Sclavos

Vladis

A família Sclavos, originária de Domata na ilha de Kefalonia, tem uma tradição vínica que data do tempo do bisâvo Evridiadis, que imigrou para Odessa na Russia no princípio do século XX, onde criou uma quinta de vinhos, antes de regressar em 1919 a Kefalonia e plantou o seu primeiro vinhedo na zona de Kechriona Palikis. Vladis é hoje a terceira geração a manter e prolongar a tradição vínica. As castas locais Mavrodaphne em tinto, Robola, Tsaousi, Vostilidi, Moschatela em branco, algumas plantadas em pé franco, são cultivadas de forma natural, com vinhas duma idade entre 30 e 100 anos. O clima ameno, os ventos marítimos, o monte Ainos com os solos calcários e os cantos rodados limitam a produção por pé, dando vinhos carnudos e intensos, com toques salinos e uma bela frescura com expressões muito singulares. São vinhos mediterrânicos sem excesso de opulência, muito gastronómicos, desde o simples e guloso Efranor até a profunda Robola, produzida sob o nome de Vino di sasso (vinho de pedra) passando por tintos florais e selvagens como o Alchimikos e Orgion, sem esquecer um passito muito digesto Oinosidis produzido a partir do Moschatos da Kefalonia. Os vinhos transmitem o ar relaxado do viticultor e a singularidade que as ilhas preservam.

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