<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Os Goliardos &#187; Lisboa</title>
	<atom:link href="http://osgoliardos.com/blog/category/portugal/lisboa-portugal/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://osgoliardos.com/blog</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Jul 2010 09:30:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Reserva 2001, Fonte das Moças (Tinto, Estremadura)</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/01/03/reserva-2001-fonte-das-mocas-tinto-estremadura/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2010/01/03/reserva-2001-fonte-das-mocas-tinto-estremadura/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 19:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Serenos]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[Fonte das Moças]]></category>
		<category><![CDATA[região de Estremadura]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva 2001]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1807</guid>
		<description><![CDATA[Foi em Novembro que descobrimos este sítio quando fomos provar os vinhos que António Carvalho não acabou e que a sua esposa Marta perpetua na adega de onde vem este vinho. Dois Portos é a aldeia onde este vinho foi produzido em 2001 com as castas Aragonês, Touriga nacional e Syrah. Sob a influência atlântica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em Novembro que descobrimos este sítio quando fomos provar os vinhos que António Carvalho não acabou e que a sua esposa Marta perpetua na adega de onde vem este vinho. Dois Portos é a aldeia onde este vinho foi produzido em 2001 com as castas Aragonês, Touriga nacional e Syrah. Sob a influência atlântica, num solo argiloso, esta Reserva envelheceu com harmonia conservando uma uva potente e densa, sem perder a frescura que mantém os vinhos velhos em pé, ganhando uma complexidade aromática muito singular e confirmando o potencial elevado desta zona.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2010/01/03/reserva-2001-fonte-das-mocas-tinto-estremadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Casal Figueira 2005 (Tinto, Estremadura)</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/11/03/casal-figueira-2005-tinto-estremadura-4/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2009/11/03/casal-figueira-2005-tinto-estremadura-4/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 17:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Sóbrios]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[Casal Figueira 2005]]></category>
		<category><![CDATA[região de Estremadura]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1762</guid>
		<description><![CDATA[Um vinho que levanta a saudade de António Carvalho, que nos deixou brutalmente em Setembro, mas os seus vinhos parecem resplandecer como para perpetuar a sua vida tão intensa e ousada. Este tinto foi produzido num solo arenoso em A-dos-Cunhados, com as castas Syrah e Touriga Nacional, num ano de maturação elevada. O vinho tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um vinho que levanta a saudade de António Carvalho, que nos deixou brutalmente em Setembro, mas os seus vinhos parecem resplandecer como para perpetuar a sua vida tão intensa e ousada. Este tinto foi produzido num solo arenoso em A-dos-Cunhados, com as castas Syrah e Touriga Nacional, num ano de maturação elevada. O vinho tem toques de couro misturados com frutos de bosque, é fino em boca com uma óptima persistência.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2009/11/03/casal-figueira-2005-tinto-estremadura-4/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Homenagem a António Carvalho, produtor do Casal Figueira, falecido inesperadamente</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/10/09/homenagem-a-antonio-carvalho-produtor-do-casal-figueira-falecido-inesperadamente/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2009/10/09/homenagem-a-antonio-carvalho-produtor-do-casal-figueira-falecido-inesperadamente/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 11:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=981</guid>
		<description><![CDATA[Faleceu na semana passada o produtor e goliardo António Carvalho, dos vinhos Casal Figueira da Região de Lisboa, de morte súbita enquanto pisava uvas no seu lagar. Bastantes de vós tiveram a ocasião de o conhecer em provas nos Goliardos, ou então de provar os seus vinhos. Quem o conheceu de mais perto, pode sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faleceu na semana passada o produtor e goliardo António Carvalho, dos vinhos Casal Figueira da Região de Lisboa, de morte súbita enquanto pisava uvas no seu lagar.</p>
<p>Bastantes de vós tiveram a ocasião de o conhecer em provas nos Goliardos, ou então de provar os seus vinhos. Quem o conheceu de mais perto, pode sem dúvida constatar que o António era uma pessoa que marcava pela diferença, pela ousadia, pela alegria e pela extrema sensibilidade. </p>
<p>Estudou Enologia em Montpellier, no Sul de França, onde plantou amizades e influências vinícolas. De regresso às origens, trouxe no bolso algumas castas de estimação que semeou mais tarde quando comprou o Casal Figueira, na Estremadura, em A-dos-Cunhados. Roussanne, Marsanne, Petit Manseng fizeram parte dos vários vinhos a que António deu vida, algo certamente fora do comum. António contava que as tarefas agrícolas eram consideradas pouco nobres e que a sua mãe chorou quando pela primeira vez viu o seu filho enólogo formado em França subir para cima de uma tractor. António era um homem da terra, com fibra de vigneron. </p>
<p>O seu primeiro Casal Figueira saiu em 1995, mas demorou muito tempo a ter o devido reconhecimento. Verdade seja dita, o António e os seus vinhos passaram muitas vezes por incompreendidos, e talvez o justo reconhecimento nunca lhe tenha sido feito. Vinhos contra-corrente, numa região fora de moda, com um estilo próprio, numa linha natural e artesanal, em que a autenticidade e o respeito pelo terroir eram prioridades acima de vender com facilidade.<br />
No último ano tínhamos criado um grupo de debate ligado ao vinho com vários produtores e outros profissionais denominado Amálgama e do qual o António fazia parte (bem como o José Mendonça que igualmente nos deixou este ano). Podemos desenvolver uma relação próxima com o António, que chocalhava o grupo e nos fazia sonhar em conjunto. Um dia, num dos vários encontros do Amálgama, perguntámos o que era afinal terroir, essa noção muitas vezes reduzida a micro-clima. O António respondeu que terroir é quando “Sentes que o vinho perfeito está lá, tu só não o podes estragar!”. Estragar implica maquilhar, deturpar, corrigir, enquanto que António procurava simplesmente revelar, salientar o melhor daquilo que cada ano a terra dá. Quando numa viagem avistava ao longe uma paisagem que sentia “ter terroir”, mandava parar os cavalos para admirar a terra, deixando perplexos os restantes com as exclamações entusiastas de quem vibra com o que vê e sente apaixonadamente. Sim, sem dúvida que o António vivia apaixonadamente o vinho e a vida.</p>
<p>Apesar da sua formação científica, fazia o vinho antes de tudo mais de uma forma intuitiva, através dos sentidos. Sentia a terra, envolvia o corpo e a sua energia na mais simples poda. Utilizava práticas bio-dinâmicas, que defendia de uma forma convicta e convincente, ao ponto de num dos encontros, o produtor Álvaro Castro lhe ter dito “é a primeira vez que oiço um bio-dinâmico que não é aldrabão” e de ter aceite o desafio do António de fazer uma experiência bio-dinâmica na sua famosa Quinta da Pellada. Não se chegou a realizar com o António, mas teremos que garantir que a Pellada será um dia dinamizada com o famoso preparado 501.</p>
<p>Das muitas experiências que o António realizou, houve também as que não correram bem. Tendo em conta as tantas que bebemos maravilhados, comprovam que a ousadia e a capacidade de errar são essenciais para evoluir, aprender e contribuir para um conhecimento colectivo, viver de uma forma estimulante, sonhadora e apaixonada. A coragem do António, misturada com rasgos de loucura imprescindíveis, faz dele uma personagem dentro do mundo do vinho única e vital. Os seus vinhos, tal como ele, não são (felizmente) consensuais, mas são incontestavelmente genuínos, puros, honestos, espontâneos com um carácter próprio. </p>
<p>2007 foi a última colheita do Casal Figueira, já que a propriedade terá sido vendida, e em 2008 novos voos começam para o António, com o vinho Vital Vinhas Velhas, feito a partir de parcelas alugadas com a casta Vital com vinhas de idades respeitáveis na Serra de Montejunto.<br />
Nos últimos meses, tínhamos colocado o vinho do António nos pacotes da Academia. Mas o António entregou-nos as garrafas despidas, sem nenhum rótulo, algo que só ele. Tivemos telefonemas de pessoas a perguntar se não haveria um engano. E foi assim que o vinho do António passou a chamar-se nos Goliardos “O Clandestino”.</p>
<p>No meio dos debates acesos sobre a evolução do mundo do vinho, o António animava os encontros com gargalhadas vivas, mandava piadas, bebia vinho de uma forma festivamente contagiante.<br />
Quando ele gostava dum vinho, fazia com a sua mão a trajectória de um avião a descolar, numa imagem aérea que resume bem a personagem. As suas últimas palavras que trocámos com ele sobre os vinhos que estava a vindimar em 2009 foram em francês “divin! ça sent la sierra”. </p>
<p>António, ficamos cheios de vontade de conhecer o resultado desta tua vindima, que beberemos goliardicamente à tua coragem em ser e fazer diferente. A tua vida inspira-nos.</p>
<p>Com uma eterna saudade das tuas gargalhadas VITAIS!<br />
Beijinhos amigos,<br />
Nadir e Sílvia, pelos Goliardos</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2009/10/09/homenagem-a-antonio-carvalho-produtor-do-casal-figueira-falecido-inesperadamente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5ªfeira, 17 de Setembro, nas 1001 noites: prova da Região da Estremadura, desculpem, Lisboa</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/09/08/5%c2%aafeira-17-de-setembro-nas-1001-noites-prova-da-regiao-da-estremadura-desculpem-lisboa/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2009/09/08/5%c2%aafeira-17-de-setembro-nas-1001-noites-prova-da-regiao-da-estremadura-desculpem-lisboa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 13:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=962</guid>
		<description><![CDATA[Andávamos há bastante tempo para dedicar uma sessão das 1001 noites aos vinhos da Estremadura. Mas sabíamos à partida que não iria ser uma tema muito sexy e para o qual teríamos dificuldade em ter adesão. Fomos deixando para amanhã o que podíamos ter feito ontem, e entretanto, a partir de 23 de Abril (data [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andávamos há bastante tempo para dedicar uma sessão das 1001 noites aos vinhos da Estremadura. Mas sabíamos à partida que não iria ser uma tema muito sexy e para o qual teríamos dificuldade em ter adesão.<br />
Fomos deixando para amanhã o que podíamos ter feito ontem, e entretanto, a partir de 23 de Abril (data relevante para os Goliardos…), foi criada a Região de Vinhos de Lisboa, substituindo a designação Vinho Regional Estremadura. Obviamente não significa isto que se estejam a fazer vinhos no Parque Eduardo VII, mas sim que agora os “Colares”, “Bucelas”, “Carcavelos”, “Óbidos”, “Alenquer”, “Arruda dos Vinhos”, “Encostas D’Aire” e “Torres Vedras” são vinhos de Lisboa, muito mais sonante, e que nada mais mudou. Poderíamos chamar a esta operação a Capitalização dos Vinhos.<br />
(Qualquer dia… vão chamar aos vinhos da Bairrada, vinhos de Coimbra, e aos vinhos do Algarve, vinhos Allgarvines.)</p>
<p>Uma região em regressão</p>
<p>Assim sendo, decidimos dedicar uma sessão à Região de Vinhos de Lisboa. Hoje em dia com a produção em regressão, a região continua a ser a que mais produz em quantidade de vinhos de mesa, muitos não considerados vinhos de qualidade. A região tem uma longa tradição de vinhos, com um desenvolvimento que se deveu a diferentes factores: região de tradição rural, vocação e conhecimentos difundidos por várias ordens religiosas que se estabeleceram na região (Beneditinos, Clunicenses e Cistercenses), proximidade a grandes centros urbanos consumidores e muito em particular Lisboa. Hoje em dia, a expansão imobiliária, a conversão de uma região de cariz rural em zonas urbanas, o crescimento de outras regiões vitivinícolas, em particular Douro e Alentejo, e também a falta de um certo dinamismo local dentro da área têm vindo a colocar os vinhos da região fora de moda e por consequência a fazer regredir a área de vinha. </p>
<p>O grande potencial da região</p>
<p>Temos encontrado vários produtores de regiões actualmente na mó de cima que nos dizem que a Estremadura (perdão, Lisboa) é uma região com um grande potencial e onde gostariam de produzir um dia. A proximidade ao Atlântico permite manter frescura e produzir vinhos menos pesados, menos alcoólicos, mais equilibrados. Em anos quentes como é o caso de 2009 esta região fica com um sorriso de orelha a orelha face a maturações potencialmente perfeitas, enquanto Douro e Alentejo transpiram de ver uvas sobremaduras. Em anos frescos, sofrerá a Estremadura provavelmente da dificuldade de maturação. </p>
<p>Região com grande diversidade</p>
<p>A variabilidade de solos e de microclimas na região de Lisboa, principalmente determinada pela proximidade ao Atlântico, pela altitude e pela exposição aos ventos, permitiu ao longo dos tempos criar uma grande diversidade de vinhos e de cada pequena sub-região definir um estilo próprio. Não é de estranhar a existência nesta região das mais pequenas Denominações de Origem do País, como Carcavelos com pouco mais de 10 hectares, dedicada a vinhos generosos, Colares com 22 hectares, dedicada a vinhos realizados em Chão de Areia, bem como DOC’s de maior dimensão como é o caso de Bucelas dedicado à produção de vinho branco.<br />
Nas 1001 noites de 5ªfeira<br />
Iremos provar uma selecção de vinhos goliárdica da região de Lisboa e ver se os lisboetas se rendem aos seus vinhos da sua região!<br />
Cheira bem, cheira a Lisboa!!!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2009/09/08/5%c2%aafeira-17-de-setembro-nas-1001-noites-prova-da-regiao-da-estremadura-desculpem-lisboa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Chão Rijo 2007, Adega Regional de Colares (Branco, Colares)</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/07/26/chao-rijo-2007-adega-regional-de-colares-branco-colares/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2009/07/26/chao-rijo-2007-adega-regional-de-colares-branco-colares/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 17:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
		<category><![CDATA[Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Goliardões]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Adega Regional de Colares]]></category>
		<category><![CDATA[Chão Rijo 2007]]></category>
		<category><![CDATA[vinho branco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1593</guid>
		<description><![CDATA[Colares continua a evocar o requinte celebrado por escritores e sempre foi considerada como uma das regiões mais singulares do Portugal vínico. Hoje a vinha sobreviveu à urbanização crescente e podemos ainda encontrar pérolas que revelam uma resistência ao tempo invulgar. Francisco Figueiredo trabalha a realçar este património na Adega regional de Colares. Este Chão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Colares continua a evocar o requinte celebrado por escritores e sempre foi considerada como uma das regiões mais singulares do Portugal vínico. Hoje a vinha sobreviveu à urbanização crescente e podemos ainda encontrar pérolas que revelam uma resistência ao tempo invulgar. Francisco Figueiredo trabalha a realçar este património na Adega regional de Colares. Este Chão rijo produzido em solo de argila com a casta Fernão Pires e Malvasia é um vinho aéreo, bem adaptado para peixes grelhados ou mariscos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2009/07/26/chao-rijo-2007-adega-regional-de-colares-branco-colares/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Casal Figueira 2007 (Branco, Estremadura)</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/07/18/casal-figueira-2007-branco-estremadura/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2009/07/18/casal-figueira-2007-branco-estremadura/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 17:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
		<category><![CDATA[Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Pragmáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[António Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Casal Figueira]]></category>
		<category><![CDATA[região de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[vinho branco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1290</guid>
		<description><![CDATA[António Carvalho liderava a quinta Casal Figueira até o projecto acabar em 2008 e retomar com vinhas velhas da Serra de Montejunto. Optou pela agricultura biodinâmica, por convicção profissional e orientação individual, no objectivo de realçar a expressividade e a saúde das suas vinhas, tentando captar nos seus vinhos a energia que esse modo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>António Carvalho liderava a quinta Casal Figueira até o projecto acabar em 2008 e retomar com vinhas velhas da Serra de Montejunto. Optou pela agricultura biodinâmica, por convicção profissional e orientação individual, no objectivo de realçar a expressividade e a saúde das suas vinhas, tentando captar nos seus vinhos a energia que esse modo de cultivo pretende reforçar. Apesar de ser o seu vinho de entrada de gama, há poucos vinhos que evoluem tão bem no tempo. Aproveitem que é a última edição deste Casal Figueira! As castas são tradicionais : Fernão Pires e Arinto. O vinho é polposo, um nariz que solta toques exóticos, uma boca fresca e seca. Aconselhamos uns mariscos. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2009/07/18/casal-figueira-2007-branco-estremadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Chão Rijo 2003, Adega Regional de Colares (Tinto, Estremadura)</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/06/26/chao-rijo-2003-adega-regional-de-colares-tinto-estremadura-2/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2009/06/26/chao-rijo-2003-adega-regional-de-colares-tinto-estremadura-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 18:39:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Pragmáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[Adega Regional de Colares]]></category>
		<category><![CDATA[Chão Rijo 2003]]></category>
		<category><![CDATA[região de Estremadura]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1623</guid>
		<description><![CDATA[Descobrimos este vinho em Maio, quando fomos aventurar-nos nas vinhas escondidas e míticas de Colares, plantadas quase na praia e deitadas no chão até o mês de Agosto. Zona histórica mas pouco protegida e valorizada, onde o enólogo Francisco Figueiredo actua com muita paixão pela região. Produz vinhos com raça, numa estrutura recta, uma fruta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Descobrimos este vinho em Maio, quando fomos aventurar-nos nas vinhas escondidas e míticas de Colares, plantadas quase na praia e deitadas no chão até o mês de Agosto. Zona histórica mas pouco protegida e valorizada, onde o enólogo Francisco Figueiredo actua com muita paixão pela região. Produz vinhos com raça, numa estrutura recta, uma fruta picante e uma bela persistência. Este vinho é produzido num chão rijo de argila  (e não de areia, solo que dá direito à Denominação de Origem Colares), com a casta Castelão e produzido num ano quente mas com dificuldade de maturação na zona. Um vinho fresco e ligeiro mas sem diluição.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2009/06/26/chao-rijo-2003-adega-regional-de-colares-tinto-estremadura-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tradition 2002, Casal Figueira (Branco, Estremadura)</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/05/26/tradition-2002-casal-figueira-branco-estremadura-2/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2009/05/26/tradition-2002-casal-figueira-branco-estremadura-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 16:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
		<category><![CDATA[Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Serenos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[Casal Figueira]]></category>
		<category><![CDATA[região de Estremadura]]></category>
		<category><![CDATA[Tradition 2002]]></category>
		<category><![CDATA[vinho branco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1579</guid>
		<description><![CDATA[É um vinho que chamamos Clandestino, porque não tem rótulo, do audacioso António Carvalho, apoiado pelo excêntrico Mateus Nicolau de Almeida, o do Muxagat em destaque com a pomada este mês. Um vinho que não se repetiu porque foi a única edição dum Tradition feito com as castas Roussane e Sémillon. Um vinho com flores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É um vinho que chamamos Clandestino, porque não tem rótulo, do audacioso António Carvalho, apoiado pelo excêntrico Mateus Nicolau de Almeida, o do Muxagat em destaque com a pomada este mês. Um vinho que não se repetiu porque foi a única edição dum Tradition feito com as castas Roussane e Sémillon. Um vinho com flores de acácia, mel, toques oxidativos, ainda duma bela juventude e expressão de um duo cheio de vida.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2009/05/26/tradition-2002-casal-figueira-branco-estremadura-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Raizes 2004 (Tinto, Estremadura)</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/05/26/raizes-2004-tinto-estremadura/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2009/05/26/raizes-2004-tinto-estremadura/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 16:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia dos Goliardos]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Pragmáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[Raizes 2004]]></category>
		<category><![CDATA[região de Estremadura]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=1567</guid>
		<description><![CDATA[Já ouvimos dizer que Alenquer era uma das zonas mais prestigiada do vinho no século XIX, e sem dúvida Eça de Queirós tinha algumas pepitas dentro da sua cave desta região. Nos Goliardos académicos também temos juízo e sentido das nossas raízes, por isso voltamos a Alenquer. A quinta de Abrigada vale também a pena [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já ouvimos dizer que Alenquer era uma das zonas mais prestigiada do vinho no século XIX, e sem dúvida Eça de Queirós tinha algumas pepitas dentro da sua cave desta região. Nos Goliardos académicos também temos juízo e sentido das nossas raízes, por isso voltamos a Alenquer. A quinta de Abrigada vale também a pena pelo passeio na serra de Montejunto ou para uma visita da sua belíssima arquitectura. Este vinho deixa o Castelão estrear acompanhado pela Tinta Roriz e o Cabernet Sauvignon. Macio, untuoso, é um vinho caloroso com toques vegetais da Serra. Um escalope milanês acompanha bem.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2009/05/26/raizes-2004-tinto-estremadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>6ªfeira, 29 de Maio, nas 1001 noites: vinhos de Colares</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2009/05/25/6%c2%aafeira-29-de-maio-nas-1001-noites-vinhos-de-colares/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2009/05/25/6%c2%aafeira-29-de-maio-nas-1001-noites-vinhos-de-colares/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 13:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[Ramisco]]></category>
		<category><![CDATA[Regiões de vinho portuguesas]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos de Colares]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://osgoliardos.com/blog/?p=729</guid>
		<description><![CDATA[Foi na Várzea de Colares que se desenvolveu a cultura da vinha distribuída por duas modalidades: a cultura em chão de areia e a cultura em chão rijo. Foi a primeira que deu fama ao vinho de Colares, um vinho que sempre esteve presente nas mesas aristocráticas e burguesas, tão bem descritas por Eça de Queiroz.

[......]

Com a expansão imobiliária, Colares tem agora apenas 22 hectares. Com 100 anos de demarcação, Colares tornou-se um vinho em vias de extinção!

Quando?  6ªfeira, dia 29 de Maio, das 19h30 às 21h30
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa
Quanto? 15 euros por pessoa
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos às cegas e petiscos a condizer para não se engolir em seco!

Como faço a minha reserva? Basta enviar um e-mail para info@osgoliardos.com com nomes dos interessados em participar. Temos um número limite de lugares por isso a corrida está lançada!

Iremos provar novidades: verdadeiras antiguidades e relíquias!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Ó meu querido Tio, que sabe como eu gosto de si, que até estava o ano passado com tenção, se soubesse a sua morada em Paris, de lhe mandar meia pipa de Colares, não fique pois zangado comigo.<br />
Bem infeliz já eu sou!”</p>
<p>Eça de Queirós, Os Maias</p>
<p>Não se sabe com exactidão quando se plantaram aqui as primeiras vinhas. Pensa-se que a introdução da casta “Ramisco” na região se deve ao rei D. Afonso III que a teria trazido de França: em 1255, quando fez a doação do Reguengo de Colares a Pedro Miguel e a sua mulher Maria Estêvão, obrigou-os a plantar as videiras que ele mandara vir de França. </p>
<p>Foi na Várzea de Colares que se desenvolveu a cultura da vinha distribuída por duas modalidades: a cultura em chão de areia e a cultura em chão rijo. Foi a primeira que deu fama ao vinho de Colares, um vinho que sempre esteve presente nas mesas aristocráticas e burguesas, tão bem descritas por Eça de Queiroz.<br />
Em 1865 verificou-se no norte do país a entrada da filoxera; em Colares, as castas instaladas em solo arenoso resistiram a esta praga, facto que contribuiu muito para o incremento da vinha, ainda hoje instalada sem recorrer aos porta-enxertos americanos.<br />
Este foi um dos principais motivos para que Colares chegasse a ter 1500 hectares de vinha. Em 1908, a Região de Colares tornava-se a segunda do país a ser demarcada.<br />
Com a expansão imobiliária, Colares tem agora apenas 22 hectares. Com 100 anos de demarcação, Colares tornou-se um vinho em vias de extinção!</p>
<p>Condições naturais: Clima atlântico. Vinha junto ao mar, o Ramisco plantado em terrenos arenosos, as restantes castas, essencialmente João Santarém (Castelão) em chão rijo. Os ventos marítimos, muito fortes, obrigam a construção de abrigos, tradicionalmente feitos em cana.<br />
Castas tintas: Ramisco (min. 80% no DOC Colares), João Santarém (Castelão)<br />
Castas brancas: Malvasia, Arinto, Fernão Pires e Vital.<br />
Vinhos: Tintos e brancos frescos, leves, subtis, nível alcoólico baixo e com grande capacidade de envelhecimento.</p>
<p>Quando?  6ªfeira, dia 29 de Maio, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos às cegas e petiscos a condizer para não se engolir em seco!</p>
<p>Como faço a minha reserva? Basta enviar um e-mail para info@osgoliardos.com com nomes dos interessados em participar. Temos um número limite de lugares por isso a corrida está lançada!</p>
<p>Iremos provar novidades: verdadeiras antiguidades e relíquias!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://osgoliardos.com/blog/2009/05/25/6%c2%aafeira-29-de-maio-nas-1001-noites-vinhos-de-colares/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
