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	<title>Os Goliardos &#187; Loire</title>
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		<title>Vinhos do Domaine de La Pépière, Muscadet, Loire</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Loire]]></category>
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		<description><![CDATA[Marc Ollivier é um produtor que cultiva na zona mais ocidental do Loire, o Muscadet, 20 ha de vinhas da casta Melon de Bourgogne (branco) e Cabermet-Franc e Côt (ou Malbec) para os tintos. Os vinhos provêm de solos graníticos ou de gneiss e o clima é fresco, húmido e temperado, semelhante ao do Minho. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://osgoliardos.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/42-Medium.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2214" title="Domaine La Pépière" src="http://osgoliardos.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/42-Medium-300x200.jpg" alt="Foto tirada por Sílvia Bastos" width="300" height="200" /></a>Marc Ollivier é um produtor que cultiva na zona mais ocidental do Loire, o Muscadet, 20 ha de vinhas da casta Melon de Bourgogne (branco) e Cabermet-Franc e Côt (ou Malbec) para os tintos. Os vinhos provêm de solos graníticos ou de gneiss e o clima é fresco, húmido e temperado, semelhante ao do Minho.</p>
<p><strong>Muscadet 2009, branco</strong></p>
<p>Perfil fresco e floral no nariz, em boca surge o ano quente com um perfil menos tenso que o habitual na região, toques de pedra, de ervas aromáticas e fruta carnuda num estilo globalmente directo e sedutor<strong>.</strong></p>
<p><strong>La Pépière Clos des Briords 2009, </strong>Branco</p>
<p>Feito com a casta Melon de Bourgogne plantada num solo granítico, este vinho precisa sempre de mais tempo que os outros da gama do produtor para se revelar completamente. Nariz a citrinos e ervas frescas, em boca é recto e salino, com uma sensação mineral de lamber pedras, num perfil marino e seco, que acompanha bem os mariscos e os seus sabores a iodo.</p>
<p><strong>les Gras Moutons 2009, </strong>Branco</p>
<p>Les Gras Moutons 2009 provém de parcelas de vinhas entre 50 e 80 anos, num solo de gneiss. O vinho estagia sobre as lias sem madeira. Apresenta um nariz a citrinos e flores, tem uma boa amplitude em boca, com a vivacidade que prolonga os aromas e mantém a ligeireza típica da região.</p>
<p><strong>Cuvée Granit 2009, </strong>Tinto</p>
<p>Este vinho provém duma base de Cabernet-Franc com um complemento de Côt, Merlot e Cabernet-Sauvignon. Nota-se no nariz o efeito dum ano quente com uma fruta concentrada, toques de pedra fumada, na boca é franco e simples, com a frescura típica da zona e uns aromas rústicos com um pouco de amargura.</p>
<p>Os vinhos do Domaine de La Pépière são importados e comercializados exclusivamente pelos Goliardos. Os preços dos mesmos encontram-se disponíveis na página Os Vinhos do site.</p>
<p>Qualquer questão, basta entrar em contacto connosco a partir do e-mail <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a></p>
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		<title>5ªfeira, 16/06, nas 1001 noites, tintos do Loire</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 07:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Loire]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Com o verão, vamos a tintos perfeitos para o calor. Aqui vai uma prova há muito prometida: tintos da Loire!

Esta 5ªfeira vamos dar-vos a conhecer a região da Loire através de tintos, feitos a partir da casta Cabernet-Franc, caracterizados por serem leves, frescos, secos, extremamente minerais e com grande capacidade de guarda. Iremos provar tanto da doc Chinon como Bourgueil, de produtores seleccionados a partir das nossas visitas e que fazem vinhos incríveis. Com menos reconhecimento que Bordéus e Borgonha, a Loire é uma região com muita tradição mas igualmente com muita criatividade e dinamismo, permitindo o aparecimento de uma nova geração que revela terroirs de uma forma autêntica e exigente. Fazem claramente parte das nossas paixões.

Na prova iremos provar vinhos novos mas também vinhos de 1995. (Era um remate final se ainda tinham dúvidas)

Não percam...conselho de Goliardo!!!

 

Quando?  5ªfeira, dia 16 de Junho, às 19h30

Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa

Quanto?[ ....]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Com o verão, vamos a tintos perfeitos para o calor. Aqui vai uma prova há muito prometida: <strong>tintos da Loire!</strong></p>
<p>Esta 5ªfeira vamos dar-vos a conhecer a região da Loire através de tintos, feitos a partir da casta Cabernet-Franc, caracterizados por serem leves, frescos, secos, extremamente minerais e com grande capacidade de guarda. Iremos provar tanto da doc <strong>Chinon</strong> como <strong>Bourgueil</strong>, de produtores seleccionados a partir das nossas visitas e que fazem vinhos incríveis. Com menos reconhecimento que Bordéus e Borgonha, a Loire é uma região com muita tradição mas igualmente com muita criatividade e dinamismo, permitindo o aparecimento de uma nova geração que revela terroirs de uma forma autêntica e exigente. Fazem claramente parte das nossas paixões.</p>
<p>Na prova iremos provar vinhos novos mas também vinhos de 1995. (Era um remate final se ainda tinham dúvidas)</p>
<p>Não percam&#8230;conselho de Goliardo!!!</p>
<p><strong><em>Quando?</em></strong><strong><em> </em></strong> 5ªfeira, dia 16 de Junho, às 19h30</p>
<p><strong><em>Onde?</em></strong><strong><em> </em></strong> Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa</p>
<p><strong><em>Quanto?</em></strong><strong><em> </em></strong>20 euros por participante</p>
<p><strong><em>O que inclui? </em></strong>5 vinhos tintos da Loire, petiscos à acompanhar, e uma sessão pedagógica e animada sobre a região da Loire</p>
<p><strong><em>Como fazer a minha reserva?</em> </strong>Basta enviar um e-mail com o nome dos interessados para <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a>. Os lugares são limitados, por isso a corrida está lançada!</p>
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		<title>5ªfeira, 31 de Março, brancos do loire, Vouvray e Montlouis, de Chidaine</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 09:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,
 Ao longo destes anos de viagem pelo vinho, deliciamo-nos quando descobrimos um novo produtor que nos faz brilhar os olhos através dos seus vinhos, mas o que nos enche verdadeiramente a alma é a confirmação de um produtor, vindima após vindima. François Chidaine é um deles.

Faz parte dos produtores com que trabalhamos desde o início, e faz parte daqueles que nos continuam a surpreender pela precisão, pela exigência, pelo contributo na revelação de terroirs desconhecidos através de vinhos sempre excepcionais. Estivemos na Loire em Janeiro e viemos com a confirmação que Chidaine entra no círculo dos produtores que fazem arte.

Os seus vinhos acabam de chegar. Estamos em pulgas para vos dar a conhecer!

 Cumprimentos goliárdicos,

 Nadir e Sílvia
 
François Chidaine
 François Chidaine não oferece  (...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="1034">
<tbody>
<tr>
<td width="722" valign="top">Caros Goliardos, Ao longo destes anos de viagem pelo vinho, deliciamo-nos quando descobrimos um novo produtor que nos faz brilhar os olhos através dos seus vinhos, mas o que nos enche verdadeiramente a alma é a confirmação de um produtor, vindima após vindima. François Chidaine é um deles.</p>
<p>Faz parte dos produtores com que trabalhamos desde o início, e faz parte daqueles que nos continuam a surpreender pela precisão, pela exigência, pelo contributo na revelação de terroirs desconhecidos através de vinhos sempre excepcionais. Estivemos na Loire em Janeiro e viemos com a confirmação que Chidaine entra no círculo dos produtores que fazem arte.</p>
<p>Os seus vinhos acabam de chegar. Estamos em pulgas para vos dar a conhecer!</p>
<p> Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p> Nadir e Sílvia</td>
</tr>
<tr>
<td width="722" valign="top"><strong>François Chidaine</strong> François Chidaine não oferece sorrisos gratuitos. A última vez que o encontrámos foi num encontro de vinhos na Loire e numa primeira abordagem ficámos a pensar que não nos tinha reconhecido. Serviu-nos um copo, numa expressão séria e fria. Depois perguntou-nos se o encontro Vinho ao Vivo tinha corrido bem. Apercebemo-nos que sabia quem éramos. Pensámos então que não devia estar num dia muito feliz. A produtora catalã que nos acompanhava na viagem à Loire, Marta Rovira, repetiu incessantemente toda a noite: “ele está com algum problema, certamente!”.</p>
<p>No dia seguinte, voltámos a encontrá-lo. Quis saber quem eram os produtores espanhois, saber que vinhos faziam, convidou-os a visitar a quinta e ficarem em sua casa. O gelo quebrou-se e François esboçou um sorriso tímido, verdadeiro e tão surpreendente que nos sentimos calorosamente abraçados. A sequência magnífica dos vinhos que nos deu a provar derreteu toda a qualquer distância que ainda restava. A timidez que se mascarava de frieza tornara-se sedutora. A Marta Rovira, rendida aos vinhos e a quem os fez, concluiu que o problema que o devia verdairamente atormentar no dia anterior era como manter aquele patamar de qualidade nos seus vinhos daqui em diante.</p>
<p> Foi em 1989 que François Chidaine se lançou como viticultor independente, depois de ter apoiado durante 5 anos os seus pais e ter acompanhado as dificuldades económicas que sofriam apesar do trabalho extenuante que lhes dava a vinha. Decidiu então recuperar 3 ha da família e comprar 1,5 ha. Em 1998 tinha já 10 ha de vinhas em Montlouis e em 2002 alugou 10 ha de vinhas na vizinha Vouvray que sempre gozou de um prestígio maior. Hoje tem 35 ha: 20 ha (45 parcelas) em Montlouis, 10 ha em Vouvray e 5 ha na DOC Touraine onde vinifica um tinto, um rosé e um branco (Sauvignon blanc).</p>
<p>Criou juntamente com a sua mulher Manuela uma garrafeira em Montlouis para dar a conhecer os vinhos da Loire mas também de outras regiões e países.</p>
<p>É hoje um produtor (re)conhecido pelos vinhos e também pela sua capacidade de dinamizar a região, associar os seus produtores e apoiar jovens viticultores que se investem na realização de vinhos autênticos e reveladores das diferentes parcelas.</p>
<p>Para François Chidaine, o vinho implica uma paixão individual mas também um movimento colectivo local e global. É uma vida de dedicação e um trabalho sério ao longo do tempo.</p>
<p> <strong>Vouvray e Montlouis: a DOC aristocrática e a DOC camponesa</strong></p>
<p><strong> </strong>Estas sub-regiões vizinhas, apenas separadas pelo rio Loire, ambas dedicadas à produção de brancos com a <strong>casta dominante Chenin</strong>, começaram ter uma só referência: Vouvray.</p>
<p>Em 1936 era criada a Denominação de Origem Controlada Vouvray. Esta incluia as parcelas de Vouvray e igualmente as parcelas de Montlouis vizinhas a Vouvray, junto ao rio Loire, deixando de fora as restantes parcelas de Montlouis. Dois anos depois era criada a DOC Montlouis por reacção dos produtores desta zona à discriminação criada pela DOC Vouvray.</p>
<p>Em boa verdade, a rivalidade não começara nem termina aqui: Montlouis vivia na sombra de Vouvray, a aristocrática rival, até aparecerem 2 produtores: François Chidaine (nativo de Montlouis) e Jacky Blot (proveniente de Paris) dinamizaram esta DOC e arrastaram uma nova geração de produtores que fez com que os vinhos de Montlouis sejam hoje tão ou mais interessantes que os Vouvray.</p>
<p>Montlouis é situada na margem esquerda da Loire e o coração da DOC situa-se no planalto triangular delimitado pelas aldeias de Montlouis, Lussault e Saint-Martin le Beau, com um vinhedo exposto maioritariamente a Sul, em encostas suaves, viradas em direcção do rio Cher.</p>
<p>Bordada a Norte pela Loire, a Sul pelo Cher e a Este pela floresta de Amboise, Montlouis beneficia dum micro-clima ameno com influência atlântica que permite uma boa maturação das uvas da casta Chenin Blanc.</p>
<p>Chidaine qualifica a <strong>DOC Montlouis de mais feminina</strong> enquanto <strong>Vouvray seria mais qualificada pela potência e riqueza</strong>. Os vinhos provenientes do planalto de Montlouis são potentes e ricos, com uma trama ácida marcada e uma boa aptidão à guarda. Os vinhos provenientes das parcelas mais arenosas são finos e elegantes.</p>
<p> <strong>O ano 2008</strong></p>
<p>Um ano climatérico típico do Loire com temperaturas frescas durante o ciclo da vinha, um fim de verão e inicio de Outono solarengo e seco permitiram concentrar as uvas, dando um perfil maduro com uma boa acidez e vinhos para apreciadores de brancos aprimorados.</p>
<p> <strong>O ano 2009</strong></p>
<p>É um ano que alguns situam entre a riqueza e sobre maturação de 2003 e a frescura e profundidade de 2005. Ano que deu vinhos mais concentrados e redondos que o mais fresco e mais típico 2008.</p>
<p> <strong>Os Vinhos que iremos provar</strong></p>
<p> Montlouis Clos du Breuil: terra argilosa, com uma forte proporção de sílex grande, difícil de trabalhar, terroir ingrato e fresco, exposto a Noroeste.</p>
<p> Montlouis Choisilles: em geral este Montlouis, proveniente das parcelas Clos Renard e Epinais, com vinhas de 90 anos em solos argilosos e de silex, é produzido com esta etiqueta nos anos em que não é possível produzir um branco meio-seco ou doce.</p>
<p> Montlouis Bournais: Terroir virado pela Loire a dominante calcário, comprado há 10 anos pelo produtor, que dá vinhos duma grande profundidade e complexidade.</p>
<p> Vouvray Les Argiles: Vinhedo com 40 anos, o solo é composto de argilas profundas com um giz branco friável.</p>
<p> Vouvray Clos Baudoin: Foi esta parcela que levou o Chidaine a comprar vinhas na rival DOC Vouvray. Tem o mesmo tipo de solo que Les Argiles. Este “clos” é hoje considerado um potencial candidato para uma classificação Grand Cru no projecto de distinguir os sítios qualitativos de Vouvray. </td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Cuvée Eden Vieilles vignes 2006, La Pépière (Branco, Loire)</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido de estar o mais ligado à terra possível. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido de estar o mais ligado à terra possível. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron se exprime, numa zona de solos graníticos que lembra o Minho. Feito com a casta Melon de Bourgogne, este vinho será a última edição com este nome. Produzido num solo de gneiss argiloso, estagiou 13 meses em cubas com as lias para amaciar a acidez natural do vinho, feito para envelhecer.</p>
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		<title>Cabernet Franc 2008, Domaine La Pépière (Tinto, Loire)</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 18:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido mais ligado à terra que existe. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido mais ligado à terra que existe. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron se exprime, mas os tintos têm o charme dos vinhos alegres, produzidos num clima que pode saproximar-se do Minho. Os tintos são mais ligeiros. Este é feito com a casta Cabernet-Franc, apresenta toques vegetais, uma boca tensa (pela acidez) com taninos afirmados mas não agressivos e uma fruta ligeira.</p>
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		<title>Muscadet 2008, Domaine de la Pépière (Branco, Loire)</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido mais ligado à terra que existe. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido mais ligado à terra que existe. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron se exprime, numa zona de solos graníticos que lembra o Minho. Feito com a casta Melon de Bourgogne, este vinho tem uma fruta a citrinos, com uma boca fina e mineral. Ideal para acompanhar mariscos.</p>
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		<title>Pépié 2008, Domaine La Pépière (Tinto, Loire)</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 16:46:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido de mais ligado à terra possível. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marc Ollivier é uma pessoa afável, que o produtor duriense João Roseira chama um “autêntico vigneron”, no sentido de mais ligado à terra possível. Os seus vinhos duma zona pouco conceituada perto do Atlântico, parecem simples, quase evidentemente bons e envelhecem sem acusar os anos. É principalmente nos brancos que a sua arte de vigneron se exprime, mas os tintos têm o charme dos vinhos alegres, produzidos num clima que se pode aproximar ao Minho. Os tintos são mais ligeiros. Este é feito com a casta Côt (Malbec), cheio de frescura, toques vegetais com taninos  discretos que vos surpreenderão.</p>
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		<title>Sauvignon nº5, Clos Roche Blanche (Branco, Loire)</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 16:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Catherine Roussel herdou a quinta do seu pai e decidiu manter este património com o apoio de Didier Barouillet. Este duo “hippie” produz vinhos de inspiração natural no Loire e Cher, perto de Tours, num planalto rodeado de bosques e num solo argiloso-calcário. Os vinhos Sauvignon nº2 e nº5 são famosos nos Estados Unidos como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Catherine Roussel herdou a quinta do seu pai e decidiu manter este património com o apoio de Didier Barouillet. Este duo “hippie” produz vinhos de inspiração natural no Loire e Cher, perto de Tours, num planalto rodeado de bosques e num solo argiloso-calcário. Os vinhos Sauvignon nº2 e nº5 são famosos nos Estados Unidos como nos Goliardos, apresentam um perfil fresco, floral, menos exuberante que os Sauvignon que invadiram o mundo. O nº5 é um puro Sauvignon blanc, vinifcado em pipas grandes com as suas lias para extrair mais estrutura e dar mais longevidade.</p>
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		<title>Esta 6ªfeira, 25 Set, nas 1001 noites, descoberta da região de vinhos da Loire</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 13:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
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		<description><![CDATA[Vinhedo extenso, pouco compacto Vinhedo mais extenso de França, o vale do Loire expande-se desde o Maciço Central (Auvergne) até ao sul da Bretanha onde o rio desemboca no Atlântico. Os vinhedos com a Denominação de origem controlada são localizados essencialmente à beira do rio Loire, nas encostas, entre Sancerre e Pouilly-Fumé na região “Centre” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vinhedo extenso, pouco compacto</p>
<p>Vinhedo mais extenso de França, o vale do Loire expande-se desde o  Maciço Central (Auvergne) até ao sul da Bretanha onde o rio desemboca no Atlântico. Os vinhedos com a Denominação de origem controlada são localizados essencialmente à beira do rio Loire, nas encostas, entre Sancerre e Pouilly-Fumé na região “Centre” e a zona de Nantes perto do Atlântico com o Muscadet. Embora extenso, o vinhedo da Loire representa apenas 55 000 ha de vinhas, representando metade do vinhedo de Bordeús e um pouco mais do Vale do Ródano. </p>
<p>Diversidade de micro-climas</p>
<p>A grande extensão do vinhedo faz com que existissem grandes disparidades entre o clima continental de Sancerre no Centro e o clima oceânico mais suave do Atlântico. Na faixa atlântica de França, este vinhedo constitui o limite setentrional do cultivo da vinha. As incertezas climatéricas são compensadas pelo efeito de regulador térmico do rio que atenua as variações e tem um papel fundamental na natureza dos solos como na maturação das uvas.</p>
<p> Os vinhos da região</p>
<p> O ponto comum a estes vinhos é a frescura e a finura dos melhores vinhos da zona. Podem ser parceiros leves e frutados de ocasiões simples como vinhos de grande guarda em brancos (Sancerre, Pouilly-Fumé, Savennières, Côteaux du layon) ou tintos (Bourgueil, Chinon particularmente). </p>
<p>Uma região menos conhecida de grandes vinhos, com uma nova onda de vinhos puros</p>
<p>As primeiras vinhas na zona datam do século V. Foram os Holandeses a desenvolver a fama dos vinhos locais, seguidos pelo Ingleses com os vinhos do Poitou e Anjou, mas o crescimento de Bordeús provocou o declínio da zona vínica. A proximidade de Paris teve paradoxalmente um papel ambíguo : permitiu escoar grandes quantidades de vinhos frescos e baratos nos bares e restaurantes mas não valorizou até há pouco o potencial qualitativo desta região. Hoje com o dinamismo de novos produtores, adeptos de viticultura mais natural e de vinificações com poucas manipulações, os vinhos alternativos do Loire são muito bem representados nas Garrafeiras e Bares de vinhos da onda ecológica “branché” na capital mas também nos Estados Unidos. É uma bela recompensa porque são vinhos singulares e ainda acessíveis. </p>
<p>As 7 sub-regiões da Loire:</p>
<p>Cada uma das 7 sub-regiões tem um estilo próprio devido aos solos (areia, calcário, argila), climas e as castas inerentes aos factores precedentes. As mais importantes são :</p>
<p>Na região atlântica de Nantes, a DOC Muscadet e a DOC Gros Plant com vinhos frescos, minerais que lembram o Vinho Verde. A casta do Muscadet é o Melon de Bourgogne que foi trazido da Borgonha pelos Holandeses. O Gros Plant é produzido a partir da casta Folle Blanche.</p>
<p>A seguir Anjou-Saumur, zona chamada Jardim de França, terra da casta branca Chenin (também chamada Pineau de la Loire) que dá vinhos secos, ricos e carnudos e grandes licorosos que associam concentração aromática e açucares com altos níveis de acidez, à maneira dos vinhos alemães.</p>
<p> Mais oriental, é a Touraine, onde reina o Cabernet-Franc (DOC Bourgueil, Chinon mais a oeste) com vinhos de grande mineralidade, o Chenin (Montlouis e Vouvray no centro) e o Sauvignon blanc (mais a este) em branco. O Gamay e o Pineau d’Aunis são também castas indígenas bastante plantadas que dão tintos frescos e cheios de fruta como rosés.</p>
<p> Na região Centre destacam-se as DOC Sancerre e Pouilly-Fumé, famosas pelos brancos com a casta branca Sauvignon Blanc e com uma produção menos afamada de tintos com base na casta tinta Pinot Noir.</p>
<p>Que vinhos vamos provar esta 6ªfeira?</p>
<p>Vinhos brancos e tintos, por nós seleccionados durante as nossas visitas à região. E que temos a certeza que não deixarão indiferentes os curiosos da Loire.</p>
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		<title>Clos Guillot 2007, Domaine Baudry (Tinto, Chinon)</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 20:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
		<category><![CDATA[Goliardões]]></category>
		<category><![CDATA[Loire]]></category>
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		<category><![CDATA[Clos Guillot 2007]]></category>
		<category><![CDATA[Domaine Baudry]]></category>
		<category><![CDATA[região da Loire]]></category>
		<category><![CDATA[região de Chinon]]></category>
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		<description><![CDATA[Para ver as metamorfoses do Cabernet-Franc consoante o sítio onde está plantado, este Clos Guillot provém duma vinha em solo calcário e de argila na parte mais alta. O vinho foi vinificado em cubas de madeira velha e estagiou 12 meses em barricas. Um vinho que lembra às vezes os Pinot noir de Borgonha com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para ver as metamorfoses do Cabernet-Franc consoante o sítio onde está plantado, este Clos Guillot provém duma vinha em solo calcário e de argila na parte mais alta. O vinho foi vinificado em cubas de madeira velha e estagiou 12 meses em barricas. Um vinho que lembra às vezes os Pinot noir de Borgonha com os seus aromas a cereja ginja e frutos pretos, uma boca fina e fresca no final com aromas minerais típicos a giz.</p>
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