O projeto

Até 2005 o vinho era o fio condutor das nossas viagens amadoras, por vários países, já que sermos nómadas e multiculturais sempre foram características da nossa existência. Os encontros calorosos com produtores especiais (humanamente e viticulturalmente falando) foram e são a nossa grande escola de aprendizagem e fonte de entusiasmo. Quando o tempo livre não chegava para tanto beber decidimos largar Paris onde vivíamos e criar os Goliardos em Lisboa, cidade onde tínhamos sol, família e amigos.

Em 2005 foram criados Os Goliardos por Nadir Bensmail, Sílvia Mourão Bastos (sócios-goliardos full time) e Manuel Amaral Beja (este último apenas sócio-entusiasta), com a vontade de promover o vinho vivo e verdadeiro, e mais concretamente a diversidade europeia numa abordagem artesanal e natural, numa relação estreita com os produtores de vários países.

A partir daí fomos lançando as várias actividades que temos hoje, porque somos Goliardos e temos uma insaciável vontade de fazer coisas novas, sempre com o propósito de promover um mundo mais aberto e mais verdadeiro do vinho.

2005 –  Lançamento dos cursos de vinhos para gente curiosa e aberta, criando uma vasta rede de Goliardos, tipicamente pessoas não ligadas ao mundo do vinho, mas que foram sensíveis ao espírito e ética, bem como ao conhecimento inerente.
2006 – Abertura do bar dos Goliardos em Lisboa, onde podemos criar espaço para vinhos que até então eram olhados de lado em Lisboa. Um cantinho junto à Praça da Alegria onde grandes tertúlias e festarolas se realizaram.
2007 – Lançamento da Academia dos Goliardos com propostas mensais para descobrir o vinho em casa.
2008 – Início das 1001 noites com provas temática
2009 – Criação do grupo Amálgama, com vários produtores e outros profissionais do vinho, debatendo temas vários.
2010 – Realização do primeiro Vinho ao Vivo (Festival Europeu do Terroir), em conjunto com o A Margem.
2011 – Início da coleção de vinhos Uvelhas Negras, vinhos feitos em parceria com produtores, no sentido de experimentar fazer vinhos mais goliárdicos, frescos e difestos, em pequenas quantidades.
2013 – vivemos um ano em Barolo (Itália) para aprendermos mais sobre viticultura e vinificação directamente com produtores pelos quais temos a mais alta consideração, e aí criámos o evento Vini Corsari (encontro de 30 produtores europeus), com a Cantina G.Rinaldi
2014 – Encerramento do bar dos Goliardos, com a vontade de termos mais tempo para nos dedicarmos a outras áreas, nomeadamente a distribuição e o aconselhamento em vários restaurantes e bares da cidade.
2015 – Desenvolvimento da exportação em Espanha e Itália, com parceiros locais, Goliardos além-fronteiras.

Os Goliardos nunca estarão em velocidade de cruzeiro por não é essa a nossa natureza.

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