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	<title>Os Goliardos &#187; Vinhos portugueses</title>
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		<title>6ªfeira, 7 de Maio, nas 1001 noites: Ouro do Douro 2007</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 16:11:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

O Douro é sem dúvida uma região que faz brilhar os olhos de muita gente. Região com tradição de generosos, lançou-se como região de vinhos de mesa mais recentemente, com sucesso mas ainda um grande percurso por fazer no sentido de definir a sua identidade. Trata-se de uma região em plena descoberta e aquela em que mais voos promissores aparecem em Portugal.

Esta 6ªfeira iremos provar 5 vinhos tintos de produtores durienses de fazer salivar qualquer goliardo do ano de 2007. Uma forma de conhecer esta colheita ainda muito jovem e ver o seu potencial de envelhecimento.
Que vinhos vamos provar?? Nós achamos que vamos só provar bons!

Cá vos esperamos!


Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>O Douro é sem dúvida uma região que faz brilhar os olhos de muita gente. Região com tradição de generosos, lançou-se como região de vinhos de mesa mais recentemente, com sucesso mas ainda um grande percurso por fazer no sentido de definir a sua identidade. Trata-se de uma região em plena descoberta e aquela em que mais voos promissores aparecem em Portugal.</p>
<p>Esta 6ªfeira iremos provar 5 vinhos tintos de produtores durienses de fazer salivar qualquer goliardo do ano de 2007. Uma forma de conhecer esta colheita ainda muito jovem e ver o seu potencial de envelhecimento.<br />
Que vinhos vamos provar?? Nós achamos que vamos só provar bons!</p>
<p>Cá vos esperamos!</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Apesar de ser um ano não clássico, fresco e tárdio em relação ao habitual no Douro, esta Colheita está a ser muito elogiada pela imprensa internacional, especialmente no caso dos vinhos do Porto Vintage que obtiveram notas muito elevadas. Será que os vinhos de mesa estão ao nível dos Vintage?</p>
<p>O ano arrancou com um Inverno húmido, continuou com uma Primavera amena e foi seguida dum Verão bastante húmido e sem grande vaga de calor, que proporcionou uma maturação lenta e obrigou a estar muito atento nas vinhas para evitar a propagação do míldio, que espalhou-se mais no Douro Superior que no Baixo e Cima Corgo. Até no Douro superior, as temperaturas foram frescas até os princípios de Setembro, com variação de temperaturas entre dia e noite que deu uma bela complexidade aromática e preservou uma acidez equilibrada. Não é uma colheita que devia proporcionar vinhos potentes mas equilibrados e complexos. As vindimas começaram nos meados de Setembro para prolongar-se até meados de Outubro.<br />
Quando?  6ªfeira, 7 de Maio, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail para info@osgoliardos.com. com o </p>
<p>Nome<br />
mail<br />
telefone</p>
<p>Temos um número de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
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		<title>6ªfeira, 16 de Abril, nas 1001 noites: Porto Vintage</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 18:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes.&#8221; Fleming Caros Goliardos, Temos andado desaparecidos com a chegada da Primavera e dos novos rebentos. Como temos saudades das 1001 noites, aqui vai uma, já na sexta-feira. Uma sessão com um tema que já tivemos, para aqueles que ficaram de fora da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes.&#8221;<br />
Fleming</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Temos andado desaparecidos com a chegada da Primavera e dos novos rebentos.<br />
Como temos saudades das 1001 noites, aqui vai uma, já na sexta-feira.<br />
Uma sessão com um tema que já tivemos, para aqueles que ficaram de fora da última vez, mas com Portos diferentes, para aqueles que ficaram dentro e ficaram com Vintage na boca.</p>
<p>Esta 6ªfeira, convidamo-vos para uma sessão das 1001 noites com o tema Porto Vintage, considerado por muitos como o diamante do vinho do Porto, provavelmente o vinho português mais conhecido e procurado além mares.</p>
<p>É um vinho do Porto de uma só colheita, produzido num ano de excelente qualidade, declarado Vintage pelo produtor e aprovado pelo Instituto do Vinho do Porto, caso cumpra todas as características necessárias e suficientes para ostentar a designação “Vintage”.  Esta aprovação dá-se aos dois anos, durante os quais o vinho estagiou em grandes tonéis, com contacto com o ar reduzido. Após este tempo, o vinho será posto em garrafa, onde irá envelhecer. São por isto os Portos que mais rapidamente são postos na garrafa e no mercado, para evoluírem essencialmente em garrafa.<br />
Durante a juventude são vinhos intensos, potentes, de rara exuberância. Com o envelhecimento em garrafa, que poderá ir dos 10 até aos 50 anos, senão mais consoante o vinho, tornar-se-ão suaves e complexos.</p>
<p>Na 6ªfeira iremos dar a conhecer mais sobre esta pérola enquanto provamos Vintage de diferentes idades, diferentes quintas. Fonseca e Niepoort. Mmm. </p>
<p>Quando?  6ªfeira, 16 de Abril, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 20 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Porto Vintage, sessão animada e pedagógica o tema e petiscos a condizer. </p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
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		<title>Contraste 2007, Rita Ferreira (Tinto, Douro)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 19:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rita é uma jovem produtora de 26 anos, mas já experiente, tendo viajado pelas vinhas da Nova-Zelândia, Africa do Sul e França, e tendo trabalhado em Portugal com Jorge Serôdio Borges e Dirk Niepoort. Tem uma franqueza rara e uma insatisfação epidérmica. Assumiu o desafiou de agarrar na quinta familiar para lhe dar uma nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rita é uma jovem produtora de 26 anos, mas já experiente, tendo viajado pelas vinhas da Nova-Zelândia, Africa do Sul e França, e tendo trabalhado em Portugal com Jorge Serôdio Borges e Dirk Niepoort. Tem uma franqueza rara e uma insatisfação epidérmica. Assumiu o desafiou de agarrar na quinta familiar para lhe dar uma nova vida, cumprindo o sonho da sua mãe. Este Contraste, feito a partir das castas tradicionais do Douro, Tinta Roriz e Touriga Francesa, tem fruta preta concentrada, cheio em boca (não filtrado) e um final de boca amargo que mantém o vinho firme e consistente. Potente e equilibrado.</p>
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		<title>Reserva 2001, Fonte das Moças (Tinto, Estremadura)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 19:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi em Novembro que descobrimos este sítio quando fomos provar os vinhos que António Carvalho não acabou e que a sua esposa Marta perpetua na adega de onde vem este vinho. Dois Portos é a aldeia onde este vinho foi produzido em 2001 com as castas Aragonês, Touriga nacional e Syrah. Sob a influência atlântica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em Novembro que descobrimos este sítio quando fomos provar os vinhos que António Carvalho não acabou e que a sua esposa Marta perpetua na adega de onde vem este vinho. Dois Portos é a aldeia onde este vinho foi produzido em 2001 com as castas Aragonês, Touriga nacional e Syrah. Sob a influência atlântica, num solo argiloso, esta Reserva envelheceu com harmonia conservando uma uva potente e densa, sem perder a frescura que mantém os vinhos velhos em pé, ganhando uma complexidade aromática muito singular e confirmando o potencial elevado desta zona.</p>
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		<title>Colheita seleccionada 2006, Herdade de Vale d’Anta (Tinto, Alentejo)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 19:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[João Rafael Gancho é um industrial de Évora que na altura da reforma cumpriu o seu sonho de produzir vinhos. Ao pé da serra da Ossa, em Redondo, num solo argiloso, produz vinhos fortes, com toques rústicos que contrastam com os vinhos redondinhos e enjoativos que a região costuma produzir hoje. Este vinho provém das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Rafael Gancho é um industrial de Évora que na altura da reforma cumpriu o seu sonho de produzir vinhos. Ao pé da serra da Ossa, em Redondo, num solo argiloso, produz vinhos fortes, com toques rústicos que contrastam com os vinhos redondinhos e enjoativos que a região costuma produzir hoje. Este vinho provém das castas Aragonês, Touriga Nacional, Trincadeira e Cabernet-Sauvignon. Estagiou em madeira. Apresenta um corpo médio, não tem o álcool habitual da região e revela uns taninos robustos.</p>
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		<title>Regional 2006, Herdade Vale d’Anta (Tinto, Alentejo)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 18:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[João Rafael Gancho recuperou esta quinta no início dos anos 2000 e começou a engarrafar as uvas plantadas ao pé da Serra da Ossa em Redondo, num solo argilo-calcário. Este regional provém essencialmente das castas Aragonês, Trincadeira, Castelão e Touriga Nacional. Vinho de perfil leve, com frescura e um nível alcoólico moderado, apresenta-se com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Rafael Gancho recuperou esta quinta no início dos anos 2000 e começou a engarrafar as uvas plantadas ao pé da Serra da Ossa em Redondo, num solo argilo-calcário. Este regional provém essencialmente das castas Aragonês, Trincadeira, Castelão e Touriga Nacional. Vinho de perfil leve, com frescura e um nível alcoólico moderado, apresenta-se com uma cor pouco carregada, fluido em boca com fruta vermelha e sensação vegetal.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carqueijal 2007, Quinta Seara d’Ordens (Branco, Douro)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
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		<description><![CDATA[A quinta fica em Vila Nova de Poiares, a 9 kms de Peso da Régua, em altitude, numa encosta exposta a Sul, o que proporciona condições ideais para a maturação e a frescura das uvas. Três irmãos produzem os vinhos desta quinta. Este branco foi produzido a partir das castas Malvasia fina, Cercial e Fernão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A quinta fica em Vila Nova de Poiares, a 9 kms de Peso da Régua, em altitude, numa encosta exposta a Sul, o que proporciona condições ideais para a maturação e a frescura das uvas. Três irmãos produzem os vinhos desta quinta. Este branco foi produzido a partir das castas Malvasia fina, Cercial e Fernão Pires, dando um vinho seco, com fruta exótica e bom equilíbrio. Acompanhará bem uma garoupa no forno.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reserva 2003, Vinha Paz (Tinto, Dão)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:59:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É no início dos anos 2000 que António Canto Moniz e o seu filho Henrique decidiram recuperar o património de vinhas familiar para lançar os vinhos Vinha paz, e desde 2002 os vinhos ganharam um estilo próprio que contribui ao reconhecimento do Dão. Esta Reserva provém duma selecção de Touriga Nacional e Tinta Roriz, vinificadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É no início dos anos 2000 que António Canto Moniz e o seu filho Henrique decidiram recuperar o património de vinhas familiar para lançar os vinhos Vinha paz, e desde 2002 os vinhos ganharam um estilo próprio que contribui ao reconhecimento do Dão. Esta Reserva provém duma selecção de Touriga Nacional e Tinta Roriz, vinificadas em lagar e estagiadas em tonéis durante 18 meses. Depois de 4 anos de garrafa, o vinho apresenta-se realizado com uma boca suave, um nariz complexo que desenvolve aromas frutados e terciários, ligeiros toques de madeira num conjunto sedoso e complexo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>6ªfeira, 4 de Dez, nas 1001 noites, Vinho da Madeira com a enóloga convidada Ana Rosas, da Ramos Pinto</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 10:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vinhos generosos e vindimas tardias]]></category>
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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Andava há muito prometida uma sessão sobre Madeiras. Temos que confessar que somos Madeira-addicted, e já temos água na boca de pensar nas delícias.
Para provar maravilhas com expertise, convidámos a Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto para vinho do Porto, que vai com certeza animar a sessão de uma forma descontraída e desbocada.

Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir

Quando?  6ªfeira, 4 de Dezembro, das 19h30 às 21h30
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer. 

Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!

Convidado da sessão: 
Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto

Quem nasce numa família de vinho do Porto, tem dificuldade em escapar ao seu destino de vir a trabalhar no vinho. Não podemos dizer que é um triste fado. Ana Rosas é um bom exemplo: da família Ramos Pinto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Andava há muito prometida uma sessão sobre Madeiras. Temos que confessar que somos Madeira-addicted, e já temos água na boca de pensar nas delícias.<br />
Para provar maravilhas com expertise, convidámos a Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto para vinho do Porto, que vai com certeza animar a sessão de uma forma descontraída e desbocada.</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Quando?  6ªfeira, 4 de Dezembro, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
<p>Convidado da sessão:<br />
Ana Rosas, enóloga da Ramos Pinto</p>
<p>Quem nasce numa família de vinho do Porto, tem dificuldade em escapar ao seu destino de vir a trabalhar no vinho. Não podemos dizer que é um triste fado. Ana Rosas é um bom exemplo: da família Ramos Pinto, trabalha para a Ramos Pinto, enquanto enóloga de Portos. Mostrou-nos o que é a arte de um lote e ficámos rendidos à ideia de que é uma arte única no mundo, geração após geração, com uma concorrência saudável entre casas, cada uma no seu estilo, com uma troca de conhecimento (e também de matrimónios).<br />
O vinho da Madeira e o vinho do Porto têm muito em comum, e por isso considerámos que a Ana Rosas seria uma óptima pessoa para provar connosco Madeiras, não sendo da Madeira.<br />
À descoberta dos vinhos da Madeira</p>
<p>O vinho da Madeira é um vinho fortificado, tal como o vinho do Porto, ou seja foi-lhe adicionado álcool durante a fermentação, produzindo um vinho com um teor de álcool mais elevado. O Madeira de qualidade é feito a partir de uvas brancas, com uma acidez muito elevada, equilibrando a doçura existente. Tem um envelhecimento oxidativo sob temperaturas elevadas, simulando o calor que os primeiros vinhos sofriam quando eram transportados em barco até à Índia e voltavam.<br />
Os bons Madeira têm uma longevidade absolutamente única.</p>
<p>História: Os vinhos Torna-Viagem</p>
<p>A vinha foi plantada desde a chegada dos portugueses, e foi estimulada a partir do séc. XVII pela necessidade de abastecer os navios para a rota do Atlântico e do Índico.<br />
Dizem uns que esses vinhos iam até à Índia para serem vendidos, mas que por vezes tal não acontecia e voltavam. Torna-Viagem, como lhes chamam. Dizem outros que os vinhos iam no porão para equilibrar os barcos.<br />
Independentemente do motivo, rapidamente se constatou que os vinhos da Madeira embarcados nos porões dos navios, à mercê das altas temperaturas dos trópicos, regressavam claramente melhorados.<br />
As condições de calor a que eram submetidos os vinhos passaram então a ser criadas a partir do séc. XVIII através da técnica de estufagem.<br />
O vinho representa ainda hoje o produto de maior importância de exportação da ilha da Madeira.</p>
<p>Vinhas: pequenas parcelas bem escondidas no meio do jardim<br />
Não é fácil descobrir as vinhas na Madeira. É preciso saber onde estão e algumas estão tão inacessíveis que só andando meia hora a pé, em caminhos de cabras, se consegue chegar até elas. A produção da uva é feita em pequenas parcelas pertencentes a pequenos produtores que vendem as uvas às casas de Vinho da Madeira. Mais uma semelhança com o vinho do Porto.</p>
<p>A extensão da Região Vitícola é de cerca de 400 hectares. Trata-se de uma paisagem caracterizada por declives muito acentuados, que regra geral se encontram sob a forma de socalcos, designados por poios. As condições particulares do solo de origem vulcânica, na sua maioria basálticos, e a proximidade ao mar, associadas às condições climatéricas, em que os verões são quentes e húmidos e os Invernos amenos, conferem ao vinho características singulares.</p>
<p>O sistema de condução mais tradicional é o da “latada” (pérgola), no qual as vinhas são conduzidas horizontalmente. O século XX trouxe a introdução do sistema de condução em espaldeira, que, no entanto, só pode ser utilizado em terrenos com declives menos acentuados.</p>
<p>Castas: Vinhos monocasta que definem o nível de doçura<br />
O vinho da Madeira é tradicionalmente um monovarietal.<br />
A casta tinta Negra Mole representa 90% da produção, sendo destinada aos Madeiras de entrada de gama.<br />
Os vinhos da Madeira de qualidade elevada utilizam castas brancas, em geral destinados ao envelhecimento em canteiro, e a cada casta corresponde um nível de doçura.<br />
Sercial:    Seco<br />
Também conhecida por Esgana-cão no continente, casta extremamente ácida, produzida essencialmente no Norte da Ilha (mais frio) ou em Câmara de Lobos, na costa Sul, em altitudes que podem atingir os 600 metros.<br />
Verdelho: Meio seco<br />
Cultivada a 400 metros, dá vinhos menos ácidos e mais encorpados que os feitos com Sercial.<br />
Boal ( ou Bual):       Meio doce<br />
Produzida em altitudes que variam entre os 100 e 300 metros.<br />
Malvasia: Doce<br />
Primeira casta a ser introduzida na Madeira por ordem do Infante D-Henrique e proveniente de Creta. Plantada entre os 150 e 200 metros de altitude, dá cachos grandes, e produz um nível alto de doçura e untuosidade.</p>
<p>Existe ainda a casta Terrantez, menos conhecida, que produz vinhos com um nível de doçura entre o Verdelho e o Boal. </p>
<p>Vinificação: fortificação e envelhecimento sob calor</p>
<p>O processo de fortificação consiste na paragem da fermentação com a adição de álcool vínico a 96% vol. A escolha do momento da interrupção da fermentação faz-se de acordo com o grau de doçura pretendido para o vinho, podendo-se, com este procedimento, obter quatro tipos de vinho: o seco, o meio-seco, o meio-doce e o doce.<br />
De seguida, o vinho é submetido a um envelhecimento sob temperaturas elevadas, com 2 processos possíveis: Estufagem  ou Canteiro.</p>
<p>Estufagem<br />
Utilizado para 90% dos vinhos, no geral vinhos correntes. O vinho é colocado em estufas de aço inox, aquecidas por um sistema de serpentina, por onde circula água quente, por um período nunca inferior a 3 meses, a uma temperatura entre os 45 e 50 graus Celsius. Concluída a «estufagem», o vinho é sujeito a um período de «estágio» de pelo menos 90 dias à temperatura ambiente.</p>
<p>Canteiro<br />
Os vinhos seleccionados para estágio em «Canteiro» (esta denominação provém do facto de se colocar as pipas sob suportes de traves de madeira, denominadas de canteiros) são envelhecidos em cascos, normalmente nos pisos mais elevados dos armazéns onde as temperaturas são mais elevadas, pelo período mínimo de 2 anos. Trata-se de um envelhecimento oxidativo em casco, desenvolvendo os vinhos, características únicas de aromas intensos e complexos. </p>
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		<title>Casal Figueira 2005 (Tinto, Estremadura)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 17:03:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Um vinho que levanta a saudade de António Carvalho, que nos deixou brutalmente em Setembro, mas os seus vinhos parecem resplandecer como para perpetuar a sua vida tão intensa e ousada. Este tinto foi produzido num solo arenoso em A-dos-Cunhados, com as castas Syrah e Touriga Nacional, num ano de maturação elevada. O vinho tem toques de couro misturados com frutos de bosque, é fino em boca com uma óptima persistência.</p>
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