Bodega Barranco Oscuro


Canarias

No final dos anos 70 Manolo Valenzuela e a sua esposa Rosa compraram 15 hectares de terreno na Serra da Contraviesa, na parte Sul das Alpujarras, na província de Granada, a 1280 metros de altitude, onde estavam apenas plantadas amendoeiras e hortas, culturas adoptadas depois da filoxera. Na região existia ainda uma tradição de produzir um vinho dito “de costa” e decidiram replantar vinhas, as mais antigas fazem parte hoje del Cerro las Monjas, plantadas entre 1982 e 1989. Em 1984 o primeiro vinho foi engarrafado. Hoje, Lorenzo, o filho, completa a equipa familial e cultivam 12 hectares de vinhas separadas em 2 parcelas, num terreno pobre com rendimentos frequentemente inferiores a 10 hl/ha, pedregoso, em encostas, e numa altitude até 1,368 m, que faz deste vinhedo um dos mais altos de Europa. Desde o princípio, escolheram uma agricultura natural, sem química nem rega, prolongada na adega com vinificações naturais, de modo a produzir os vinhos autênticos que reflitam o terroir especial que eles ressuscitaram. Plantaram castas indígenas como Virigiega em branco, Listán (ou Palomino negro) em tinto, complementadas com algumas castas ibéricas mas também várias castas europeias. Produzem vários brancos com a casta autóctona Vigiriega em lote com Albariño, Riesling, Sauvignon Blanc, Moscatel Morisco, Vermentino, um espumante puro Vigiriega, um rosado Vino de costa produzido com a casta local Listán, e vários tintos, dentro dos quais um puro Tempranillo chamado BO2, El Pino Rojo, puro Pinot Noir e um vinho das vinhas mais velhas 1368 Pago Cerro Las Monjas, lote de castas bordalesas com Garnacha, plantadas a 1368 m de altitude.

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