Dominó

Vitor Claro
Alentejo

Vitor Claro ganhou o bicho pelo vinho em grandes comesainas com enófilos e produtores de gargantas profundas e encontrou na Serra de São Mamede um recanto para apaziguar a sua comichão vínica. As vinhas velhas em solos xistosos a 750m de altitude estão acima da brasa alentejana, num colorido de castas locais (Alicante Bouschet, Tinta Francesa, Moreto, Castelão, Trincadeira e outras). Os murmúrios positivos sobre o potencial da região de Portalegre e a vontade de frescura convenceram o Vitor que se pelo menos não havia ainda Domaine, poderia encontrar aí um terroir a juntar como nas peças de Dominó. A Rita era a peça fundamental que faltava para a organização das peças, para dar a ligeireza e a energia focada para realizarem juntos vinhos frescos, honestos, bonacheirões como o seu mentor. Para beber dançando ChaChaCha ou brincando aos dominós numa tarde quente de Argélia debaixo duma vinha trepadeira!

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