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	<title>Os Goliardos &#187; Tinto</title>
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		<title>3 de Fev, 6ªf, nas 1001 noites, Tintos da Bairrada</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 18:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Bairrada / Beiras]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

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		<description><![CDATA[Bairrada é uma região clássica e fora de moda, num mundo dominado pelos vinhos modernos, ricos, fáceis e exuberantes. Mas continua a mostrar que faz vinhos com carácter, estructurados, digestos, frescos e com potencial de envelhecimento como só ela. A baga é a casta tradicional tinta da bairrada que permite fazer estes vinhos, e nós desafiamos todos aqueles que torceram o nariz de lerem BAGA para se juntarem a nós, porque é sem dúvida uma casta de identidade vincada, e quando bem trabalhada dá vinhos que revelam o forte potencial da região.

Quando?  3 de Fevereiro, 6ªfeira, das 19h30 às 21h00
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa
Quanto? 20 euros por participante
O que inclui? 5 vinhos tintos da Bairrada, e uma sessão pedagógica e animada sobre o tema
Como fazer a minha reserva? Basta enviar um e-mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Os lugares são limitados, por isso a reserva é obrigatória
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bairrada é uma região clássica e fora de moda, num mundo dominado pelos vinhos modernos, ricos, fáceis e exuberantes. Mas continua a mostrar que faz vinhos com carácter, estructurados, digestos, frescos e com potencial de envelhecimento como só ela. A baga é a casta tradicional tinta da bairrada que permite fazer estes vinhos, e nós desafiamos todos aqueles que torceram o nariz de lerem BAGA para se juntarem a nós, porque é sem dúvida uma casta de identidade vincada, e quando bem trabalhada dá vinhos que revelam o forte potencial da região.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Quando?</em></strong><strong><em> </em></strong> 3 de Fevereiro, 6ªfeira, das 19h30 às 21h00</p>
<p><strong><em>Onde?</em></strong><strong><em> </em></strong> Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa</p>
<p><strong><em>Quanto?</em></strong><strong><em> </em></strong>20 euros por participante</p>
<p><strong><em>O que inclui? </em></strong>5 vinhos tintos da Bairrada, e uma sessão pedagógica e animada sobre o tema</p>
<p><strong><em>Como fazer a minha reserva?</em></strong><strong> </strong>Basta enviar um e-mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com. Os lugares são limitados, por isso a reserva é obrigatória</p>
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		<title>5ªfeira, 16/06, nas 1001 noites, tintos do Loire</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 07:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Loire]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Com o verão, vamos a tintos perfeitos para o calor. Aqui vai uma prova há muito prometida: tintos da Loire!

Esta 5ªfeira vamos dar-vos a conhecer a região da Loire através de tintos, feitos a partir da casta Cabernet-Franc, caracterizados por serem leves, frescos, secos, extremamente minerais e com grande capacidade de guarda. Iremos provar tanto da doc Chinon como Bourgueil, de produtores seleccionados a partir das nossas visitas e que fazem vinhos incríveis. Com menos reconhecimento que Bordéus e Borgonha, a Loire é uma região com muita tradição mas igualmente com muita criatividade e dinamismo, permitindo o aparecimento de uma nova geração que revela terroirs de uma forma autêntica e exigente. Fazem claramente parte das nossas paixões.

Na prova iremos provar vinhos novos mas também vinhos de 1995. (Era um remate final se ainda tinham dúvidas)

Não percam...conselho de Goliardo!!!

 

Quando?  5ªfeira, dia 16 de Junho, às 19h30

Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa

Quanto?[ ....]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Com o verão, vamos a tintos perfeitos para o calor. Aqui vai uma prova há muito prometida: <strong>tintos da Loire!</strong></p>
<p>Esta 5ªfeira vamos dar-vos a conhecer a região da Loire através de tintos, feitos a partir da casta Cabernet-Franc, caracterizados por serem leves, frescos, secos, extremamente minerais e com grande capacidade de guarda. Iremos provar tanto da doc <strong>Chinon</strong> como <strong>Bourgueil</strong>, de produtores seleccionados a partir das nossas visitas e que fazem vinhos incríveis. Com menos reconhecimento que Bordéus e Borgonha, a Loire é uma região com muita tradição mas igualmente com muita criatividade e dinamismo, permitindo o aparecimento de uma nova geração que revela terroirs de uma forma autêntica e exigente. Fazem claramente parte das nossas paixões.</p>
<p>Na prova iremos provar vinhos novos mas também vinhos de 1995. (Era um remate final se ainda tinham dúvidas)</p>
<p>Não percam&#8230;conselho de Goliardo!!!</p>
<p><strong><em>Quando?</em></strong><strong><em> </em></strong> 5ªfeira, dia 16 de Junho, às 19h30</p>
<p><strong><em>Onde?</em></strong><strong><em> </em></strong> Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa</p>
<p><strong><em>Quanto?</em></strong><strong><em> </em></strong>20 euros por participante</p>
<p><strong><em>O que inclui? </em></strong>5 vinhos tintos da Loire, petiscos à acompanhar, e uma sessão pedagógica e animada sobre a região da Loire</p>
<p><strong><em>Como fazer a minha reserva?</em> </strong>Basta enviar um e-mail com o nome dos interessados para <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a>. Os lugares são limitados, por isso a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>2 de Junho, 5ªfeira, nas 1001 noites: Vinho tinto da Galiza, atlântico inconfundível</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2011/05/31/2-de-junho-5%c2%aafeira-nas-1001-noites-vinho-tinto-da-galiza-atlantico-inconfundivel/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2011/05/31/2-de-junho-5%c2%aafeira-nas-1001-noites-vinho-tinto-da-galiza-atlantico-inconfundivel/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 May 2011 10:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Galiza]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
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		<description><![CDATA[A sessão das 1001 noites de brancos galegos que fizemos em Março deixou a certeza que vinhos especiais se fazem por cima das nossas cabeças. Ficou prometida uma prova de tintos da Galícia, pois aqui vai ela!
Numa região essencialmente dedicada a brancos, alguns produtores procuram fazer tintos ousados, diferentes de tudo o que alguma vez provámos. Vinhos atlânticos, muito frescos e vivos. Perfeitos para o verão. Vamos provar 3 produtores excepcionais e dar-vos a conhecer uma região excepcional bastante à margem.

Quando?  5ªfeira, dia 2 de Junho, das 19h30 às 21h00
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa
Quanto? 20 euros por participante
Como fazer a minha reserva? Basta enviar um e-mail com o nome dos interessados. Os lugares são contados pelo que a corrida está lançada!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sessão das 1001 noites de brancos galegos que fizemos em Março deixou a certeza que vinhos especiais se fazem por cima das nossas cabeças. Ficou prometida uma prova de tintos da Galícia, pois aqui vai ela!</p>
<p>Numa região essencialmente dedicada a brancos, alguns produtores procuram fazer tintos ousados, diferentes de tudo o que alguma vez provámos. Vinhos atlânticos, muito frescos e vivos. Perfeitos para o verão. Vamos provar 3 produtores excepcionais e dar-vos a conhecer uma região excepcional bastante à margem.</p>
<p><strong><em>Quando?</em></strong><strong><em> </em></strong> 5ªfeira, dia 2 de Junho, das 19h30 às 21h00</p>
<p><strong><em>Onde?</em></strong><strong><em> </em></strong> Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa</p>
<p><strong><em>Quanto?</em></strong><strong><em> </em></strong>20 euros por participante</p>
<p><strong><em>Como fazer a minha reserva?</em></strong><strong> </strong>Basta enviar um e-mail com o nome dos interessados. Os lugares são contados pelo que a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esta 5ªfeira, 23 de Set., nas 1001 noites: DÃO 2003 !</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/09/20/esta-5%c2%aafeira-23-de-set-nas-1001-noites-dao-2003/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 13:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dão]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

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		<description><![CDATA[O Dão é uma das regiões de maior tradição de vinho de mesa em Portugal, tanto tinto como branco, tendo celebrado em 2008 os centenário como região demarcada. Sofreu nos últimos anos com o boom Alentejo e Douro, mas está a recuperar o reconhecimento, com vinhos clássicos mas igualmente alguns com opções mais modernas, com vinhos menos austeros, mais fáceis de beber na juventude.

A região produz em altitude e encontra-se rodeada de várias serras (Estrela, Caramulo, Buçaco,  Montemuro) que formam uma barreira à influência atlântica, permitem produzir vinhos mais frescos e equilibrados. Solos graníticos e xistosos, com vinhos tradicionalmente de lote, com predominância para as castas Touriga Nacional, Tinta roriz, Jaen, Rufete, Alfrocheiro. Os invernos são frios e os verões têm dias quentes mas noites frescas, garantindo maturações elevadas mas igualmente alguma leveza e frescura. No geral, os tintos são equilibrados, taninosos, vivos e frescos, com aromas de floral intenso, e com boa capacidade de envelhecimento. E falando de envelhecimento…….como estarão os 2003????

2003

Ano atipicamente quente, em que muitos produtores se viram aflitos com a seca, que produziu um stress hídrico nas vinhas até agora nunca visto. 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>As vindimas estão aí. Os produtores desapareceram, concentrados nos mostos. Momentos intensos de trabalhar até à última gota, dias e noites, cortar cachos, pisar uvas, prensar, esvaziar cubas, ver como evolui, o que vai dar,……esgotante mas empolgante.</p>
<p>Estivemos com a Marta Soares do Casal Figueira que está pela primeira vez à frente da vindima.As uvas este ano são heterogéneas, algumas bem maduras, outras ainda bastante verdes. Os sumos que provámos dão-nos a ideia que vem aí coisa boa.</p>
<p>Produtores, votos de excelentes vindimas!!!</p>
<p>E esta quinta-feira, nas 1001 noites vamos provar Dão de um ano muito atípico: 2003. Uma forma de descobrir esta região com vinhos já crescidos.</p>
<p> Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p> Sílvia e Nadir</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="752" valign="top"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="752" valign="top"><strong><em>Dão</em></strong></p>
<p>O Dão é uma das regiões de maior tradição de vinho de mesa em Portugal, tanto tinto como branco, tendo celebrado em 2008 os centenário como região demarcada. Sofreu nos últimos anos com o boom Alentejo e Douro, mas está a recuperar o reconhecimento, com vinhos clássicos mas igualmente alguns com opções mais modernas, com vinhos menos austeros, mais fáceis de beber na juventude.</p>
<p>A região produz em altitude e encontra-se rodeada de várias serras (Estrela, Caramulo, Buçaco,  Montemuro) que formam uma barreira à influência atlântica, permitem produzir vinhos mais frescos e equilibrados. Solos graníticos e xistosos, com vinhos tradicionalmente de lote, com predominância para as castas Touriga Nacional, Tinta roriz, Jaen, Rufete, Alfrocheiro. Os invernos são frios e os verões têm dias quentes mas noites frescas, garantindo maturações elevadas mas igualmente alguma leveza e frescura. No geral, os tintos são equilibrados, taninosos, vivos e frescos, com aromas de floral intenso, e com boa capacidade de envelhecimento. E falando de envelhecimento…….como estarão os 2003????</p>
<p><strong><em>2003</em></strong></p>
<p>Ano atipicamente quente, em que muitos produtores se viram aflitos com a seca, que produziu um stress hídrico nas vinhas até agora nunca visto. As vindimas foram realizadas no início de Setembro, o que é considerado muito cedo para a região.</p>
<p>Falámos com o Álvaro Castro, produtor de grandes vinhos do Dão, que considera que surpreendentemente os vinhos de 2003 não sofrem de falta de acidez e que o 2003 afinal não se revela um vinho atípico.</p>
<p>Iremos provar vinhos tintos de várias quintas do Dão de 2003, e ver afinal, como estão…….</p>
<p><strong><em>Quando?</em></strong><strong><em> </em></strong> 5ªfeira, 23 de Setembro, das 19h30 às 21h30</p>
<p><strong><em>Onde?</em></strong><strong><em> </em></strong> Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa</p>
<p><strong><em>Quanto?</em></strong><strong><em> </em></strong>15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.</p>
<p><strong><em>O que inclui?</em></strong><strong><em> </em></strong>Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.</p>
<p><strong><em>Como funciona?</em></strong><strong><em> </em></strong>Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.<strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>Como fazer a minha reserva?</strong><strong> </strong>Basta enviar um mail para <a href="mailto:info@osgoliardos.com">info@osgoliardos.com</a>. com o</p>
<p><strong><em>Nome</em></strong></p>
<p><strong><em>mail </em></strong></p>
<p><strong><em>telefone</em></strong></p>
<p> Caso tenha um voucher, por favor indique-nos.</p>
<p>Temos um número de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>6ªfeira, 7 de Maio, nas 1001 noites: Ouro do Douro 2007</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/05/04/6%c2%aafeira-7-de-maio-nas-1001-noites-ouro-do-douro-2007/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2010/05/04/6%c2%aafeira-7-de-maio-nas-1001-noites-ouro-do-douro-2007/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 May 2010 16:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Douro]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

O Douro é sem dúvida uma região que faz brilhar os olhos de muita gente. Região com tradição de generosos, lançou-se como região de vinhos de mesa mais recentemente, com sucesso mas ainda um grande percurso por fazer no sentido de definir a sua identidade. Trata-se de uma região em plena descoberta e aquela em que mais voos promissores aparecem em Portugal.

Esta 6ªfeira iremos provar 5 vinhos tintos de produtores durienses de fazer salivar qualquer goliardo do ano de 2007. Uma forma de conhecer esta colheita ainda muito jovem e ver o seu potencial de envelhecimento.
Que vinhos vamos provar?? Nós achamos que vamos só provar bons!

Cá vos esperamos!


Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Goliardos,</p>
<p>O Douro é sem dúvida uma região que faz brilhar os olhos de muita gente. Região com tradição de generosos, lançou-se como região de vinhos de mesa mais recentemente, com sucesso mas ainda um grande percurso por fazer no sentido de definir a sua identidade. Trata-se de uma região em plena descoberta e aquela em que mais voos promissores aparecem em Portugal.</p>
<p>Esta 6ªfeira iremos provar 5 vinhos tintos de produtores durienses de fazer salivar qualquer goliardo do ano de 2007. Uma forma de conhecer esta colheita ainda muito jovem e ver o seu potencial de envelhecimento.<br />
Que vinhos vamos provar?? Nós achamos que vamos só provar bons!</p>
<p>Cá vos esperamos!</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Apesar de ser um ano não clássico, fresco e tárdio em relação ao habitual no Douro, esta Colheita está a ser muito elogiada pela imprensa internacional, especialmente no caso dos vinhos do Porto Vintage que obtiveram notas muito elevadas. Será que os vinhos de mesa estão ao nível dos Vintage?</p>
<p>O ano arrancou com um Inverno húmido, continuou com uma Primavera amena e foi seguida dum Verão bastante húmido e sem grande vaga de calor, que proporcionou uma maturação lenta e obrigou a estar muito atento nas vinhas para evitar a propagação do míldio, que espalhou-se mais no Douro Superior que no Baixo e Cima Corgo. Até no Douro superior, as temperaturas foram frescas até os princípios de Setembro, com variação de temperaturas entre dia e noite que deu uma bela complexidade aromática e preservou uma acidez equilibrada. Não é uma colheita que devia proporcionar vinhos potentes mas equilibrados e complexos. As vindimas começaram nos meados de Setembro para prolongar-se até meados de Outubro.<br />
Quando?  6ªfeira, 7 de Maio, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail para info@osgoliardos.com. com o </p>
<p>Nome<br />
mail<br />
telefone</p>
<p>Temos um número de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>6ªfeira, 5 de Março, nas 1001 noites: Borgonha retinta</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/27/6%c2%aafeira-5-de-marco-nas-1001-noites-borgonha-retinta/</link>
		<comments>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/27/6%c2%aafeira-5-de-marco-nas-1001-noites-borgonha-retinta/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 18:06:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Borgonha]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nada faz mais parecer o futuro cor-de-rosa como de olha-lo através de um copo de Chambertin” Alexandre Dumas Caros Goliardos, Esta semana é Jackpot: Borgonha tinta acabada de chegar, com vinhos que farão lamber os beiços dos aficionados. Região de predilecção de muitos, (não vamos dizer de quem), a Borgonha apresenta vinhos elegantes, finos, leves, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Nada faz mais parecer o futuro cor-de-rosa como de olha-lo através de um copo de Chambertin”<br />
Alexandre Dumas</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Esta semana é Jackpot: Borgonha tinta acabada de chegar, com vinhos que farão lamber os beiços dos aficionados.<br />
Região de predilecção de muitos, (não vamos dizer de quem), a Borgonha apresenta vinhos elegantes, finos, leves, que poderão passar ao lado de quem se habituou a vinhos do Sul, potentes, concentrados, ditos encorpados, e que tratarão os vinhos da Borgonha brutalmente de diluídos. </p>
<p>Delicados e aéreos, os vinhos da Borgonha são vinhos de silêncio.</p>
<p>Esta sexta-feira iremos provar vinhos do produtor Taupenot-Merme, das sub-regiões Cote de Nuits et Cote de Beaune, todos tintos, incluindo as denominações míticas Morey St Denis et Gevrey-Chambertin.<br />
Tendo em conta o nível dos vinhos que iremos provar, a prova custará 20 euros por pessoa. Nós já estamos a salivar….</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>E para quem descobre completamente…</p>
<p>Região desenvolvida na Idade Média pelos monges cistercienses (séc. XI)<br />
Condições geográficas<br />
Clima continental fresco.<br />
Solos argilo-calcários, terras entre vales e encostas.<br />
Parcelas pequenas. Grande densidade de plantação.<br />
Castas<br />
Castas brancas: Chardonnay (e algum Aligoté)<br />
Castas tintas: Pinot noir (e algum Gamay)<br />
Tintos<br />
Subtis e profundos, de aparência não opaca, com aromas delicados e persistentes. Pouco alcoólicos e com acidez notável.<br />
Brancos<br />
Encorpados, aromáticos, elegantes, que exprimem a mineralidade com o tempo.</p>
<p>Denominações de origem<br />
Hoje em dia, a Borgonha tem 25 000 ha de vinhas.<br />
Os “grands crus” (32 melhores “terroirs” da Côte d’Or e 7 do Chablis) representam apenas 1,5% da produção total do vinhedo<br />
As denominações comunais e os 1ers crus contribuem para os 45% da produção total.<br />
As denominações regionais contribuem para 53,5% do total.</p>
<p>Sub-regiões</p>
<p>A denominação Borgonha contém 5 áreas distintas, das quais destacamos aqui 2:<br />
Côte de Nuits<br />
22 Km de comprimento,<br />
Quase essencialmente dedicada aos vinhos tintos<br />
Zona de predilecção da casta pinot noir, que dá vinhos complexos, cheios e finos.<br />
Os “grands crus” são expostos a Este no meio das encostas.</p>
<p>Côte de Beaune<br />
28 Km de comprimento<br />
Zona de predilecção dos brancos que produz vinhos tintos mais aromáticos e frutados que na Côte de Nuits, com uma capacidade de guarda normalmente inferior.</p>
<p>A noção de climat<br />
A noção de “climat” (sinónimo de terroir) é uma palavra borgonhesa quase mística, para descrever a unidade imutável, num sítio dado, do solo, da exposição e de todo o ambiente da vinha. É o “climat” que interpreta a casta pinot noir ou chardonnay, não o contrário.</p>
<p>Costuma definir-se o vinho de Borgonha como a procura duma complexidade óptima através da exaltação das riquezas de uma só casta ajudada pela diversidade dos “terroirs”.</p>
<p>Pinot noir<br />
casta tinta, cuja origem está mal conhecida, data do séc. IV, sensível às geadas tardias, precisa dum período vegetativo largo e equilibrado.<br />
Tem bagos compactos e pequenos, com uma pele fina.<br />
A Pinot noir exige muito, tanto do viticultor como do vinificador. O segredo consiste em extrair cor e aroma, mas não demasiados taninos, dessas uvas de pele relativamente delgada, embora alguns vinificadores conservem alguns engaços na cuba de fermentação em anos mais temperados, quando temem que os níveis de taninos sejam perigosamente baixos.</p>
<p>Os encantos da Pinot são decididamente mais sensuais e mais transparentes.<br />
Talvez as únicas características que se podem dizer serem partilhadas pelas Pinot noir de todo o mundo sejam uma determinada doçura do fruto e, em geral, níveis de taninos e pigmentos inferiores aos das outras “grandes” castas tintas. A Pinot pode saber a framboesa, morangos, cerejas, e a violetas quando jovem, e envelhecer com essências mais outonais ou de especiarias até adquirir um sabor de caça mais considerável ao fim de muitos anos em garrafa. A Pinot noir parece produzir a melhor qualidade de vinho em solos calcários e em climas relativamente frescos, onde esta videira de maturação precoce não corre apressadamente para a maturação, perdendo aroma e acidez. </p>
<p>A degustação dos tintos</p>
<p>Para o padre Arnoux, que descreveu a situação vinícola da Borgonha em 1728 na primeira carta vitivinícola, os vinhos da zona têm “vapores suaves” e “bebem-se de duas maneiras, pelo nariz e pela boca, ou ambas ou separadamente.”. O abade Arnoux distingue “a cor de fogo” do Pommard (Côte de Beaune) e o veludo escuro da Côte de Nuits.<br />
Nos vinhos feitos com pinot noir, a potência taninosa não deve ser analisada como num vinho de Bordeús ou da Bairrada ou Douro. Embora possa ser tão perceptível, exprime-se diferentemente. Pode-se falar de taninos subjacentes, escondidos no fundo do copo. Os seus grãos podem ser só fininhos que podem parecer ausentes para um provador habituado aos vinhos da Bairrada, do Piemonte italiano (casta nebbiolo) ou do Sudoeste da França. Revelam-se no final da boca, sublinhando uma estrutura, uma envergadura que podia não se notar no início da prova. Em geral, dão vinhos carnudos, macios e aveludados, com elegância e complexidade aromática.</p>
<p>Elementos climatéricos sobre 2007<br />
Não existe uma região onde as condições climatéricas sejam mais instáveis e influem tanto sobre a qualidade final e a expressão dos vinhos. As últimas semanas são decisivas sobre o estilo de cada colheita, sobretudo no caso do Pinot Noir, muito sensível às condições climatéricas.</p>
<p>2007 : Colheita difícil com um ano atípico : um Inverno excepcionalmente quente, uma primavera a imitar um verão até final de Maio, seguida por um verão fresco e húmido quase outonal até final de Agosto, o mês de Setembro é fresco, mas seco e com dias soalheiros. A precocidade excepcional da maturação durante a primavera permitiu vindimar os tintos, apesar do mau tempo estival, no principio de Setembro na Cotes de Beaune e uma semana depois na Cotes de Nuits. As condições climatéricas difíceis obrigaram a ter muita vigilância contra o desenvolvimento do Botrytis (podridão cinzenta). A maturação fenológica (pele e grainhas) é globalmente conseguida, mas houve uma grande heterogeneidade de maturação que obrigou à uma triagem severa na vinha e na mesa de selecção à entrada da adega. 2 factores fundamentais para conseguir a qualidade dos tintos nesta colheita :<br />
- selecção drástica das uvas<br />
- vinificação com extracção suave para preservar um frutado fresco, taninos sedosos dando vinhos mais gulosos e agradáveis que profundos.</p>
<p>Elementos sobre a quinta Taupenot-Merme</p>
<p>Situada em Morey Saint-Denis, esta quinta tem 13 ha de vinhas, plantadas em 20 Denominações de origem diferentes na Côte de Beaune e Côte de Nuits, com uma idade média de 35 anos. Todo o vinhedo é conduzido em agricultura biológica desde 2001. As vindimas são feitas manualmente e as uvas são vinificadas sem desengace, com uma maceração pré-fermentar a frio durante 10 dias para extrair cor e fruta. Romain Taupenot privilegia vinificações sem intervenção : não utiliza leveduras seleccionadas, enzimas ou qualquer aditivo. Os vinhos estagiam consoante as parcelas e os anos entre 12 e 15 meses em madeira de carvalho com uma percentagem de madeira nova entre 25 e 40%.</p>
<p>Quando?  6ªfeira,  5 de Março, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 20 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail para info@osgoliardos.com. com o </p>
<p>Nome<br />
mail<br />
telefone</p>
<p>Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
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		<title>Esta 6ªfeira, 19 de Fevereiro nas 1001 noites, vertical Bordéus Saint-Emilion</title>
		<link>http://osgoliardos.com/blog/2010/02/12/esta-6%c2%aafeira-19-de-fevereiro-nas-1001-noites-vertical-bordeus-saint-emilion/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 17:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
				<category><![CDATA[1001 noites]]></category>
		<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Bordéus]]></category>
		<category><![CDATA[Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos franceses]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Goliardos,

Os céus não nos têm permitido organizar 1001 noites.
Como a falta já é muita, em cima da hora, aqui vai já para amanhã uma sessão!

Iremos provar 5 vinhos de diferentes anos de um mesmo produtor de Bordéus-St Émilion que descobrimos em 2009 e ficar a conhecer o que foi cada ano nesta região, entre 2000 e 2006.

As inscrições estão abertas, basta enviar um e-mail. Todos os detalhes mais abaixo.


Cumprimentos goliárdicos,

Sílvia e Nadir]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O universal é o local, menos as paredes<br />
Miguel Torga</p>
<p>Caros Goliardos,</p>
<p>Os céus não nos têm permitido organizar 1001 noites.<br />
Como a falta já é muita, em cima da hora, aqui vai já para amanhã uma sessão!</p>
<p>Iremos provar 5 vinhos de diferentes anos de um mesmo produtor de Bordéus-St Émilion que descobrimos em 2009 e ficar a conhecer o que foi cada ano nesta região, entre 2000 e 2006.</p>
<p>As inscrições estão abertas, basta enviar um e-mail. Todos os detalhes mais abaixo.</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Sílvia e Nadir</p>
<p>Elementos sobre a região de Bordeús e a sub-região de Lussac</p>
<p>Região situada no Golfo de Gasconha, exposta a um clima atlântico caprichoso, que constitui uma ameaça permanente à boa maturação das uvas. No entanto, quando o sol brilha o suficiente, esta zona temperada oferece condições ideais para a expressão fina e complexa das castas Cabernet-Sauvignon, Merlot, Cabernet-Franc, Petit Verdot nos vinhos tintos, como das castas brancas Sauvignon e Semillon.</p>
<p>Lussac Saint-Emilion é uma das 57 Denominações de origem controladas da área de Bordeús,  criada em 1936, situa-se na ponta setentrional do vinhedo de Saint-Emilion, na margem direita. Faz parte com as DOC Montagne Saint-Emilion, Puisseguin Saint-Emilion, Saint-Georges Saint-Emilion dos chamados « Satélites » da DOC prestigiosa Saint-Emilion. Em 2005, tinha 1.486 ha de vinhas para uma produção de cerca 70.000hl.</p>
<p>Três castas formam parte do lote dos vinhos :<br />
O Merlot, dominante (65%), que aprecia os solos frescos (argila), é uma casta de maturação precoce, onde amadurece bem e lentamente, dando uma cor intensa, uma suavidade redonda e aveludada, com uma boa capacidade de guarda.<br />
O Cabernet-Franc (25% das vinhas plantadas), mais plantado nos solos calcários e de textura mais quente (areia, cantos rodados) onde proporciona estrutura, aromas condimentados e uma finura ácida.<br />
O Cabernet-Sauvignon (10%), uma casta tardia que aprecia os solos quentes e secos (argilo-calcários expostos a Sul ou cantos rodados misturados com areia), que dá uma boa base taninosa, com aromas especiados.<br />
Duas outras castas fazem parte do decreto da denominação mas estão pouco presentes hoje : Malbec e Carménère.</p>
<p>Elementos sobre o produtor</p>
<p>André Chatenoud era produtor na zona de Genève na Suiça quando adquiriu esta quinta em 1971. Tem 12 ha de vinhas, essencialmente plantadas com Merlot (95%) complementado com o Cabernet-Franc (5%), em solos argilo-calcários com parcelas expostas norte-sul. As vinhas têm uma idade média de 40 anos. Desde 2002, os métodos culturais beneficiam da certificação da agricultura biológica. Na vinificação, faz um desengace total e utiliza as leveduras indígenas desde 2001. O vinho estagia em cubas e madeira (com uma proporção variável de madeira nova consoante os anos). </p>
<p>Elementos sobre os anos</p>
<p>2000 : ano de maturação ideal com uma floração homogénea no princípio de Maio, um verão muito solarengo, sobretudo em Agosto. Algumas chuvas no início de Setembro permitiram desbloquear as vinhas que sofriam dum pequeno stress hídrico. As vindimas foram feitas debaixo do sol a partir de meados de Setembro. Deu vinhos profundos, por vezes opulentos, com uma boa capacidade de guarda.</p>
<p>2001 : Ano muito interessante para a margem direita, menos quente que o 2000 mas com uma maturação mais suave, que deu vinhos equilibrados, menos opulentos, mais clássicos para a zona. Sofreu da comparação nos media com o hipermediatizado 2000.</p>
<p>2003 : ano de seca com temperaturas altas durante todo o verão, que provocou um stress hídrico em muitas vinhas, sobretudo as que são plantadas em solos arenosos ou muito quentes. As vinhas em solo argiloso conseguiram aguentar melhor por ter uma retenção de água superior. </p>
<p>2004 : A colheita de 2004 foi considerada razoável graças a um clima quente e seco em Setembro que compensou as dificuldades climatéricas durante o verão. Em reacção ao ano 2003 em que a vinha foi vítima da seca e produziu pouco, os rendimentos em 2004 foram abundantes. O mês de Agosto foi desastroso e só os produtores que controlaram de maneira severa a quantidade de uvas apanhadas e esperaram o mais tarde possível para vindimar conseguiram uma colheita boa.</p>
<p>2006 : Ano atípico e complicado com um mês de Julho muito quente, seguido por um Agosto muito fresco e chuvoso. Em Setembro, houve uma alternância de dias solarengos com precipitações súbitas, ciclo que deu ao final vinhos heterogéneos, com nível alcoólico mais alto que previsto, carga taninosa elevada, que criou o risco de extracção excessiva de taninos em alguns casos, podendo dar vinhos maciços, secos e no conjunto desequilibrados.</p>
<p>Quando?  6ªfeira, 19 de Fevereiro, das 19h30 às 21h30<br />
Onde?  Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria em Lisboa<br />
Quanto? 15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? Sessão animada e pedagógica sobre o tema, vinhos seleccionados e petiscos a condizer.<br />
Como funciona? Sentados em torno de mesas e copos, iremos provar em conjunto e em prova cega vinhos do tema. Nós introduziremos informações sobre a região e os vinhos, os participantes irão trocar opiniões sobre os vinhos provados, sempre de uma forma livre e pedagógica.</p>
<p>Como fazer a minha reserva? Basta enviar um mail com o nome dos interessados para info@osgoliardos.com.<br />
Temos um numero de lugares limitado por isso a corrida está lançada!</p>
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		<title>Contraste 2007, Rita Ferreira (Tinto, Douro)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 19:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rita Ferreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Rita é uma jovem produtora de 26 anos, mas já experiente, tendo viajado pelas vinhas da Nova-Zelândia, Africa do Sul e França, e tendo trabalhado em Portugal com Jorge Serôdio Borges e Dirk Niepoort. Tem uma franqueza rara e uma insatisfação epidérmica. Assumiu o desafiou de agarrar na quinta familiar para lhe dar uma nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rita é uma jovem produtora de 26 anos, mas já experiente, tendo viajado pelas vinhas da Nova-Zelândia, Africa do Sul e França, e tendo trabalhado em Portugal com Jorge Serôdio Borges e Dirk Niepoort. Tem uma franqueza rara e uma insatisfação epidérmica. Assumiu o desafiou de agarrar na quinta familiar para lhe dar uma nova vida, cumprindo o sonho da sua mãe. Este Contraste, feito a partir das castas tradicionais do Douro, Tinta Roriz e Touriga Francesa, tem fruta preta concentrada, cheio em boca (não filtrado) e um final de boca amargo que mantém o vinho firme e consistente. Potente e equilibrado.</p>
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		<title>Reserva 2001, Fonte das Moças (Tinto, Estremadura)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 19:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goliardos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi em Novembro que descobrimos este sítio quando fomos provar os vinhos que António Carvalho não acabou e que a sua esposa Marta perpetua na adega de onde vem este vinho. Dois Portos é a aldeia onde este vinho foi produzido em 2001 com as castas Aragonês, Touriga nacional e Syrah. Sob a influência atlântica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em Novembro que descobrimos este sítio quando fomos provar os vinhos que António Carvalho não acabou e que a sua esposa Marta perpetua na adega de onde vem este vinho. Dois Portos é a aldeia onde este vinho foi produzido em 2001 com as castas Aragonês, Touriga nacional e Syrah. Sob a influência atlântica, num solo argiloso, esta Reserva envelheceu com harmonia conservando uma uva potente e densa, sem perder a frescura que mantém os vinhos velhos em pé, ganhando uma complexidade aromática muito singular e confirmando o potencial elevado desta zona.</p>
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		<title>Colheita seleccionada 2006, Herdade de Vale d’Anta (Tinto, Alentejo)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 19:06:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[João Rafael Gancho é um industrial de Évora que na altura da reforma cumpriu o seu sonho de produzir vinhos. Ao pé da serra da Ossa, em Redondo, num solo argiloso, produz vinhos fortes, com toques rústicos que contrastam com os vinhos redondinhos e enjoativos que a região costuma produzir hoje. Este vinho provém das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Rafael Gancho é um industrial de Évora que na altura da reforma cumpriu o seu sonho de produzir vinhos. Ao pé da serra da Ossa, em Redondo, num solo argiloso, produz vinhos fortes, com toques rústicos que contrastam com os vinhos redondinhos e enjoativos que a região costuma produzir hoje. Este vinho provém das castas Aragonês, Touriga Nacional, Trincadeira e Cabernet-Sauvignon. Estagiou em madeira. Apresenta um corpo médio, não tem o álcool habitual da região e revela uns taninos robustos.</p>
]]></content:encoded>
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