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	<title>Os Goliardos &#187; Piemonte</title>
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		<title>Dolcetto d’Asti Cappellata di Sant’Evasio 2008, Mario Torelli (Tinto, Piemonte)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:09:05 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Gianfranco Torelli é uma  pessoa jovial, que tem muito carinho pela terra Astigiana onde tomou seguimento ao trabalho iniciado pelo pai Mario, que ainda não se reformou completamente, apanhado em cima do tractor este verão a cortar as ervas daninhas das vinhas amanhadas consoante os princípios da agricultura biológica. . Este Dolcetto ( nome da casta) provem duma outra parcela que o vinho de Dezembro 2009, chamada Cappellata di SantÉvasio, que dá um vinho frutado, equilibrado, com toques de fruta vermelha e de bosque. É uma variação sobre  a complexidade quase borgonhesa do Piemonte que contem muitas pérolas e vinifica com a preocupação de revelar singularidades de terreno.</p>
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		<title>Dolcetto Sorí 2005, Schiavenza (Tinto, Piemonte)</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 15:21:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um salto no Piemonte, terra dos grandes tintos italianos, onde o culto da vinha está enraizado na cultura local e onde os produtores defendem um estilo longe das modernices frutadas alcoolizadas. Quinta com 8 ha criada desde 1956 e que perpetua um estilo tradicional de vinificação sem madeira nova e com grande balseiro. Este vinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um salto no Piemonte, terra dos grandes tintos italianos, onde o culto da vinha está enraizado na cultura local e onde os produtores defendem um estilo longe das modernices frutadas alcoolizadas. Quinta com 8 ha criada desde 1956 e que perpetua um estilo tradicional de vinificação sem madeira nova e com grande balseiro. Este vinho feito com a casta Dolcetto provém de vinhas plantadas em Serralunga d’Alba, em solo argiloso-calcário, entre 300 e 400m de altitude, numas encostas expostas a sudeste e oeste. Estagiou 8 meses em cuba de inox. Este Dolcetto é um vinho com o nome da casta, recto, tenso, em geral mais rapidamente pronto a beber que um Nebbiolo ou um Barolo. O perfil é clássico com taninos e acidez, mas equilibrados, sem muita exuberância mas com garra e tem uma grande consistência sem ter um volume enorme em boca.. Um vinho que vemos bem com um pato recheado com cebolas, alho e maçãs.</p>
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		<title>1001 noites, elementos sobre a sessão Piemonte (Itália)</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 11:39:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Elementos relativos à sessão das 1001 noites Tema : vinhos do Piemonte (Itália) Data: 17 de Outubro de 2008 O Piemonte é conhecido sobretudo por ter dado vida a 2 vinhos tintos notáveis, o Barolo e o Barbaresco. O primeiro é considerado como vinho dos reis e rei dos vinhos. Mas estes 2 vinhos cultos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Elementos relativos à sessão das 1001 noites<br />
Tema :  vinhos do Piemonte (Itália)<br />
Data: 17 de Outubro de 2008</p>
<p>O Piemonte é conhecido sobretudo por ter dado vida a 2 vinhos tintos notáveis, o Barolo e o Barbaresco. O primeiro é considerado como vinho dos reis e rei dos vinhos. Mas estes 2 vinhos cultos só surgiram na 2ª metade do século XIX, e existem na sua versão moderna só desde o final dos anos 1970. O primeiro vinho seco feito com a casta Nebbiolo foi feito à iniciativa de Camillo Cavour, pai da unidade italiana, que contratou à volta de 1850 um enólogo francês Louis Oudart, para a sua quinta de Grizane perto de Alba, de tal modo a produzir um vinho tinto seco e de guarda. Aproveitando as suas relações com a casa de Savoia e a nobreza da corte de Turim, soube perfeitamente lançar a fama do seu vinho que conquistou já no final do século um lugar a parte na hierarquia dos vinhos italianos, tal como o Barbaresco que competiu com ele graças ao trabalho de Domizio Cavazza. O Nebbiolo foi até preservado da praga da filoxera no final do séc. XIX. </p>
<p>O vinhedo piemontês é fragmentado, a vinha sempre fez parte dum sistema de policultura, onde o agricultor alugava a terra aos nobres para produzir, sem conseguir muitas vezes ter uma rentabilidade suficiente. A fama alcançada pelos vinhos piemonteses incentivou e sustentou economicamente as pequenas quintas actuais. Por exemplo, 1250 produtores cultivam 1200 ha na área do Barolo.<br />
Se o Nebbiolo foi o promotor principal da fama regional, os vinhos com esta casta representam só 3% da produção de tintos. É sem duvida a casta mais famosa do norte de Itália. Foi registada como videira célebre na região já no séc. XIV e provavelmente deriva do nome de nebbia, nevoeiro frequente no Piemonte em Outubro durante as vindimas. Dá vinhos perfumados, untuosos, mais taninosos quando plantada em terrenos calcários com ferro como em Serralunga d’Alba. </p>
<p>50% da produção regional é feita com a casta Barbera, que foi desenvolvida depois da filoxera, pela sua facilidade a produzir em qualquer sítio. Como o Nebbiolo, a Barbera dá vinhos com uma cor escura e tem uma acidez natural elevada, mas muitas vezes precisa de menos tempo em garrafa para ser bebido, se for plantada em terrenos quentes e vindimado mais tarde. </p>
<p>O rival da Barbera é o Dolcetto, capaz de amadurecer nos sítios mais frios e mais elevados. Suave, quando o Barbera é às vezes cortante, mas capaz de um belo equilíbrio entre o carnudo, denso e amargo. O melhor Dolcetto vem de Alba.</p>
<p>1. Schiavenza Dolcetto Sorí 2005</p>
<p>Quinta com 8 ha criada desde 1956 e que perpetua um estilo tradicional de vinificação sem madeira nova e com grande balseiro. Este vinho feito com a casta Dolcetto provém de vinhas plantadas em Serralunga d’Alba, em solo argiloso-calcário, entre 300 e 400m de altitude, numas encostas expostas a sudeste e oeste. Estagiou 8 meses em cuba de inox. </p>
<p>2 Alessandro Barbera d’Asti Lunalta 2004</p>
<p>Quinta familiar com 11 ha de vinhas, situadas nos solos argilosos e arenosos de Agliano Terme na zona d’Asti, a 220 m de altitude. As vinhas não levam fertilizante químico nem herbicidas. O vinho Lunalta produzido a partir da casta Barbera, provem das vinhas mais antigas, com um rendimento baixo de 40 hl/ha, num solo mais argiloso e arenoso que na zona chamada Langhe, mais perto de Alba. Vinificação em cubas de inox e estagio de 6 meses em grande balseiro de madeira. </p>
<p>3. Schiavenza Barbera d’Alba 2004</p>
<p>As vinhas mais novas são situadas na zona de Monforte d’Alba, plantadas a 350m de altitude, em solos argilosos e arenosos. O vinho estagiou entre 15 meses em cuba de inox.</p>
<p>4. Schiavenza Langhe Nebbiolo 2004</p>
<p>Vinhas plantadas na zona de Serralunga d’Alba, em solos calcários, numas encostas a 350 m de altitude, expostas a sudeste e oeste, vindimadas no final de Outubro. Estagiou 1 ano em cuba de inox e estagiou mais 10 meses em garrafa antes de ser comercializado. </p>
<p>5. Schiavenza Barolo Broglio 2001</p>
<p>Vinhedo que faz parte dos mais nobres de Serralunga, Broglio está exposto a sul a 350 m de altitude, num solo argiloso fortemente calcário, que tem tendência a desenvolver com tempo aromas delicados a rosa murcha.</p>
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		<title>1001 noites, dia 17 de Outubro: descoberta da região italiana de vinhos PIEMONTE</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 15:39:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esta sexta-feira convidamo-vos para a sessão das 1001 noites vinícolas dedicada à região mais consagrada de vinhos de Itália: Piemonte Situada no pé dos Alpes (Pie-monte), com Turin como capital, esta região tem influência montanhosa, clima fresco no Inverno e seco no Verão com entrada de correntes quentes do Golfo de Génova, com fortes neblinas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta sexta-feira convidamo-vos para a sessão das 1001 noites vinícolas dedicada à região mais consagrada de vinhos de Itália: Piemonte<br />
Situada no pé dos Alpes (Pie-monte), com Turin como capital, esta região tem influência montanhosa, clima fresco no Inverno e seco no Verão com entrada de correntes quentes do Golfo de Génova, com fortes neblinas que dão o nome à casta típica da região: nebbiolo.</p>
<p>A região foi desenvolvida essencialmente na segunda metade do séc. XIX. O primeiro vinho feito com a casta tradicional da zona foi feito por iniciativa de Camillo Cavour, considerado o pai da unida nacional.</p>
<p>VINHOS<br />
Piemonte produz uma gama variada de vinhos, incluindo:<br />
Tinto Barbaresco e o Barolo (considerado o grande vinho da região), feitos a partir da casta taninosa Nebbiolo,<br />
Tinto Barbera, vinho  frutado e consistente<br />
Tinto Dolcetto considerado um vinho leve, floral e elegante<br />
Vinhos de sobremesa, incluindo o Moscato d’Asti, feito a partir da casta Moscatel</p>
<p>Castas brancas: Moscato, Grignolino, Brachetto<br />
Castas tintas: Dolcetto, Barbera, Nebbiolo, Freisa</p>
<p>Na sexta iremos provar diferentes vinhos Piemonteses que seleccionámos e fomos buscar directamente a produtores nas nossas odisseias às vinhas. </p>
<p>Os vinhos serão acompanhados de petiscos italianos.<br />
Teremos connosco uma Goliarda italiana que nos dará uns lamirés do que é o Piemonte, enquanto vocês descobrem esta região no copo.</p>
<p>Quando? 	6ª feira, das 19h30 às 21h30<br />
Onde? 	Na garrafeira/bar de vinhos Os Goliardos, junto à praça da Alegria<br />
Quanto? 	15 euros por pessoa, a pagar no momento da inscrição.<br />
O que inclui? 5 vinhos piemonteses provados às cegas, entradas a condizer e uma sessão animada e pedagógica sobre a região.</p>
<p>Como me inscrevo? Basta enviar um e-mail com nomes dos interessados. Temos um limite máximo de pessoas por isso a corrida está lançada!<br />
info@osgoliardos.com</p>
<p>Cumprimentos goliárdicos,</p>
<p>Nadir e Sílvia</p>
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		<title>Schiavenza &#8211; Barbera d’Alba 2004 (Tinto, Piemonte)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 08:32:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um salto no Piemonte, terra dos grandes tintos italianos, onde o culto da vinha está enraizado na cultura local e onde os produtores defendem um estilo longe das modernices frutadas alcoolizadas. Esta Barbera é um vinho com o nome da casta, em geral mais rapidamente pronto a beber que um Nebbiolo ou um Barolo. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um salto no Piemonte, terra dos grandes tintos italianos, onde o culto da vinha está enraizado na cultura local e onde os produtores defendem um estilo longe das modernices frutadas alcoolizadas. Esta Barbera é um vinho com o nome da casta, em geral mais rapidamente pronto a beber que um Nebbiolo ou um Barolo. O perfil é clássico com taninos e acidez, um nariz de frutos do bosque vivos, equilibrado, sem muita exuberância mas com garra. Um vinho a decantar que vemos bem com um coelho com cogumelos e arroz malandro.</p>
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		<title>Schiavenza &#8211; Nebbiolo 2004 (Piemonte)</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 08:29:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fruto de uma viagem épica na Itália, esta quinta foi visitada no início duma tarde de fim de agosto, com o fervor dos principiantes. Os vinhos desta quinta seguem o estilo clássico da região, proibido o uso da madeira nova, só grandes tonéis para amaciar os vinhos. O Nebbiolo é um vinho intenso, mais redondo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fruto de uma viagem épica na Itália, esta quinta foi visitada no início duma tarde de fim de agosto, com o fervor dos principiantes. Os vinhos desta quinta seguem o estilo clássico da região, proibido o uso da madeira nova, só grandes tonéis para amaciar os vinhos. O Nebbiolo é um vinho intenso, mais redondo que o seu ilustre irmão Barolo, com uma cor alaranjada e aromas de bosque e frutos condimentados. Um novilho com castanhas e tomate confitado no forno com ervas de Provence.</p>
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		<title>Alessandro &#8211; Barbera d’Asti Lunalta 2004 (Tinto, Piemonte)</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 00:10:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[  O nome deixa sugerir que as uvas foram apanhadas em lua cheia ou que foi engarrafado em lua cheia. Não se sabe, temos que perguntar ao produtor e deixar as expectativas abertas. No entanto, o vinho mostra-se nervoso, taninoso, no perfil da Bairrada mas com aromas de fruta mais profundos e toques de couro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img style="vertical-align: text-top;" src="http://lh5.ggpht.com/osgoliardos/SDr1spyElKI/AAAAAAAACLg/_diCt5Y5euw/8_76%20%28Medium%29.jpg?imgmax=720" alt="" width="384" height="256" /></strong></p>
<p> </p>
<p>O nome deixa sugerir que as uvas foram apanhadas em lua cheia ou que foi engarrafado em lua cheia. Não se sabe, temos que perguntar ao produtor e deixar as expectativas abertas. No entanto, o vinho mostra-se nervoso, taninoso, no perfil da Bairrada mas com aromas de fruta mais profundos e toques de couro. Uma boa pinga para acompanhar um arroz de cabidela.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Chardonnay 2006 (Branco, Piemonte)</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 00:07:29 +0000</pubDate>
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<p> </p>
<p>Viajámos pelo Piemonte rural e digno onde se encontram alguns dos melhores vinhos italianos, especialmente tintos. Este branco produzido pelo Andrea Gerbi em Agliano Terme, a partir da famosa casta Chardonnay, foi uma boa surpresa porque estávamos cépticos quanto a tendência de plantar chardonnay em qualquer lado. O encontro com este chardonnay “piemontese” foi proveitoso. Revela-se com toques de flores brancas e de fruta carnuda, é fresco e elegante, sem peso. Irá acompanhar bem uns antipasti de legumes assados.</p>
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		<title>Alessandro &#8211; Moscato d’Asti Parzialmente fermentato (Piemonte)</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 00:04:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[  Um vinho que oscila entre a brincadeira e a fantasia do panorama vínico, feito a partir da casta Moscato, que proporciona um vinho ligeiramente alcoólico e muito perfumado, o que o torna muito apetecível e incentiva golos de boa vida. Um vinho para acabar com alegria um jantar ou começar com sentido de humor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="vertical-align: text-top;" src="http://lh5.ggpht.com/osgoliardos/SDr1spyElKI/AAAAAAAACLg/_diCt5Y5euw/8_76%20%28Medium%29.jpg?imgmax=720" alt="" width="384" height="256" /></p>
<p> </p>
<p>Um vinho que oscila entre a brincadeira e a fantasia do panorama vínico, feito a partir da casta Moscato, que proporciona um vinho ligeiramente alcoólico e muito perfumado, o que o torna muito apetecível e incentiva golos de boa vida. Um vinho para acabar com alegria um jantar ou começar com sentido de humor, piano piano.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alessandro &#8211; Barbera d’Asti Vigna del Fagiano 2000 (Piemonte)</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 00:03:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fruto de uma viagem épica na Itália, esta quinta foi abordada no último dia de manhã depois de uma noite de campismo com o frio nocturno de fim de Agosto a condimentar a noite. Andrea Gerbi recebeu-nos com entusiasmo e o pequeno almoço foi bem regado. Este Vigna del Fagiano provem de vinhas velhas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fruto de uma viagem épica na Itália, esta quinta foi abordada no último dia de manhã depois de uma noite de campismo com o frio nocturno de fim de Agosto a condimentar a noite. Andrea Gerbi recebeu-nos com entusiasmo e o pequeno almoço foi bem regado. Este Vigna del Fagiano provem de vinhas velhas e o vinho amadureceu lentamente em garrafa para dar o que é a reserva da casa : profunda, taninosa e potente para acompanhar um pato com laranjas.</p>
<p> </p>
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