Bartolo-Mascarello

Maria-Teresa Mascarello
Piemonte

Maria-Teresa sentiu na juventude o apelo de voar para novos ofícios que não o vinho, tendo estudado Literatura francesa, num período em que o vinho não suscitava grande entusiasmo e até frustração quando, sentada à volta das mesas com familiares e outros produtores, ficava calada nas inumeráveis conversas que animavam os que vivem e mergulham diariamente neste mundo. O seu pai Bartolo fazia parte desta geração afirmada e lutadora dos últimos moicanos do pós-guerra juntamente com a família Rinaldi (primos) e Cappellano. Numa adega simples, sente-se a preservação das tradições e igualmente o punho da dissidência (cf o rótulo “No Barrique, No berlusconi”), com inúmeros rótulos desenhados pelo pai e peças de arte, Maria-Teresa assume hoje plenamente a liderança da quinta. Com um espírito vivo e um rigor sem falha, defende a classificação dos Crus (como o seu lendário Cannubi) contra as aspirações mercantis a alargar o perímetro em favor de alguns interesses privados. Apresenta um único Barolo, que une a firmeza das uvas de Barolo com o lado mais sensual e aromático das uvas de La Morra.

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