18:27:32 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido mais ligado à terra que existe. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron se exprime, mas os tintos têm o charme dos vinhos alegres, produzidos num clima que pode saproximar-se do Minho. Os tintos são mais ligeiros. Este é feito com a casta Cabernet-Franc, apresenta toques vegetais, uma boca tensa (pela acidez) com taninos afirmados mas não agressivos e uma fruta ligeira.</p>
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		<title>Muscadet 2008, Domaine de la Pépière (Branco, Loire)</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:58:09 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido mais ligado à terra que existe. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron se exprime, numa zona de solos graníticos que lembra o Minho. Feito com a casta Melon de Bourgogne, este vinho tem uma fruta a citrinos, com uma boca fina e mineral. Ideal para acompanhar mariscos.</p>
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		<title>Pépié 2008, Domaine La Pépière (Tinto, Loire)</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 16:46:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido de mais ligado à terra possível. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido de mais ligado à terra possível. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron se exprime, mas os tintos têm o charme dos vinhos alegres, produzidos num clima que se pode aproximar ao Minho. Os tintos são mais ligeiros. Este é feito com a casta Côt (Malbec), cheio de frescura, toques vegetais com taninos  discretos que vos surpreenderão.</p>
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		<title>Sauvignon nº5, Clos Roche Blanche (Branco, Loire)</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 16:32:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Catherine Roussel herdou a quinta do seu pai e decidiu manter este património com o apoio de Didier Barouillet. Este duo “hippie” produz vinhos de inspiração natural no Loire e Cher, perto de Tours, num planalto rodeado de bosques e num solo argiloso-calcário. Os vinhos Sauvignon nº2 e nº5 são famosos nos Estados Unidos como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Catherine Roussel herdou a quinta do seu pai e decidiu manter este património com o apoio de Didier Barouillet. Este duo “hippie” produz vinhos de inspiração natural no Loire e Cher, perto de Tours, num planalto rodeado de bosques e num solo argiloso-calcário. Os vinhos Sauvignon nº2 e nº5 são famosos nos Estados Unidos como nos Goliardos, apresentam um perfil fresco, floral, menos exuberante que os Sauvignon que invadiram o mundo. O nº5 é um puro Sauvignon blanc, vinifcado em pipas grandes com as suas lias para extrair mais estrutura e dar mais longevidade.</p>
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		<title>Esta 6ªfeira, 25 Set, nas 1001 noites, descoberta da região de vinhos da Loire</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 13:48:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vinhedo extenso, pouco compacto Vinhedo mais extenso de França, o vale do Loire expande-se desde o Maciço Central (Auvergne) até ao sul da Bretanha onde o rio desemboca no Atlântico. Os vinhedos com a Denominação de origem controlada são localizados essencialmente à beira do rio Loire, nas encostas, entre Sancerre e Pouilly-Fumé na região “Centre” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vinhedo extenso, pouco compacto</p>
<p>Vinhedo mais extenso de França, o vale do Loire expande-se desde o  Maciço Central (Auvergne) até ao sul da Bretanha onde o rio desemboca no Atlântico. Os vinhedos com a Denominação de origem controlada são localizados essencialmente à beira do rio Loire, nas encostas, entre Sancerre e Pouilly-Fumé na região “Centre” e a zona de Nantes perto do Atlântico com o Muscadet. Embora extenso, o vinhedo da Loire representa apenas 55 000 ha de vinhas, representando metade do vinhedo de Bordeús e um pouco mais do Vale do Ródano. </p>
<p>Diversidade de micro-climas</p>
<p>A grande extensão do vinhedo faz com que existissem grandes disparidades entre o clima continental de Sancerre no Centro e o clima oceânico mais suave do Atlântico. Na faixa atlântica de França, este vinhedo constitui o limite setentrional do cultivo da vinha. As incertezas climatéricas são compensadas pelo efeito de regulador térmico do rio que atenua as variações e tem um papel fundamental na natureza dos solos como na maturação das uvas.</p>
<p> Os vinhos da região</p>
<p> O ponto comum a estes vinhos é a frescura e a finura dos melhores vinhos da zona. Podem ser parceiros leves e frutados de ocasiões simples como vinhos de grande guarda em brancos (Sancerre, Pouilly-Fumé, Savennières, Côteaux du layon) ou tintos (Bourgueil, Chinon particularmente). </p>
<p>Uma região menos conhecida de grandes vinhos, com uma nova onda de vinhos puros</p>
<p>As primeiras vinhas na zona datam do século V. Foram os Holandeses a desenvolver a fama dos vinhos locais, seguidos pelo Ingleses com os vinhos do Poitou e Anjou, mas o crescimento de Bordeús provocou o declínio da zona vínica. A proximidade de Paris teve paradoxalmente um papel ambíguo : permitiu escoar grandes quantidades de vinhos frescos e baratos nos bares e restaurantes mas não valorizou até há pouco o potencial qualitativo desta região. Hoje com o dinamismo de novos produtores, adeptos de viticultura mais natural e de vinificações com poucas manipulações, os vinhos alternativos do Loire são muito bem representados nas Garrafeiras e Bares de vinhos da onda ecológica “branché” na capital mas também nos Estados Unidos. É uma bela recompensa porque são vinhos singulares e ainda acessíveis. </p>
<p>As 7 sub-regiões da Loire:</p>
<p>Cada uma das 7 sub-regiões tem um estilo próprio devido aos solos (areia, calcário, argila), climas e as castas inerentes aos factores precedentes. As mais importantes são :</p>
<p>Na região atlântica de Nantes, a DOC Muscadet e a DOC Gros Plant com vinhos frescos, minerais que lembram o Vinho Verde. A casta do Muscadet é o Melon de Bourgogne que foi trazido da Borgonha pelos Holandeses. O Gros Plant é produzido a partir da casta Folle Blanche.</p>
<p>A seguir Anjou-Saumur, zona chamada Jardim de França, terra da casta branca Chenin (também chamada Pineau de la Loire) que dá vinhos secos, ricos e carnudos e grandes licorosos que associam concentração aromática e açucares com altos níveis de acidez, à maneira dos vinhos alemães.</p>
<p> Mais oriental, é a Touraine, onde reina o Cabernet-Franc (DOC Bourgueil, Chinon mais a oeste) com vinhos de grande mineralidade, o Chenin (Montlouis e Vouvray no centro) e o Sauvignon blanc (mais a este) em branco. O Gamay e o Pineau d’Aunis são também castas indígenas bastante plantadas que dão tintos frescos e cheios de fruta como rosés.</p>
<p> Na região Centre destacam-se as DOC Sancerre e Pouilly-Fumé, famosas pelos brancos com a casta branca Sauvignon Blanc e com uma produção menos afamada de tintos com base na casta tinta Pinot Noir.</p>
<p>Que vinhos vamos provar esta 6ªfeira?</p>
<p>Vinhos brancos e tintos, por nós seleccionados durante as nossas visitas à região. E que temos a certeza que não deixarão indiferentes os curiosos da Loire.</p>
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		<title>Clos Guillot 2007, Domaine Baudry (Tinto, Chinon)</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 20:48:15 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Para ver as metamorfoses do Cabernet-Franc consoante o sítio onde está plantado, este Clos Guillot provém duma vinha em solo calcário e de argila na parte mais alta. O vinho foi vinificado em cubas de madeira velha e estagiou 12 meses em barricas. Um vinho que lembra às vezes os Pinot noir de Borgonha com os seus aromas a cereja ginja e frutos pretos, uma boca fina e fresca no final com aromas minerais típicos a giz.</p>
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		<title>Domaine Baudry 2007 (Tinto, Chinon)</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 20:33:30 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta com 30 ha de vinhas sobre diferentes solos que a família Baudry (pai e filho) vinificam a moda borgonhesa por parcela, permitindo realçar as nuances dos vinhos feitos todos com a casta Cabernet Franc em função dos solos. Este Le Domaine provém duma vinha de pedras pequenas com uma parte argiloso-arenosa. Dá um vinho com taninos finos, longo mas não amplo, que transmite a frescura e a elegância típica de Chinon.</p>
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		<title>Sauvignon 2007, François Chidaine (Branco, Touraine)</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 18:42:08 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>François Chidaine é um produtor da Loire conhecido pelos brancos de Montlouis e Vouvray produzidos com a casta Chenin. Camponês, militante de uma viticultura natural, produz vinhos autênticos, puros que têm consistência e evoluem com harmonia. Este branco produzido na zona de Tours, a partir da casta Sauvignon, é floral e vivo, toques de ervas, com uma boca simples e recta. </p>
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		<title>Clos du Breuil 2007, GAEC Chidaine (Branco, Loire)</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 18:01:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[François e Manuela Chidaine são um casal determinado que começou com 5 ha de vinhas em Montlouis em 1989 e adquiriu progressivamente parcelas em Montlouis (margem esquerda da Loire) e Vouvray, na margem direita da Loire. Desde 1999 pratica uma viticultura bio-dinâmica, amanhando a vinha de forma natural sem produtos químicos de síntese e considerando-a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>François e Manuela Chidaine são um casal determinado que começou com 5 ha de vinhas em Montlouis em 1989 e adquiriu progressivamente parcelas em Montlouis (margem esquerda da Loire) e Vouvray, na margem direita da Loire. Desde 1999 pratica uma viticultura bio-dinâmica, amanhando a vinha de forma natural sem produtos químicos de síntese e considerando-a como um elemento sujeito às influências das energias do cosmos. Todo o trabalho tende a valorizar a expressão do solo e a realçar a singularidade do vinho. Este vinho provém de vinhas de Chenin  com 50 anos, duma parcela de 3,5 ha em solo de argilas. Um vinho com aromas a fruto branco carnudo, vivo em boca e toques de citrinos. </p>
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