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	<title>Os Goliardos &#187; Vinhos generosos e vindimas tardias</title>
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		<title>6ªfeira, 16 de Abril, nas 1001 noites: Porto Vintage</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 18:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes.&#8221; Fleming Caros Goliardos, Temos andado desaparecidos com a chegada da Primavera e dos novos rebentos. Como temos saudades das 1001 noites, aqui vai uma, já na sexta-feira. Uma sessão com um tema que já tivemos, para aqueles que ficaram de fora da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes.&#8221;<br />
Fleming</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Temos andado desaparecidos com a chegada da Primavera e dos novos rebentos.<br />
Como temos saudades das 1001 noites, aqui vai uma, já na sexta-feira.<br />
Uma sessão com um tema que já tivemos, para aqueles que ficaram de fora da última vez, mas com Portos diferentes, para aqueles que ficaram dentro e ficaram com Vintage na boca.</p>
<p>Esta 6ªfeira, convidamo-vos para uma sessão das 1001 noites com o tema Porto Vintage, considerado por muitos como o diamante do vinho do Porto, provavelmente o vinho português mais conhecido e procurado além mares.</p>
<p>É um vinho do Porto de uma só colheita, produzido num ano de excelente qualidade, declarado Vintage pelo produtor e aprovado pelo Instituto do Vinho do Porto, caso cumpra todas as características necessárias e suficientes para ostentar a designação “Vintage”.  Esta aprovação dá-se aos dois anos, durante os quais o vinho estagiou em grandes tonéis, com contacto com o ar reduzido. Após este tempo, o vinho será posto em garrafa, onde irá envelhecer. São por isto os Portos que mais rapidamente são postos na garrafa e no mercado, para evoluírem essencialmente em garrafa.<br />
Durante a juventude são vinhos intensos, potentes, de rara exuberância. Com o envelhecimento em garrafa, que poderá ir dos 10 até aos 50 anos, senão mais consoante o vinho, tornar-se-ão suaves e complexos.</p>
<p>Na 6ªfeira iremos dar a conhecer mais sobre esta pérola enquanto provamos Vintage de diferentes idades, diferentes quintas. Fonseca e Niepoort. Mmm. </p>
<p>Quando?  6ªfeira, 16 de Abril, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 20 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Porto Vintage, sessão animada e pedagógica o tema e petiscos a condizer. </p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
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		<title>6ªfeira, 4 de Dez, nas 1001 noites, Vinho da Madeira com a enóloga convidada Ana Rosas, da Ramos Pinto</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 10:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Andava há muito prometida uma sessão sobre Madeiras. Temos que confessar que somos Madeira-addicted, e já temos água na boca de pensar nas delícias.
Para provar maravilhas com expertise, convidámos a Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto para vinho do Porto, que vai com certeza animar a sessão de uma forma descontraída e desbocada.

Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir

Quando?  6ªfeira, 4 de Dezembro, das 19h30 às 21h30
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer. 

Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!

Convidado da sessão: 
Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto

Quem nasce numa família de vinho do Porto, tem dificuldade em escapar ao seu destino de vir a trabalhar no vinho. Não podemos dizer que é um triste fado. Ana Rosas é um bom exemplo: da família Ramos Pinto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Andava há muito prometida uma sessão sobre Madeiras. Temos que confessar que somos Madeira-addicted, e já temos água na boca de pensar nas delícias.<br />
Para provar maravilhas com expertise, convidámos a Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto para vinho do Porto, que vai com certeza animar a sessão de uma forma descontraída e desbocada.</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Quando?  6ªfeira, 4 de Dezembro, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
<p>Convidado da sessão:<br />
Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto</p>
<p>Quem nasce numa família de vinho do Porto, tem dificuldade em escapar ao seu destino de vir a trabalhar no vinho. Não podemos dizer que é um triste fado. Ana Rosas é um bom exemplo: da família Ramos Pinto, trabalha para a Ramos Pinto, enquanto enóloga de Portos. Mostrou-nos o que é a arte de um lote e ficámos rendidos à ideia de que é uma arte única no mundo, geração após geração, com uma concorrência saudável entre casas, cada uma no seu estilo, com uma troca de conhecimento (e também de matrimónios).<br />
O vinho da Madeira e o vinho do Porto têm muito em comum, e por isso considerámos que a Ana Rosas seria uma óptima pessoa para provar connosco Madeiras, não sendo da Madeira.<br />
À descoberta dos vinhos da Madeira</p>
<p>O vinho da Madeira é um vinho fortificado, tal como o vinho do Porto, ou seja foi-lhe adicionado álcool durante a fermentação, produzindo um vinho com um teor de álcool mais elevado. O Madeira de qualidade é feito a partir de uvas brancas, com uma acidez muito elevada, equilibrando a doçura existente. Tem um envelhecimento oxidativo sob temperaturas elevadas, simulando o calor que os primeiros vinhos sofriam quando eram transportados em barco até à Índia e voltavam.<br />
Os bons Madeira têm uma longevidade absolutamente única.</p>
<p>História: Os vinhos Torna-Viagem</p>
<p>A vinha foi plantada desde a chegada dos portugueses, e foi estimulada a partir do séc. XVII pela necessidade de abastecer os navios para a rota do Atlântico e do Índico.<br />
Dizem uns que esses vinhos iam até à Índia para serem vendidos, mas que por vezes tal não acontecia e voltavam. Torna-Viagem, como lhes chamam. Dizem outros que os vinhos iam no porão para equilibrar os barcos.<br />
Independentemente do motivo, rapidamente se constatou que os vinhos da Madeira embarcados nos porões dos navios, à mercê das altas temperaturas dos trópicos, regressavam claramente melhorados.<br />
As condições de calor a que eram submetidos os vinhos passaram então a ser criadas a partir do séc. XVIII através da técnica de estufagem.<br />
O vinho representa ainda hoje o produto de maior importância de exportação da ilha da Madeira.</p>
<p>Vinhas: pequenas parcelas bem escondidas no meio do jardim<br />
Não é fácil descobrir as vinhas na Madeira. É preciso saber onde estão e algumas estão tão inacessíveis que só andando meia hora a pé, em caminhos de cabras, se consegue chegar até elas. A produção da uva é feita em pequenas parcelas pertencentes a pequenos produtores que vendem as uvas às casas de Vinho da Madeira. Mais uma semelhança com o vinho do Porto.</p>
<p>A extensão da Região Vitícola é de cerca de 400 hectares. Trata-se de uma paisagem caracterizada por declives muito acentuados, que regra geral se encontram sob a forma de socalcos, designados por poios. As condições particulares do solo de origem vulcânica, na sua maioria basálticos, e a proximidade ao mar, associadas às condições climatéricas, em que os verões são quentes e húmidos e os Invernos amenos, conferem ao vinho características singulares.</p>
<p>O sistema de condução mais tradicional é o da “latada” (pérgola), no qual as vinhas são conduzidas horizontalmente. O século XX trouxe a introdução do sistema de condução em espaldeira, que, no entanto, só pode ser utilizado em terrenos com declives menos acentuados.</p>
<p>Castas: Vinhos monocasta que definem o nível de doçura<br />
O vinho da Madeira é tradicionalmente um monovarietal.<br />
A casta tinta Negra Mole representa 90% da produção, sendo destinada aos Madeiras de entrada de gama.<br />
Os vinhos da Madeira de qualidade elevada utilizam castas brancas, em geral destinados ao envelhecimento em canteiro, e a cada casta corresponde um nível de doçura.<br />
Sercial:    Seco<br />
Também conhecida por Esgana-cão no continente, casta extremamente ácida, produzida essencialmente no Norte da Ilha (mais frio) ou em Câmara de Lobos, na costa Sul, em altitudes que podem atingir os 600 metros.<br />
Verdelho: Meio seco<br />
Cultivada a 400 metros, dá vinhos menos ácidos e mais encorpados que os feitos com Sercial.<br />
Boal ( ou Bual):       Meio doce<br />
Produzida em altitudes que variam entre os 100 e 300 metros.<br />
Malvasia: Doce<br />
Primeira casta a ser introduzida na Madeira por ordem do Infante D-Henrique e proveniente de Creta. Plantada entre os 150 e 200 metros de altitude, dá cachos grandes, e produz um nível alto de doçura e untuosidade.</p>
<p>Existe ainda a casta Terrantez, menos conhecida, que produz vinhos com um nível de doçura entre o Verdelho e o Boal. </p>
<p>Vinificação: fortificação e envelhecimento sob calor</p>
<p>O processo de fortificação consiste na paragem da fermentação com a adição de álcool vínico a 96% vol. A escolha do momento da interrupção da fermentação faz-se de acordo com o grau de doçura pretendido para o vinho, podendo-se, com este procedimento, obter quatro tipos de vinho: o seco, o meio-seco, o meio-doce e o doce.<br />
De seguida, o vinho é submetido a um envelhecimento sob temperaturas elevadas, com 2 processos possíveis: Estufagem  ou Canteiro.</p>
<p>Estufagem<br />
Utilizado para 90% dos vinhos, no geral vinhos correntes. O vinho é colocado em estufas de aço inox, aquecidas por um sistema de serpentina, por onde circula água quente, por um período nunca inferior a 3 meses, a uma temperatura entre os 45 e 50 graus Celsius. Concluída a «estufagem», o vinho é sujeito a um período de «estágio» de pelo menos 90 dias à temperatura ambiente.</p>
<p>Canteiro<br />
Os vinhos seleccionados para estágio em «Canteiro» (esta denominação provém do facto de se colocar as pipas sob suportes de traves de madeira, denominadas de canteiros) são envelhecidos em cascos, normalmente nos pisos mais elevados dos armazéns onde as temperaturas são mais elevadas, pelo período mínimo de 2 anos. Trata-se de um envelhecimento oxidativo em casco, desenvolvendo os vinhos, características únicas de aromas intensos e complexos. </p>
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		<title>Muscat 2007, Navarre (Vindima Tardia, Languedoc – St Chinian)</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Thierry Navarre é um produtor sereno, com uma voz rouca e sotaque meridional, que procura produzir na sua terra de Saint-Chinian vinhos com personalidade e identidade local. Os solos são xistosos, as castas plantadas têm syrah, grenache e carignan, e cinsault (também chamado Oeillade), e muscat (branca). O clima é mediterrânico. Trabalha de forma biológica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Thierry Navarre é um produtor sereno, com uma voz rouca e sotaque meridional, que procura produzir na sua terra de Saint-Chinian vinhos com personalidade e identidade local. Os solos são xistosos, as castas plantadas têm syrah, grenache e carignan, e cinsault (também chamado Oeillade), e muscat (branca). O clima é mediterrânico. Trabalha de forma biológica, procurando a expressão pura deste ambiente ideal para a vinha. Este vinho vindimado tarde cheira intensamente às uvas moscatéis, sensual, com aromas a mel e flores muito perfumadas, tem uma boca gorda e que mantém frescura final. Bom para um aperitivo ou para acompanhar sobremesas de fruta.</p>
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		<title>6ªfeira, 30 de Out, nas 1001 noites: Porto Vintage</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 10:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caros Goliardos, Esta 6ªfeira, convidamo-vos para uma sessão das 1001 noites com o tema Porto Vintage, considerado por muitos como o diamante do vinho do Porto, provavelmente o vinho português mais conhecido e procurado além mares. É um vinho do Porto de uma só colheita, produzido num ano de excelente qualidade, declarado Vintage pelo produtor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta 6ªfeira, convidamo-vos para uma sessão das 1001 noites com o tema Porto Vintage, considerado por muitos como o diamante do vinho do Porto, provavelmente o vinho português mais conhecido e procurado além mares.</p>
<p>É um vinho do Porto de uma só colheita, produzido num ano de excelente qualidade, declarado Vintage pelo produtor e aprovado pelo Instituto do Vinho do Porto, caso cumpra todas as características necessárias e suficientes para ostentar a designação “Vintage”.  Esta aprovação dá-se aos dois anos, durante os quais o vinho estagiou em grandes tonéis, com contacto com o ar reduzido. Após este tempo, o vinho será posto em garrafa, onde irá envelhecer. São por isto os Portos que mais rapidamente são postos na garrafa e no mercado, para evoluírem essencialmente em garrafa.<br />
Durante a juventude são vinhos intensos, potentes, de rara exuberância. Com o envelhecimento em garrafa, que poderá ir dos 10 até aos 50 anos, senão mais consoante o vinho, tornar-se-ão suaves e complexos.</p>
<p>Na 5ªfeira iremos dar a conhecer mais sobre esta pérola enquanto provamos Vintage de diferentes idades, diferentes quintas. Mmm. </p>
<p>Quando?  6ªfeira, 30 de Outubro, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Porto Vintage, sessão animada e pedagógica o tema e petiscos a condizer. </p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Late Bottled Vintage 2003, Fonseca (Porto, Douro)</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Casa emblemática do Douro, Fonseca tem a fama de produzir Portos de guarda excepcional na gama dos Vintage. David Guimarães, o enólogo, é um fervente defensor da tradição do Douro como região dedicada aos vinhos fortificados e acredita numa vinificação onde todas as castas misturadas fermentam juntas. Este LBV 2003, que passou 4 anos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Casa emblemática do Douro, Fonseca tem a fama de produzir Portos de guarda excepcional na gama dos Vintage. David Guimarães, o enólogo, é um fervente defensor da tradição do Douro como região dedicada aos vinhos fortificados e acredita numa vinificação onde todas as castas misturadas fermentam juntas. Este LBV 2003, que passou 4 anos em tonéis grandes para preservar a fruta e ao mesmo tempo amaciar a sua matéria, provém de um ano seco, apresenta uma fruta exuberante, rico como todos os Porto desta casa na juventude. Grande equilíbrio em boca num perfil suave e redondo com taninos finos.</p>
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		<title>Dry Seco, Henriques &amp; Henriques (Madeira)</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 18:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dentro dos vinhos generosos, o Madeira é um vinho mítico na Inglaterra mas relativamente ignorado em Portugal, excepto para alguns goliardos apreciadores deste néctar agridoce, longo e fresco com uma oxidação que equilibra a riqueza dum vinho generoso. Este madeira é um 5 anos na versão mais seca desta catagoria, produzido por Henriques&#038; Henriques que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro dos vinhos generosos, o Madeira é um vinho mítico na Inglaterra mas relativamente ignorado em Portugal, excepto para alguns goliardos apreciadores deste néctar agridoce, longo e fresco com uma oxidação que equilibra a riqueza dum vinho generoso. Este madeira é um 5 anos na versão mais seca desta catagoria, produzido por Henriques&#038; Henriques que mantém um estilo tradicional dentro das diferentes casas da denominação.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>5ªfeira, 30 de Abril, nas 1001 noites, sessão sobre Porto Vintage</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 08:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vintage port]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Esta 5ªfeira, em vésperas do 1ºde Maio, convidamo-vos para uma sessão das 1001 noites com o tema Porto Vintage, considerado por muitos como o diamante do vinho do Porto, provavelmente o vinho português mais conhecido e procurado além mares.</p>
Na 5ªfeira iremos dar a conhecer mais sobre esta pérola enquanto provamos Vintage de diferentes idades, diferentes quintas. Mmm. O dia do trabalhador começa bem.</p>
<p>Quando?  5ªfeira, 30 de Abril, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Porto Vintage, sessão animada e pedagógica o tema e petiscos a condizer.<br />
Como faço a minha reserva? Basta enviar um e-mail para info@osgoliardos.com com nomes dos interessados em participar. Temos um número limite de lugares por isso a corrida está lançada!</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta 5ªfeira, em vésperas do 1ºde Maio, convidamo-vos para uma sessão das 1001 noites com o tema Porto Vintage, considerado por muitos como o diamante do vinho do Porto, provavelmente o vinho português mais conhecido e procurado além mares.</p>
<p>É um vinho do Porto de uma só colheita, produzido num ano de excelente qualidade, declarado Vintage pelo produtor e aprovado pelo Instituto do Vinho do Porto, caso cumpra todas as características necessárias e suficientes para ostentar a designação “Vintage”.  Esta aprovação dá-se aos dois anos, durante os quais o vinho estagiou em grandes tonéis, com contacto com o ar reduzido. Após este tempo, o vinho será posto em garrafa, onde irá envelhecer. São por isto os Portos que mais rapidamente são postos na garrafa e no mercado, para evoluírem essencialmente em garrafa.<br />
Durante a juventude são vinhos intensos, potentes, de rara exuberância. Com o envelhecimento em garrafa, que poderá ir dos 10 até aos 50 anos, senão mais consoante o vinho, tornar-se-ão suaves e complexos.</p>
<p>Na 5ªfeira iremos dar a conhecer mais sobre esta pérola enquanto provamos Vintage de diferentes idades, diferentes quintas. Mmm. O dia do trabalhador começa bem.</p>
<p>Quando?  5ªfeira, 30 de Abril, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Porto Vintage, sessão animada e pedagógica o tema e petiscos a condizer.<br />
Como faço a minha reserva? Basta enviar um e-mail para info@osgoliardos.com com nomes dos interessados em participar. Temos um número limite de lugares por isso a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quinta do Portal 1996 (Moscatel, Douro)</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 09:01:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Moscatel ganhou fama na península de Setúbal, mas existe também alguma tradição na zona de Favaios. Este moscatel produzido no Douro, numa zona mais setentrional, já tem mais de uma década, apresenta com toques de rebuçado, uma boca seca e volumosa e um final a fruta passa. Uma fruta exótica será ideal para salientar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Moscatel ganhou fama na península de Setúbal, mas existe também alguma tradição na zona de Favaios. Este moscatel produzido no Douro, numa zona mais setentrional, já tem mais de uma década, apresenta com toques de rebuçado, uma boca seca e volumosa e um final a fruta passa. Uma fruta exótica será ideal para salientar e contrabalançar a doçura oriental deste Moscatel.</p>
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		<title>Domaine Barmes-Buecher &#8211; Pinot gris Rosenberg 2002 (Branco meio-seco)</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 08:17:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Numa prova em Novembro em Paris este vinho surprendeu bué, pela sua rica gama aromática e o equilíbrio majestoso entre doçura, acidez e aromas. Toques de mel, de especiarias, boca com alguma mineralidade, o conjunto é inebriante. A DESCOBRIR de novo para os que esqueceram.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa prova em Novembro em Paris este vinho surprendeu bué, pela sua rica gama aromática e o equilíbrio majestoso entre doçura, acidez e aromas. Toques de mel, de especiarias, boca com alguma mineralidade, o conjunto é inebriante. A DESCOBRIR de novo para os que esqueceram.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>POMADA DO MÊS: Château La Garenne 2003 (Licoroso, Sauternes)</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 17:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nicole e Christian Ferbos dirigem uma quinta familiar na conceituada e nobre zona do Sauternes, mas mantêm-se simples e apostam numa agricultura biológica, sem pesticidas, químicos e outros produtos inventados pela indústria agro-farmacêutica. Este vinho, feito com as castas Sauvignon, Sémillon e Muscadelle, tornou-se tão procurado tanto quanto os bagos, que são apanhados, um a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nicole e Christian Ferbos dirigem uma quinta familiar na conceituada e nobre zona do Sauternes, mas mantêm-se simples e apostam numa agricultura biológica, sem pesticidas, químicos e outros produtos inventados pela indústria agro-farmacêutica. Este vinho, feito com as castas Sauvignon, Sémillon e Muscadelle, tornou-se tão procurado tanto quanto os bagos, que são apanhados, um a um, quando estão cobertos pela chamada podridão nobre, que vem da alternância de nevoeiros matinais e do sol outonal da tarde, que concentra a uva e lhe dá os toques de botrytis típicos deste vinho licoroso. Os rendimentos são tão baixos que cada cepa dá só um copo de vinho. O casamento mais célebre é o foie-gras, mas eles aconselham muito o bom frango do campo no forno que era antigamente o casamento tradicional com o sauternes</p>
<p> </p>
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